Efeitos das armas químicas

São consideradas armas químicas todas aquelas armas que possuem propriedades de substâncias químicas e tóxicas de para fins de destruição em massa, podendo causar danos tanto para o homem quanto ao meio ambiente. Elas são muito diferentes das armas nucleares e convencionais, pois seus efeitos não são viabilizados de forças explosivas.

O uso das armas químicas teve início há muitas décadas atrás, mas só foi conhecida mundialmente na Primeira Guerra Mundial. Atualmente, elas vem sendo utilizadas para vários fins, principalmente na  repressão de atos de vandalismo, manifestações, entre outros apelos civis. Um exemplo desse composto é o gás lacrimogênio.

Lista das principais armas químicas existentes no mundo

Tóxicos nervosos

São aqueles que atacam diretamente o sistema nervoso do indivíduo, podendo promover um rápido colapso. São inodoros, insípidos e incolores (a maioria). Seus efeitos atingem o organismo rapidamente, alguns em menos de dois minutos. Devido a isso, o seu tratamento deve acontecer o mais breve possível para inibir complicações posteriores.

Armas químicas, efeitos, sintomas e tratamento.
Principais efeitos causados pelas armas químicas.
(Foto: Reprodução)
  • Sarin;
  • Soman;
  • Tabun;
  • VX.

Vesicantes

Esses compostos tem como seus principais efeitos a produção de queimaduras, formação de bolhas e destruição dos tecidos adjacentes. Eles afetam com muita gravidade a região dos olhos, podendo ainda causar uma intoxicação geral.

  • Agente Mostarda;
  • Agente Arsênico.

Sufocantes

Os compostos sufocantes atacam principalmente as vias aéreas e a parte superior do corpo, deixando-as seriamente lesionadas, tendo como os seus principais sintomas a irritação da garganta, nariz, tosses constantes, dores no peito, dificuldade de respiração, náuseas, vômitos, dores de cabeça, lacrimejamento dos olhos, entre outros incômodos.  A área do organismo mais afetada são os pulmões, produzindo lesões nos vasos capilares e derrames nos alvéolos, culminando em um edema pulmonar. Na maioria dos casos, os indivíduos morrem.

  • Cloro;
  • Fosgênio.

Tóxicos do sangue

As substâncias encontradas nesses tóxicos faz com que o sangue seja contaminado, impedindo que o oxigênio chegue  aos tecidos do organismo. Eles entram no corpo pelas vias aéreas e pele. Podem matar o indivíduo quase que instantaneamente.

  • Ácido Cianídrico.

Lacrimogêneos

São compostos com efeitos temporários, mas não tão nocivos ao indivíduo. Eles causam dores intensas e excessivo lacrimejamento. Quando estão em contato com o suor do corpo, podem irritar a pele e produzir leves queimaduras, porém seus efeitos e sintomas não duram mais que uma hora.

  • CN;
  • CS;
  • CA.

Vomitivos

Essas substâncias são transmitidas pelas vias aéreas. Costuma provocar tosse, fortes dores de cabeça, náusea, espirros e vômitos. Seus efeitos não duram mais  que 3 horas e basicamente não proporcionam riscos de morte aos indivíduos.

  • Adamsita.

Incapacitantes/Psicoquímicos

Esses compostos tem como seu modo de transmissão a inalação. Doses dessas substâncias podem causar desordens psicológicas e desordenação muscular. Seus efeitos costumam serem breves e o seu tratamento deve ser realizado junto aos médicos pois suas reações não são previsíveis.

  • Ácido Lisérgico;
  • Éster Benzílico.

Incendiários

Todos os compostos descritos nesta categoria costuma ser utilizado em guerras, tendo como o seu principal efeito a destruição do meio ambiente.

  • Napalm;
  • Magnésio;
  • Fósforo Branco.

Quais os sintomas de colesterol alto?

O colesterol é considerado um tipo de lipídio que é produzido no nosso corpo e encontrado em alimentos de origem animal. Ele é responsável por desempenhar funções muito importantes à nossa saúde. Quando é classificado como alto, corresponde a acúmulo demasiado de gordura ruim no organismo, principalmente no sangue, fazendo com que os riscos para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares sejam ainda maiores. Ele ainda é conhecido como LDL.

Quando os níveis do colesterol se encontram em estágios muito avançados, várias outras complicações podem afetar o nosso organismo, tal como as baixas da imunidade, produção da vitamina D, das funções hormonais e a aterosclerose (que é o endurecimento das paredes dos vasos sanguíneos), entre outros.

