Como tratar picada de aranha marrom; Sintomas e Tratamentos

A aranha marrom ou aranha violino, como também é conhecida, é um aracnídeo pertencente a família Sicariidae e tem como nome científico Loxosceles. São seres relativamente pequenos medindo não mais que 4 cm, e com pernas muito compridas. Esse grupo de aranhas é comum em vários locais do planeta, inclusive aqui no Brasil.

Embora sejam venenosas, não tem por característica a agressividade, possuem hábitos noturnos, hora que o animal normalmente caça.

Vivem em locais escuros e quietos onde constroem teias irregulares muito parecidas com algodão. Na natureza é encontrada em casca de arvores e em folhas, contudo, são frequentemente avistadas em perímetros urbanos, nos domicílios, preferem materiais para construção, a parte de trás dos móveis, amontoados de livros, e locais parecidos.

aranha marrom
A picada aranha marrom causa acidente que se não tratados pode levar a morte.

Como já foi dito essa espécie tem por natureza ser branda e sempre que puder irá tentar escapar da presença humana, por esse motivo as picadas mais comuns são registradas em casos de esmagamento do animal, que não tem outra alternativa a não ser o ataque, para se desvencilhar daquela situação.

Sintomas da picada 

A picada da aranha marrom não é muito dolorosa as vezes somos ofendidos sem nem perceber, e os sintomas começam após aproximadamente 12 horas do acidente, os principais indícios notados são:

Necrose de uma picada de aranha marrom
Necrose decorrente da picada de uma aranha marrom

– Dor no local

– Inchaço

– bolhas

– comichão

– Sangue na urina

– Em alguns casos febre

Depois de alguns dias a pele do local começa a necrosar, surgindo também dores de cabeça e fadiga muscular. Embora essa seja uma probabilidade  muito pequena, com o espalhar do veneno algumas operações principalmente renais podem parar de funcionar, causando o falecimento do doente.

Formas de tratamento 

Quando notar que foi ofendido por uma aranha marrom, o mais sensato a se fazer é procurar o centro de saúde mais próximo antes que a peçonha se espalhe pelo corpo. Importante também se hidratar e permanecer o local da picada em elevação  e  fazer compressas de gelo no local.

O tratamento clínico consiste no minístro de soro Antiloxoscélico, deve-se descobrir  qual é a espécie do aracnídeo para o melhor uso medicamentoso, por conseguinte, levar a aranha ajuda na hora do disgnóstico.

 Prevenção 

Simples medidas podem ajudar a manter esse tipo de animal longe da sua casa, cuidar bem do quintal, evitando entulhos próximos a residência, e fazer frequentemente  a higienização da sua  mobilha, e vedar as soleiras das portas. Muito importante também é sempre que for vestir uma roupa, usar um lençol, edredom, cobertor, tolha, calçar sapatos sacudir bem os mesmos, esses locais são esconderijos prediletos da aranha marrom.

Como saber se sou daltônico: Teste de Daltonismo e Sintomas

O Daltonismo denomina-se a falta de sensibilidade de percepção das algumas cores. Portanto as pessoas que possuem esse distúrbio, são chamadas de daltônicas, são capazes de ver cores, mas se limitam a distingui-las principalmente se as mesmas estiverem em pares de cores complementares. O Daltonismo foi descoberto ainda no século XVIII, pelo químico inglês John Dalton, primeiro cientista a realizar uma pesquisa sobre a anomalia ocular, a qual também sofria, portanto do seu nome provém o termo Daltonismo.

O problema na distinção de cores também é chamado de discromatopsia, retrata uma perturbação genética. A maior deficiência visual do daltônico está na percepção das cores vermelho e verde, sendo essa o problema de aproximadamente 99% dos casos. Também há deficiência para as cores azul/amarelo, porém é mais rara. O distúrbio possui outra vertente rara, onde afeta somente uma visão da pessoa, é a dicromacia unilateral, um olho normal e o outro é daltônico.

Daltonismo
Visão daltônica a esquerda.

