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O que é uma pessoa bipolar

Pessoas que sofrem com transtorno bipolar podem ser tratadas corretamente, e passam a ter um vida normal se prosseguirem com as recomendações prescritas pelos médico psiquiatra. Confira no artigo outras informações a cerca da doença.

     

Seguindo os parâmetros psíquicos, termo bipolar representa um transtorno muito evidente que compromete o funcionamento de determinadas regiões do cérebro, além de alterá-las, principalmente na regularidades do importante processamento das áreas emotivas, recompensatórias e áreas motivacionais. Quando a pessoa possui esse transtorno, tem a produção da imprescindível serotonina no tronco cerebral diminuída, o que impossibilita o cérebro de harmonizar suas ações.

pessoa bipolar

O transtorno bipolar aponta em um paciente contrariedades extremamente notáveis de humor.

Até os anos 80, o transtorno bipolar era denominado como psicose maníaco-depressiva, mas logo foi substituída por que pacientes que apresentavam essa alteração, não expressavam sintomas psicóticos, e muitas vezes nem aparecem.

O transtorno bipolar indica verdadeiramente, contrariedades de humor que oscilam entre o polo da euforia, da mania ou da hipomania, fazendo com que a pessoa demonstre um comportamento muito desorganizado com quadro de excitação e logo se desloca ao polo da depressão, voltando a manter seu equilíbrio dentre suas emoções.

Geralmente, o transtorno bipolar é mais evidente entre os 20 e 30 anos de idade, mas também pode ser diagnosticado na adolescência e também após os 70 anos. A pessoa bipolar, inicialmente apresenta uma fase depressiva, repleta de manias que gradualmente se eleva ao longo de semanas e/ou meses. Os bipolares podem apresentar quadros diferenciados, dependendo da fase em que estão, no entanto, todos demonstram alguma alteração referente ao seu lado emocional e de determinadas atitudes.

Os sintomas variam entre mudanças repentinas de diferentes sentimentos:

  • alegria excessiva, euforia inabalável mesmo diante de fatos como tragédias e más notícias.
  • sentimento de grandeza, podendo até acreditar que possui poderes ou seja muito especial, líder político, personalidade artística;
  • sente-se invencível, até mesmo imortal;
  • hiperatividade, não controla suas atitudes e se mantém o tempo todo inquietos;
  • perde o senso de perigo, podendo se envolver em atividades arriscadas;
  • mantém um comportamento de estrema desinibição e promiscuidade;
  • pensamentos incontroláveis e confusão de ideias;
  • tom de voz elevado, e ainda pode ficar cantarolando frequentemente;
  • perda de sono, ficando cada vez mais hiperativo durante todo o dia e a noite;
  • espontâneas explosões de raiva em momentos de alegria e vice versa;
  • sentimentos surreais de tristeza, desespero e baixa auto-estima;
  • cansaço, desânimo, dificuldade para dormir;
  • dificuldade em manter-se concentrado, pensamentos lentos e inibidos;
  • falta de ideias ou mesmo incompreensão das mesmas;
  • falta de memória em alguns momentos;
  • pensamentos negativos, sobre doenças ou morte ou doença.
  • falta de apetite, perda significativa de peso.

Os fatores que podem despertar o transtorno bipolar são variáveis em diferentes pacientes, e a sua ainda não possui um esclarecimento definitivo. Porém, a doença costuma ser proveniente de problemas relacionados a incidentes, traumas, fortes mudanças, como a troca de emprego, residência, hábito de vida, fim de relacionamentos, morte de pessoas próximas e herança genética. Cerca de 80% dos casos de transtorno bipolar, há pacientes que possuem histórico de parente na família com o mesmo problema.

Atualmente, o tratamento para transtorno bipolar, é considerado como um dos mais eficazes dentro do quadro de problemas psíquicos. Ao ser aplicado o tratamento, em poucas semanas pode-se obter a reversão de um quadro grave, apesar da doença não ter cura. Muitos pacientes conseguem melhorar seu comportamento, podendo reassumir suas atividades rotineiras. São utilizados medicamentos como antipsicóticos, neurolépticos, estabilizadores de humor, anticonvulsivantes entre outros, além da inserção de terapias para melhorar o comportamento social e familiar, lembrando que todos os procedimentos devem ser administrados adequadamente pelo médico psiquiatra.

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