Sintomas

Quem possui o colesterol elevado raramente apresenta sintomas. É importante ressaltar que devem estar em alerta e realizar exames anualmente, todas as pessoas que possuem aterosclerose, obesidade, má alimentação, sedentarismo, histórico de colesterol alto na família e alguma morte familiar interligada ao infarto.

Os únicos sintomas do colesterol alto que são visíveis aparecem devido aos depósitos de gordura que se acumulam no fígado. Podendo ser:

* Aumento do baço;

* Aumento do fígado;

* Aparecimento de bolhas de gordura na pele (ou xantelasma).

O aumento do fígado e do baço acontecem quando os triglicerídeos no sangue atingirem valores próximos ou superiores a 800 mg/dl de sangue. O principal sintoma desse aumento é a dor abdominal intensa.

Tratamento

É muito importante que check-up seja realizado por todas as pessoas para que doenças assintomáticas como essa seja revelada logo, em seu estágio inicial, para que o tratamento seja eficaz. Portanto, alerte-se!

O tratamento dessa enfermidade é realizado com medicamentos, dietas e práticas de exercícios, onde profissionais tem que estar sempre acompanhando os exames do paciente para ver se houve ou não modificações nas taxas de colesterol. Manter um peso saudável, a taxa da pressão arterial estável e reduzir o estresse também  ajuda muito no processo.

Pessoas que possuem diabetes ou que tem muita facilidade para ganhar peso deverão ficar ainda mais atentas ao seu tratamento. As que possuem aterosclerose, o tratamento só se tornará totalmente eficaz se o estilo de vida for totalmente modificado e voltado à saúde.

Prevenção

  • Fazer execícios físicos em dias alternados ou diariamente;
  • Não fumar;
  • Fazer dieta com acompanhamento médico, com baixos níveis de colesterol e gordura;
  • Evitar o estresse e a ansiedade;
  • Evitar frituras;
  • Comer de 3 em 3 horas;
  • Beber bastante água;
  • Comer bastante verdura, fruta, legumes, fibras, entre outros;
  • Evitar beber sucos com conservantes e bebidas gaseificadas;

Alimentos que ajudam na prevenção do colesterol alto

Fast food e comidas rápidas ajudam a aumentar as taxas do colesterol.
Alguns alimentos, como os fast-foods, ocasionam o colesterol alto. (Foto: Reprodução)
  • Pão integral;
  • Aveia;
  • Farelo de aveia;
  • Pêra;
  • Cenoura;
  • Farelo de trigo;
  • Pêssego;
  • Cereais integrais;
  • Feijão;
  • Quiabo;
  • Cevada;
  • Figo;
  • Vegetais folhosos;
  • Aipo;
  • Couve-de-bruxelas;
  • Bagaço da laranja;
  • Ameixa preta;
  • Ameixa preta;
  • Couve-flor;
  • Mamão;
  • Amora;
  • Damasco;
  • Mandioca;
  • Azeite de oliva;
  • Ervilha;

Aviso: o colesterol alto é um dos principais fatores que ocasionam o infarto em todo o mundo, portanto, fique atento e realize exames anualmente para avaliar como anda a sua saúde!

Sintomas de bebê com intolerância a lactose

A intolerância a lactose é caracterizada como a incapacidade de ingerir a lactose. Essa substância é um tipo de açúcar que pode ser encontrado em leites e seus derivados. O grau dessa enfermidade é variável, fazendo com que indivíduos possam consumir pouco ou nenhum tipo de alimento composto por leite. Mas em casos de crianças, principalmente nos mais novos, com até seis meses de vida, esse processo se torna ainda mais delicado, pois o leite materno é essencial à vida.

É comum?

Pesquisas afirmam que é extremamente raro que bebês tenham intolerância a lactose desde o seu nascimento e afirmam que essa enfermidade acontece com mais frequência em crianças a partir dos cinco anos de idade devido alguma infecção ou reação alérgica que prejudique o intestino delgado, fazendo com que a enzima lactase desapareça do organismo.

Normalmente, o dano no intestino delgado dura cerca de semanas, meses e em alguns casos até a criança conseguir tolerar o leite e seus derivados novamente.

Em alguns casos, a intolerância se desenvolve entre os 3 à 6 anos de idade, onde o organismo, por si só, passa a produzir menos lactase que o comum. Algumas crianças, com o passar do tempo, voltam a produzir essa substância mas outras não, podendo cessar totalmente a lactase do organismo. Porém, nessa situação, os sintomas da doença só irá aparecer na adolescência ou com a chegada da vida adulta.