Já foi comprovado geneticamente, que a perturbação está mais ligada ao gênero masculino, sendo que cerca de 8% a 10% para apenas 1%. O distúrbio pode ser percebido ainda na infância, pois quando as criança realizam simples atividades como colorir desenhos pode se notar diferenças da escolha das cores. Para efetivar o diagnóstico de Daltonismo, é realizado um teste muito famoso, capaz de detectar corretamente o distúrbio.

O teste foi criado pelo oftalmologista japonês Shinobu Ishihara, e ainda é muito bem empregado nos exames clínicos. O Ishihara Color Test for Color Blindness foi desenvolvido através da criação de diversos cartões feitos com círculos de vários tamanhos e cores. No centro dos mesmo estão inseridos alguns números que somente podem ser vistos claramente por uma pessoa que não sofra de daltonismo. O teste demonstra que é possível ler os números aquele que tenha excelente percepção das cores.

teste
O teste foi criado na Escola Médica Militar, para detectar as anomalias de visão de cores nos recrutas.

Para as crianças ainda muito pequenas, pode substituir os números por desenhos e/ou também figuras geométricas. O testes também revelam quais os níveis de percepção das cores, determinada pessoa possui, uma vez que há diferentes problemas associados ao Daltonismo. Quando o distúrbio é muito sério, a visão só enxerga tudo em preto, branco e cinzento, ou seja, visão acromática. Nos demais casos, que são mais comuns, os daltônicos podem visualizar as cores, mas as mesmas parecem estar sem realce, como se tudo o que existisse colorido no mundo estivesse sem brilho e vivacidade. Os 3 tipos de daltonismo mais comuns são:

Deuteranomalia – dificuldade de percepção das cores verde e o vermelho, afetam mais de metade das pessoas daltônicas;
Protanomalia – dificuldade em distinguir a cor vermelha.
Tritanomalia – dificuldade de percepção das cores azul e o amarelo, está entre o casos raros;

Os sintomas do Daltonismo são simplórios, e  cada pessoas apresenta de maneira diferentes. Pode portanto ter problema em identificar cores, é insensível ao brilho das cores, não consegue diferenciar cores muito parecidas, tons sobre tons e etc. Ainda pode ter um breve movimento dos olhos, de um lado para outro. No primeiro indício, é preciso procurar orientação médica, para que se   faça o diagnóstico.

Tratamento de gases intestinais

Os Gases intestinais são comuns a todas a todos nós, expelidos ora por via oral( arroto) ora por via anal (pum) e muitas vezes   causam um terrível mal cheiro capaz de atrapalhar inclusive as relações sociais e gerando constrangimento as pessoas. A flatulência se torna um problema quando vem associada a dores na região abdominal e a uma frequência maior.

Os gases podem ter dispares fontes, engolimento de ar, produção estomacal e intestinal. Concentraremos nossos esforços nesse último, normalmente os carboidratos que não são quebrados no processo de digestão no estômago chegam ao intestino, como este também não produz enzimas que consigam executar a quebra, a responsabilidade passa a microrganismos residentes  naquele perímetro, que ao fermentarem o composto acabam por gerar os incômodos gases.

Gases intestinais
Um dos maiores problemas dos gases é o odor, um incomodo que reflete nas relações interpessoais do indivíduo

Pessoas com alimentação rica em carboidratos complexos e em fibras tem maior chance de desenvolverem flatulência, em média uma pessoa adulta deixa escapar cerca de 10 a 20 flatos diariamente muitos desses impassivelmente. A Composição do gás intestinal é composto em sua grade maioria por Metano, Oxigênio, Nitrogênio, Dióxido de Carbono e Hidrogênio, embora haja diferenças de concentração a fórmula vale tanto para flatos, quanto para eructação( gases eliminados oralmente.

Em primeiro lugar não podemos nós livrar de uma por todas dos gases, visto que, estes compõem um processo natural e de notória importância para o bom funcionamento no nosso organismo, é importante ressaltar também que a grande maioria das pessoas que acreditam sofrer com excesso de gases, são apenas mais sensíveis aos mesmos, gerando a em média um 1,5 l de flatos por dia, o que é absolutamente normal.

