Conjuração Baiana resumo

A Conjuração Baiana (1789) também conhecida como a revolta dos alfaiates, aconteceu devido a grande participação dessa classe trabalhadora que, inspirados na Revolução Francesa, carregou muitos dos ideias Republicanos da época.  A cidade de Salvador, onde aconteceu a revolta, passava por uma crise, e uma das causas dessa crise foi por ter deixado de ser a capital e em consequência dessa questão havia perdido uma boa parte dos seus recursos e estava descontente com a administração portuguesa.

conjuração baiana
Imagem da conjuração baiana (foto: reprodução)

A conjuração tinha como principal objetivo o comprimento de seis metas, sendo elas:

  • Emancipação do Brasil como colonia de Portugal e proclamação da Republica.
  • Abolição da escravatura.
  • Abertura comercial para comercio interno e externo com outras nações.
  • Aumento salarial para soldados.
  • Liberdade, igualdade e fraternidade para todas as pessoas.
  • Redução dos impostos.

A Conjuração Baiana contou com a participação de vários populares, entre as classes integrantes da revolta podemos citar os letrados, pobres, comerciantes de baixa renda, escravos, ex-escravos e até padres. Alguns dos nomes que se destacaram como lideres da revolta foi o médico e filósofo Cipriano Barata, o soldado Luís Gonzaga das Virgens e os alfaiates Manuel Faustino dos Santos Lira e João de Deus do Nascimento.

A revolta estava marcada para acontecer no dia 12 de agosto, porém pouco tempo antes um dos integrantes do grupo, o ferreiro José da Veiga delatou a revolta, passando aos informantes sobre quando a revolta aconteceria, dando margem para que as tropas se organizassem e conseguissem impedir o movimento. Ao final do movimento quatro pessoas foram condenadas à morte, incluindo o soldado Luiz Gonzaga e os dois mestres alfaiates Manuel Faustino e João de Deus.

A conjuração Baiana não ganhou tanto reconhecimento quanto a Mineira, entretanto foi uma das pioneiras nos movimentos emancipacionistas com participação das camadas populares. É considerado uma das revoltas que marcaram o processo Republicano brasileiro e trouxe consigo os ideais da revolução Francesa.

História da bíblia sagrada evangélica

A bíblia e o livro sagrado oferece os princípios da religião cristã. Nela está escrito a história da criação do mundo e a trajetória de alguns homens que dedicaram suas vidas à Deus. Desde o antigo testamento à uma parte do novo, são preparados os caminhos, por meio da anunciação dos profetas, para a chegada daquele irá salvar os homens de todos os seus pecados. Segundo a crença, o filho de Deus foi enviado ao mundo delineando toda bondade e sabedoria aos homens. Por fim há trechos onde são “revelados” os acontecimentos do final dos tempos, quando o mundo terreno irá sucumbir e os justos irão para o céu com a segunda vinda de cristo e os ímpios ficarão para pagar por seus pecados.

biblia
Livro sagrado oferece os princípios da religião cristã. Nela está escrito a história da criação do mundo e a trajetória de alguns homens que dedicaram suas vidas à Deus. (foto:reprodução)

A bíblia, como o próprio nome diz, é uma compilação de escrituras que datam desde antes de cristo até mil anos após de sua morte. Os historiadores e pesquisadores ainda se divergem sobre a data especifica da criação de cada parte da bíblia, mas estimasse que os cinco primeiro livros da bíblia tenham sido escritos por Moisés e todo o antigo testamento tenha sido escrito entre 1450 a 450 anos antes de Cristo, enquanto o novo testamento teria sido escrito  há cerca de 45 a 90 anos depois de Cristo.

Cada trecho da bíblia foi escrito ou feito por diversas pessoas, alguns historiadores chegam a afirma mais de 40 autores para a bíblia sagrada.  Ao que tudo indica, a bíblia foi escrita por diversas pessoas sobre a inspiração divina de Deus. Mas uma grande dúvida é gerada sobre os textos e sobre em que texto original ela é baseada e para entendermos isso devemos adentrar à época bíblica. Na época após Cristo ter vindo à terra,  milhares de escritos surgiram contando sua história e diversos textos já existiam sobre o antigo testamento. Portanto, não existe apenas um único texto antigo que conta a história da bíblia, mas vários.

O mais utilizado e aceito é o texto massorético, trata-se de um antigo texto hebraico dos mais aceitos entre a igreja. Existem outros, inclusive os que são da mesma época e não foram incluídos na bíblia, conhecidos como textos apócrifos. Neste, são contados histórias considerado muitas vezes como “herege” e por isso não foram incluídas no conjunto total dos textos. Apesar de tudo, hoje em dia está havendo uma abertura maior à esses textos mesmo não sendo considerados sagrados.

