A imaginação das crianças sempre deve ser estimulada e apoiada, acontece que elas creem em qualquer história que os adultos contam e acabam por aceitar com facilidade qualquer situação relatada pelos mais velhos. E sobre a Fada do dente, uma das histórias mais contadas pelos adultos, será que ela existe mesmo ou apenas faz parte da imaginação? Descubra no decorrer da matéria.
Fada do dente (Foto: Reprodução)
História da fada do dente
A fabula da Fada do dente não surgiu de uma tradição como é o caso de Papai Noel que é baseado na história de São Nicolau. A fada dos dentes surge como uma forma de estimular as crianças a tirarem os dentes de leite, pois se permanecerem poderiam prejudicar a boca futuramente. Deste modo as crianças deixavam arrancar os dentes sem problemas para receberem uma recompensa. Tal recompensa chegaria a noite após ter extraído o dente e colocado embaixo do travesseiro onde, supostamente, uma fada viria durante a madrugada e trocava o dente por uma moeda.
Origem
Ainda não sabe ao certo quanto a origem da Fada do dente, mas é provável que tenha sido durante o período medieval. Naquela época acreditava-se que os dentes extraídos deveriam ser guardados ou queimados para evitar que fossem roubados pessoas que já haviam morrido. O primeiro livro a citar a Fada do dente foi The Tooth Fairy, de Lee Rothgow em 1949, mas o escritor espanhol Luiz Coloma criou a história do rato Perez em um livro de cunho infantil no qual o rato Perez dava presente às pobres crianças madrilenhas quando os dentes caiam.
Como revelar a verdade
Falar abertamente que a fada do dente não existe e sem criar um ambiente propicio pode ser uma experiencia traumática à criança. Os psicólogos não tem um consenso quanto a melhor forma de dizer isso à uma criança, entretanto o mais recomendado é não revelar a verdade subitamente, mas ir explicando aos poucos. Certamente que em algum momento a criança fará perguntas do tipo “Como ela faz isso?”, “Por que eu nunca vi a fada dos dentes?”, etc. O ideal é explicar que a fada é fruto de uma crença e que existe no imaginário popular mas não na vida real. Explique de uma maneira simples para que ela possa melhor compreender.
A internet é o meio virtual mais utilitário de todo o mundo. Consegue proporcionar serviços de altíssima qualidade, facilitando muito a vida de todos que lidam com ela, tanto em fator de pesquisa, quanto de interação, comunicação, conhecimento, aprendizagem, entre outros.
Por ser muito benéfica e fácil manuseio, os indivíduos estão começando cada dia mais cedo a entrar em sua rede, o que é um fator alarmante devido há alguns perigos.
Principais perigos
Existem diversas páginas da internet que são perigosas para crianças e jovens, sendo algumas delas até mesmo ilegais, criadas por bandidos, pedófilos e outros indivíduos que usam a rede para fazer mal às outras pessoas. Os maiores perigos encontrados são:
♦ A violação da privacidade;
♦Chats e bate-papos que incentivam o encontro de desconhecidos;
♦ Violações da lei;
♦Incitamento a desobediência, a violência e o ódio;
♦Estímulos para se envolver com drogas lícitas e ilícitas.
Todos os riscos encontrados na internet são mais frequentes do que imaginamos, devido a isso, este assunto vem sendo muito debatido em todo o mundo por várias entidades, ONG’s, famílias, entre outros grupos para ajudar a proteger não somente as crianças e os adolescentes, mas a todos de caírem nos perigos dessa imensa rede.
Principais medidas de proteção feitas pelos pais
Principais perigos proporcionados pela internet para crianças e adolescentes. (Foto: Reprodução)
♦ Ensinar as crianças os seus limites, até onde podem ir, para que tenham responsabilidades;
♦Tenha todas as senhas e logins de e-mails ou qualquer tipo de rede social do seu filho, estabeleça horários para que ele mexa nessas páginas e sempre fique atento aos conteúdos descritos e trocados nelas;
♦Saiba com quem o seu filho anda, como funciona o seu ciclo social procure estar sempre presente, em contato com os amigos dele;
♦Desde criança, estabeleça um alto grau de amizade com o seu filho, mostre que ele pode contar com você em qualquer momento, mantenha sempre um diálogo bem aberto sobre todos os assuntos para que caso surja qualquer problema, que ele te procure imediatamente;
♦Aconselhe o seu filho a não expor tanto suas fotos e nem seus dados pessoais em redes sociais;
♦Procure profissionais qualificados (que mexam muito com a internet) e peça ajuda para colocar senhas em páginas para que elas não sejam acessadas.