 Contudo, é possível diminuir a incidência de gases intestinais com algumas mudanças na dieta, diminuir a quantidade de laticínios, igualmente o consumo de leguminosas, diminuir o consumo de frutas e adoçantes artificiais, mas,  cuidado, grande parte dos alimentos que provocam gases são fontes de nutrientes importante, e não vale a pena elimina-los do cardápio.

Não falar durante a refeição, mastigar bem os alimentos, hidratar-se bem, praticar exercícios físicos, também ajudam a diminuir os gases, além de promover ganhos a saúde em geral. Alguns médicos indicam o uso do Carvão ativado ( a venda nas farmácias  para a anulação do mal cheiro das gases intestinais, no entanto, é importante ressaltar que este pode cortar o efeito de outros medicamentos. Nunca se alto medique antes de iniciar qualquer tratamento procure um especialista que avaliará seu quadro e prescreverá a melhor solução cabível.

Sindrome do Pânico: Tratamento,Sintomas,Causas, Alimentos

A Síndrome do Pânico ou Transtorno do Pânico é uma patologia psicológica que acomete o individuo a passar por momentos de desespero e medo excessivos perante a alguma situação, seja ela ocasional ou até mesmo do dia a dia. Normalmente, essa patologia se desenvolve em mais mulheres que homens (cerca de duas vezes mais) e é comum que os primeiros sintomas ocorram entre 15 e 20 anos de idade.

Essa patologia causa tão grande desequilíbrio emocional no indivíduo, que por muitas vezes, toda a vida social e individual da pessoa fica seriamente comprometida. Os altos níveis de stress e ansiedade diminuem consideravelmente o desempenho no trabalho, com família e atrapalha a realização de tarefas do dia a dia.

A síndrome do pânico pode causar as piores sensações
A síndrome do pânico pode causar as piores sensações

Causas

Sem aviso prévio ao paciente, essa doença é infelizmente, uma patologia imprevisível. Até hoje não se sabe por qual motivo ou como essa complicação venha a surgir. Algumas pesquisas apontam que possam existir pré disposições genéticas que influenciam do desenvolvimento da doença, porém a maioria dos casos não existe parentesco na família com o problema.

Muitas vezes a pessoa passa grande parte da vida sem saber que possui esse transtorno. Ele pode ser desencadeado por uma situação de medo, onde a ansiedade e o desespero extrapolam os limites de auto proteção. Ficar preso em um elevador, sala, ser assaltado, passar por um túnel, se desesperar em meio a multidão, essas são algumas das situações em que a doença possa se revelar.

Sintomas

A patologia casa um imenso desespero no paciente, na medida em que esse se aproxima ou passa pela situação de risco. Porém, essa situação não necessariamente precisa ser a mesma. A pessoa pode passar pela mesma situação todos os dias mas só apresentar medo para com ela em uma dia específico. Por esse motivo, essa patologia se agrava com mais facilidade: o paciente nunca sabe quando os ataques de pânico poderão ocorrer.

Em geral, os ataques se aprecem muito com ataque cardíaco. Caracteriza-se com dores fortes no peito ou desconforto inevitável, tontura, medo excessivo de morrer ou se ferir, náuseas, mal estar na região estomacal, taquicardia, dormência (formigamento) nos pés, mão ou rosto,  tremor, suor excessivo e sensação de sufocamento.

Tratamento

O tratamento incluirá receita médica para medicamentos e seção de terapia. Os medicamentos são em geral, antidepressivos como fluoxetina, sertralina e paroxetina. Com eles, os sintomas diminuirão gradativamente mas a patologia não será curada ou desaparecerá do paciente.

As seções de terapia servirão para que o paciente entenda sobre toda a situação e sobre si mesmo. Ele aprenderá a controlar seus medos e ansiedade, além de re ambientar ao mundo de forma menos receosa e mais confiante. Também aprenderá a relaxar nas horas de grande ansiedade, como também enfrentar e superar os medos gradativamente.