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Qual a pior hepatite

O contágio da hepatite é possível em diferentes meios, veja no artigo e qual o tipo mais grave da doença que compromete o fígado.

     

A hepatite é uma doença infecciosa causada por determinados vírus, os quais são classificados a partir das iniciais de seu nome. Podendo ser do tipo A, B e C, além d e existir casos de hepatite proveniente do consumo excessivo de álcool e outras substâncias tóxicas que criam ácidos nocivos às células hepáticas. Os tipos de hepatites são capazes de diminuir e comprometer a funcionalidade do fígado.

Os tipos de distinguem entre os que apresentam sintomas mais intensos, denominados de hepatite aguda, geralmente apresenta sinais variáveis da instalação da doença. Dependendo do fator causante, a hepatite aguda pode ser assintomática, em outros casos demonstra um quadro semelhante a de uma gripe, com eventos de febre, fraqueza, mal estar, náuseas e dores.

hepatite

O principal método diagnóstico para a hepatite C continua sendo a sorologia para anti-HCV pelo método ELISA.

A hepatite crônica apresenta um quadro agudo inicialmente e progressivamente mantém uma inflamação inferior, porém por um período bem extenso, a té se transformar em uma doença crônica. Ao chegar nesse estágio, acontece uma lenta destruição das células do fígado, como medida de proteção do organismo, as mesmas tentam se regenerar, e aos poucos formam cicatrizes, o que provavelmente originará uma cirrose.

Dentre os tipos de hepatite, o tipo C, tem sido o maior prejudicial a saúde, porque a mesma não apresenta sintomas em 84% dos casos, o que dificulta o diagnóstico, bem como tratamento. Esse tipo causa a inflamação do fígado através do vírus VHC ou HCV, transmitido através do contato com sangue contaminado. Várias situações podem deixar a pessoa vulnerável em adquirir o vírus.

tratamento para hepatite

Aproximadamente 170 milhões de pessoas, sejam portadores de Hepatite C crônica.

A formas mais comuns de contágio estão relacionadas entre: Transfusões ou recebimento de sangue, o uso de seringas compartilhadas, raramente através de tatuagens, piercings, acupuntura, no compartilhamento de instrumentos cortantes, como depiladores, alicates de unha, aparelhos de barbear e depilação, etc. Através de relações íntimas sem proteção em que ocorra eventos de contato sanguíneo entre as partes.

Como não há vacina preventiva, a melhor forma de evitar a infecção desse tipo de vírus é abster-se das situações citadas acima.

O tratamento é realizado com uma série de medicamentos, em que cerca de 60% dos casos respondem positivamente, deixando de ter o vírus no sangue, mas a taxa de resposta não é igual para todas as pessoas, por causa do tempo de infecção e reação do próprio organismo.

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