Dedicatoria para trabalhos pequenos de escola

A dedicatória é um pequeno relato de agradecimento ou dedicação a uma certa pessoa ou certo ser, que segundo o autor do trabalho o ajudou de forma direta ou indireta a conclusão ou elaboração do trabalho, geralmente a dedicatória e feita em algumas pequenas linhas mas como em todo caso existem normas estipuladas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

A ABNT pede para que as margens sejam: margem superior 3,0 cm, margem inferior 2,0 cm, margem direita 2,0 cm, margem esquerda 3,0 cm. A fonte pode ser Time New Roman ou Arial, seu tamanho deve ser 12, o espaçamento deve ser de 1,5 e o formato justificado. Lembrando que essas são apenas as normas recomendadas , não quer dizer que se você não segui-las seu trabalho ou dedicatória serão invalidados.

A dedicatória geralmente é um texto pequeno, você provavelmente já deve ter lido alguma no final de algum livro, onde o autor agradecia a varias pessoas que contribuíram para que aquele livro pudesse ser terminado, algumas vezes até pessoas que compram o livro costumam escrever em suas capas dedicando ele a alguém.

Veja um exemplo

trabalho

Eu dedico este trabalho a minha esposa que sempre esteve presente contribuindo e sendo compreensiva com minhas horas de trabalho que eu me dedicava e não pedia está presente em varias ocasiões, também quero agradecer a meus pais que sempre me deram apoio, meu pai contribuindo com criticas constritivas e minha mãe apoiando com elogios, também não poderia deixar de agradecer ao meu amigo João que me ajudou muito a fazer toda a pesquisa necessária para realização deste trabalho.”

Na hora de escrever uma dedicatória vale tudo, não precisa ser necessariamente uma pessoa próxima  ou algo assim, você pode dedicar um trabalho até para um cachorro ou uma pedra, o importante e escrever algo com significado real que seja escrito de maneira congruente e compreensiva.

Como lidar com a deficiência auditiva na escola

A deficiência auditiva é caracterizada por uma perda parcial ou total da audição, normalmente causada por alterações genéticas, lesão em algum esquema do aparelho auditivo ou na orelha. Ela também pode ser adquirida com o decorrer da vida, principalmente a faixa etária de idosos, que já desgastou muito todo o seu organismo e com isso alguns fatores prejudiciais aprecem no decorrer da vida.

Para quem já nasce com essa anomalia, a inclusão deve ser imediata, pois quanto mais tempo ela permanece na sociedade com seres comuns, mais a sua auto-confiança é trabalhada e com isso, as dificuldades de se relacionar com outras pessoas diminui.

Mesmo com diversos projetos realizados todos os anos, em diversas regiões do mundo para defender a inclusão dos deficientes auditivos em âmbitos sociais que frequentam pessoas “comuns”, muita discriminação e desrespeito ainda pode ser vista.

O local primordial para a introdução dos deficientes a diversas outras índoles, etnias, raças, culturas e diversidade é a escola, onde os primeiros passos de aprendizagem devem ser dados em acompanhamento de profissionais que estejam preparados para lidar com essa situação.

Existem hoje, no mundo, inúmeras escolas e instituições que disponibilizam profissionais especializados para atender os deficientes auditivos. Na maioria das redes de ensino, esses alunos são destinados a salas com alunos regulares para que não se sintam excluídos e diferenciados. Como a forma de comunicação é de uma maneira diferente, intérpretes de Libras e materiais de apoio são disponibilizados para essas turmas de Atendimento Educacional Especializado (AEE). 

Educação inclusiva em sala de aula

Para fazer essa solicitação, basta que a direção da escola entre em contato com a Secretária de Educação. É muito importante que a interprete tenha um bom ligamento de ensino com a professora regular e com todos os alunos, sendo eles auditivos ou não.  Alguns projetos disponibilizam vagas em cursos básicos de libras para alunos regulares para que a socialização seja realizada entre eles e os deficientes de qualquer anomalia, descartando assim qualquer possibilidade de prática de preconceito.

Os alunos que possuem uma deficiência parcial auditiva, podem ouvir, mas não com tanta precisão como os demais. Nesses casos é importante que sejam colocados nas primeiras cadeiras das filas, onde o professor deverá falar todo o conteúdo e informações com absoluta clareza, com um tom de voz mais alto e mais lento, ficando sempre de frente para esses alunos quando for dizer algo pois pela debilidade auditiva, os deficientes aprendem a ler os lábios de outras pessoas e isso facilita na sua comunicação.

Já para os deficientes com lesões mais graves, onde a surdez é aproximadamente 100%, a linguagem de sinais é a mais apropriada para o entendimentos dos conceitos ministrados em sala de aula.

Dica

Sempre que houver oportunidade ou um tempo vago na sala de aula, destine para a inclusão dos alunos deficientes. Ensine aos regulares alguns sinais básicos de comunicação. Isso será importante não apenas para a aprendizagem de todos, mas também para todo o contexto social e para a melhora do indivíduo em consciência de valores e conceitos.