Outra divergência que ocorre bastante é sobre a tradução. Existem diversas traduções, mas como toda língua apresenta  características próprias, no entanto torna-se difícil sua tradução. No caso do Brasil existe uma tradução literal direta do texto hebraico chamado Bíblia de Jerusalém, mesmos com as diversas criticas a maioria das traduções não apresentam uma diferença considerável, já que 99% dos textos são de traduções comprometidas e correta  apenas 1% considerada divergente.

zumbi dos palmares tinha escravos

Zumbi foi o último líder de Palmares, o maior quilombo do período colonial no Brasil. Ele é considerado o grande líder do movimento negro na história do Brasil, entretanto alguns fatos passam despercebidos quando estudamos a história sem procurar a fundo, um caso que ocorre com frequência nas escolas. Para compreender algo sobre o passado é preciso, primeiro, entender o contexto da época e saber analisar o pensamento daquela sociedade.

mitos sobre Zumbi
Zumbi dos Palmares
foto: reprodução

Zumbi apesar de ser considerado um líder antiescravista também tinha escravos, esse fato passa por despercebido à vista de todos. Entretanto, antes de sair julgando, é preciso entender o contexto da época, engana-se muito quem acha que negro é sinônimo de escravo, a sociedade no período colonial era escravista em todos os âmbitos, até para negros escravos existia a possibilidade de comprar escravos e isso ocorreu bastante, era muito comum ver um escravo que comprou a sua liberdade começar a comprar escravos.

Zumbi não era um líder democrático, ele sequestrava escravos para trabalharem como escravos nos quilombos, isso era visto como uma prática comum. As pessoas erram muito em acharem que os negros são um grupo homogêneo, os escravos vinham de muitas partes da África, cada um com uma cultura diferente  e muitas vezes uma tribo era inimiga da outra. Os escravos que fugiam do quilombo eram capturados e executados para servirem de exemplo.

A vontade predominante não era acabar com a escravidão, apenas com a de si próprio. A sociedade não era estagnada, essa é uma grande diferença na escravidão do Brasil, comparando-se com a dos Estados Unidos. Aqui o negro poderia ganhar posses, algo que não era possível nos Estados Unidos, mas o fato de Zumbi ter escravos não torna as suas ações menores, ele enfrentou por muito tempo a grande pressão militar que o Quilombo dos Palmares sofria.

Desenvolvimento das políticas de saúde no Brasil era Vargas

A era Vargas talvez tenha sido uma das mais prestigiadas do Brasil. Sua politica de expansão começou em 1930 com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder. houve certo alvoroço, as oligarquias acabaram perdendo seu espaço e várias reformas políticas começaram a entrar em vigor, desde de a época da era Mauá o Brasil não investia em indústrias, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder isso mudou, o Brasil começou a fazer grandes investimentos na área da indústria e consequentemente  melhorar a qualidade de vida.

Era Vargas e as políticas de saúde
Era Vargas, junta militar de 1930
foto: reprodução

Muitas políticas contribuíram para o desenvolvimento da saúde nessa época, nos anos anteriores já tinha sido implantado o plano da Previdência Social, mas na política de Vargas surgiram os Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPs) que deram suporte aos aposentados em cada categoria, na saúde foi criado o programa de serviço nacional de febre amarela, serviço de malária do nordeste e da baixada fluminense.  Finalmente em 1942 é criado o Serviço Especial de Saúde Pública, todas políticas que melhoraram a qualidade de vida dos brasileiros.

Em 1934  surge uma nova constituição da ditadura do estado novo, desde de então o estado tem se situado mais próximo das políticas públicas. Há uma crescente centralização, típica de governos militares onde a hierarquia tem grande importância. A criação do Ministério do Trabalho e a criação dos sindicatos também contribuíram para a saúde da população, as jornadas de trabalham foram diminuindo e o brasileiro agora recebia mais e poderia pagar por melhores tratamentos.

Em 1945 Vagas é destituído do poder mas é eleito novamente em 1950. Nesse período os rumos da saúde se concentravam em grandes hospitais regionais seguindo o exemplo americano, diminuindo a demanda de postos de saúde, ambulatórios, etc. Nessa mesma época com a insatisfação com o serviço público, surgiram os chamados convênios médicos, onde empresas contratavam serviços particulares e cobravam mais barato de seus funcionários pelas consultas.

Mesmo após o suicídio de Getúlio Vargas em 1954, as políticas se esquivaram um pouco na questão da saúde, apesar de vargas ter investido bastante em indústrias energéticas nacionais a saúde não foi tão lembrada. Após sua morte houve certa discussão sobre a questão do sistema público e privado, entretanto nenhuma medida eficaz foi tomada.