Bebê chorando ao ver mamadeira com leite. (Foto: Reprodução)
Bebê chorando ao ver mamadeira com leite.
(Foto: Reprodução)

Sintomas mais frequentes em bebês

* Diarreia;

* Gases;

* Cólicas;

* Inchaço abdominal;

* Náuseas;

* Crescimento e desenvolvimento mais lento;

* Perda de peso considerável;

Ajuda médica

Caso o seu bebê esteja com os sintomas descritos acima, é indicado que ele seja levado imediatamente ao hospital. Quanto mais rápido a intolerância for constatada, menos desconfortos a criança  terá e mais fácil será o tratamento.

Tratamento

Em caso de bebês e crianças, o tratamento só deverá começar após o diagnóstico do médico e suas prescrições. Somente o médico irá saber qual a melhor tática à ser abordada para conter e eliminar a intolerância a lactase no organismo.

Nos casos menos graves, os médicos costumam passar às crianças uma dieta baixa de lactose. Comprimidos ou gotas de lactase ajudam a digerir a lactose, entre outros. Em indivíduos que possuam uma sensibilidade maior a essa substância e qualquer tipo de seus derivados, serão cortados totalmente.

Dica: há alguns produtos vendidos no mercado que não possuem lactose. Verifique sempre no rótulo das embalagens se existe algum componente dessa substância. Antes da criança consumir o produto, pergunte ao médico se tal alimento é ou não indicado para o consumo.

Lembre-se!

Não dê nenhum tipo de medicação à criança sem que tenha  prescrição médica. Após a constatação da intolerância a lactose, é necessário que a dieta seja seguida de maneira rigorosa, sendo modificada apenas pelo médico responsável pelo caso.

Leite e alguns de seus derivados. (Foto: Reprodução)
Leite e alguns de seus derivados.
(Foto: Reprodução)

Desordem venosa crônica

São ditas como desordens venosas, a incapacidade das veias dos membros superiores e inferiores bombear um volume de sangue, que é considerado insuficiente para o coração. As artérias são responsáveis por levar o sangue saudável com bastante oxigênio do coração aos órgãos, onde as veias são responsáveis por realizar o retorno desse processo.

Causas

Diz-se que na maioria dos casos onde essa enfermidade decorre de uma obesidade, fatores fisiológicos, genéticos, de imobilidades prolongadas da área e por outros fatores médicos.

Tipos

* Superficial: quando os sinais são vistos próximos a pele;

* Profundas: quando os sinais estão localizados nos músculos;

* Perfurantes: quando os sinais estão localizados na pele e nos músculos;

Um dos sinais visíveis dessa disfunção são as varizes. Na maioria dos casos, essa enfermidade acomete mulheres e idosos, na parte inferior do corpo.

Principais sintomas

* Inchaço;

* Vermelhidão;

* Coceira;

* Dor;

* Endurecimento;

* Fadiga;

* Sensação de peso;

* Cansaço;

* Inquietação;

* Alergias;

* Inflamações e infecções da área afetada;

* Dificuldade em cicatrizações.

Fatores de risco

* TVP – Trombose Venosa Profunda: se dá pela formação de coágulos nas veias mais profundas, fazendo com que ocorra o bloqueio do fluxo do sangue em direção ao coração, sobrecarregando as válvulas e prejudicando o seu funcionamento. Nesses casos, o tratamento deve ser realizado de forma imediata, pois a longo prazo pode causar diversas complicações, tal como uma embolia pulmonar.

* Flebite: esse processo proporciona a inflamação e o inchaço do local afetado. Em alguns casos pode fazer com que a área fique com coágulos, provocando na maioria das vezes uma trombose venosa profunda.

Tratamento

Na maioria dos casos, essas desordens não apresentam grandes fatores de problemas de saúde e devido a isso, quase nunca são tratadas, salvo em casos onde o indivíduo possui algum dos fatores de risco descritos acima. É importante lembrar que, mesmo a doença não se apresentando de forma tão agressiva,  ela deve ser tratada para não causar danos mais graves posteriormente.

Os tratamentos são realizados através de mudanças no estilo de vida, terapias, com meias de compressão, a laser, cirurgias, ablação, angioplastia, reparo valvar, entre outros.

Caso qualquer um dos sintomas descritos acima estiver acontecendo no seu corpo, procure um cirurgião vascular ou endovascular o mais rápido possível para a realização do seu diagnóstico e início do tratamento. Quanto mais rápido for constatado o aparecimento da enfermidade, mais efeitos e benefícios o tratamento terá.

Desordem/Insuficiência Venosa Crônica nas pernas. (Foto: Reprodução)
Desordem/Insuficiência Venosa Crônica nas pernas.
(Foto: Reprodução)