Desenhos para colorir dia das mães

mãe filha e neta

O dia das mães é uma data muito especial, onde é celebrada a importância que uma mãe tem para um filho. Nesse dia, as mães recebem além de todo o carinho dos filhos, homenagens que as marcam para sempre.

A data é comemorada no Brasil sempre no segundo domingo do mês de Maio.

Mesmo que o filho já esteja adulto, as mães se lembram de como foi sua trajetória depois da descoberta de sua gravidez, em como o seu filho cresceu rápido, as dificuldades que ela teve para criá-lo, as lembranças de como ele aprendeu a falar, a caminhar, a perda de seu primeiro dentinho, as noites que passou acordada par cuidar dele, o primeiro dia de aula, o primeiro relacionamento, o primeiro emprego, enfim, todas as recordações de sua infância e adolescência.

A mãe tem o papel mais importante na criação de um filho, pois ela é quem passa os verdadeiros valores a ele acrescentado. Os pais em si tem o caráter de educar o filho, dar bons exemplos e guiá-lo por um bom caminho para que ele cresça e seja uma pessoa de boa índole e de confiança.

Nas escolas, quando essa data se aproxima, os professores costumam fazer com os alunos cartazes, desenhos, montagem com recortes e murais. Uma boa dica para elaborar tanto em sala de aula como em casa são desenhos e cartões, pois além de ser para colorir, são fáceis de fazer e ainda dá para escrever algo que saia do coração para demonstrar o quão importante a sua mãe é.

Aqui estão alguns modelos que podem ser feitos:

Educação tradicional

A escola tradicional traz uma série de metodologias um tanto quanto diferenciadas das nova concepção do ensino/aprendizado elaborado nos dias atuais. Todo o conhecimento integrado à escola tradicional era tido de maneira fragmentada, além de conter conteúdos fixos e estáticos, onde não havia qualquer abertura para inovações e tão pouco as modificações para aumentar os níveis do ensino, principalmente nas séries inciais. Atualmente, esse cenário está bastante diferente, mas ainda existem instituições de ensino que utilizam parte da pedagogia tradicional.

O modelo tradicional repercutiu por muito anos, pois seu conceito primordial era conceder aos educandos somente o que estava programado pragmaticamente, não existia espaços para novos conhecimentos. Apesar disso, possui sua parcela de contribuição para à construção da História humana, uma vez que em seu maior objetivo, contribuir para o crescimento moral, cultural e mental das pessoas, adotando como ideologia visada na formação de cidadãos responsáveis e bem preparados, a partir do que lhes fora ensinado sem questionamentos.

A educação tradicional possuía muita influência de aspectos religiosos, político e econômicos, onde somente o professor detinha o conhecimento, o aluno está sempre no lugar de aprendiz e não possui autonomia, a não ser aquela de aprender o que lhe é passado. O professor era visto como autoridade máxima, e todo o conhecimento estaria centralizado em suas mãos. Se havia interjeição por parte de algum aluno, o mesmo sofria represálias, tais como punições de castigos, e até palmatórias, como ocorria a muitos anos atrás.

A educação tradicional não tinha olhos direcionados para as diferenças culturais, sociais e financeiras, tão pouco as suas limitações. O conhecimento era passado, quem não absorvia, ficava para trás, ou seja, reprovava. O professor não tinha especialização para trabalhar com as dúvidas e questionamentos do aluno, também não se importava com o seu nível de assimilação. O aluno deveria conhecer o conteúdo apenas para decorá-lo, não tinha o direito e possibilidade em refletir ou agir sobre tudo o que aprendia, portanto não conseguia articular uma aprendizagem significativa.

Dinâmica em sala de aula.
Nas pedagogias modernas, o educando não simplesmente absorve o conhecimento, mas o constrói a partir do que lhe é passado.

Apesar dos avanços na educação, bem como a inserção de suportes tecnológicos como projetores, computador, a internet, entre outros, ainda se tem muita inclusão de métodos tradicionais no ensino, mesmo porque sem essa herança metodológica, não haveria o padrão educacional dos dias atuais. Desde hierarquia de classes, turnos, cursos e afins, toda essa organização se faz necessária, o que precisa ser modificado é a forma como o conhecimento pode ser passado para o aluno.

O educador tem que possuir vontade em ensinar, e conceder abertura para que o educando encontre e exponha diferentes formas de avaliar um determinado tema. Ambos se relacionam entre si e com o saber, criando uma transmissão de conhecimento mútuo. Para que isso seja concreto, é preciso integrar três polos – professor – instituição educativa – aluno. Muitas instituições da atualidade seguem a linha da nova educação, onde os educandos têm participação ativa em sala de aula, a partir de debates e fóruns abertos pelo professor.