Dicas de acesso
♦ Crianças com até 6 anos de idade: poderão acessar somente os sites de conteúdo infantil e educativo por cerca de 30 minutos diários com a supervisão de um adulto.
♦ Crianças entre 6 à 8 anos: poderão acessar somente os sites de jogos infantis que estimulem a criatividade e a coordenação motora, por cerca de até uma hora e meia diária, com a supervisão de um adulto.
♦Crianças entre 9 à 10 anos: poderão acessar os sites aprovados pelos pais e mensagens instantâneas (desde que os contatos sejam de conhecidos, não somente das crianças mas também dos pais), por cerca de uma ou duas horas diárias, com a supervisão de um adulto.
♦ Jovens entre 11 à 13 anos: poderão acessar redes sociais, sites de pesquisa, jogos educativos, e-mails e mensagens instantâneas (desde que as conversas sejam observadas pelos pais e os contatos sejam conhecidos da família), por cerca de duas horas diárias.
♦Jovens acima de 14 anos: poderão acessar diversas páginas da internet, onde os pais deverão bloquear as que não deverão ser utilizadas (em destaque as que são destinadas para maiores de idade, que incentivam a violência, o uso de drogas, entre outros). É indicado que todas as redes sociais, mensagens, e-mails, entre outros sejam supervisionados pelos pais. Procure saber quais são os principais conteúdos procurados no computador do seu filho e para que intuito ele mais utiliza com frequência a internet. O uso do computador nessa idade não deve ultrapassar as duas horas e meia.
Incentive sempre que seus filhos façam suas lições de casa e todas as obrigações antes de utilizar a internet ou fazer qualquer coisa, assim irão adquirir responsabilidade desde pequeno. Estipule horários e não ceda as chantagens emocionais da criança, mostre que limites e regras exigem para serem cumpridas e lembre-se de observar sempre o comportamento do seu filho, não somente enquanto o mesmo estiver conectado a internet, mas também em seu convívio familiar, social, entre outros (principalmente quando a puberdade e a adolescência chegar).
Jogos recreativos são perfeitos para crianças que necessitam de uma atividade física principalmente nas aulas de educação física pois muitas vezes é difícil explicar para uma criança as regras de um esporte já formado, por isso jogos recreativos são tão populares, pois são simples e muito divertidos e exercitam bastante as crianças.
Veja aluns jogos simples que você também provavelmente já brincou na sua infância.
Pega-Pega
Essa é uma das brincadeiras mais populares que existem, basicamente consiste em pegadores e aqueles que serão pegos, existem muitas variações desses jogos, mas no mais geral, uma criança e a pegadora e assim que toca outra criança ela se tornara a pegadora até tocar outra criança novamente, uma das grandes vantagens desse jogos é que o numero de jogadores é ilimitado.
Coelhinho sai da Toca
Deve-se espalhar vários arcos pelo local onde será realizada a brincadeira, podem ser bambolês ou simplesmente desenhados no chão, algumas crianças ficarão dentro dos círculos, ao sinal dado pelo professor, as crianças deverão sair das marcações (suas tocas) e procurarem uma nova.
Pega Bandeira
As crianças devem ser divididas em dois grupos iguais, admitindo um jogador a mais em um tima caso a quantidade seja impar, com o campo estabelecido, duas bandeiras devem ser postas no final de cada campo, o objetivo é capturar a bandeira do time adversário e voltar para o próprio campo, os participantes devem passar pela vigilância do time adversário caso sejam pegos fora do seu campo, serão congelados, e devem permanecer assim até que alguém do seu time o toque.
Corrida com Saco
Os jogadores devem vestir um saco pelos pés até a cintura, depois se colocarem em uma determinada linha de marcação, assim quando for dado o sinal, eles devem correr pulando até a linha de chegada.
Queimada Invertida
Semelhante a queimada, deve-se dividir dois grupos iguais, cada um em um lado da marcação, aquele que for atingido por uma bola passa para o time adversário, no final ganha que tiver mais pessoas no seu time.
Pega Faixa
Cada criança deve receber uma fita ou um balão, o objetivo e capturar a faixa ou estoura o balão do coleguinha, isso sem segurar ou agarrar em roupa ou parte do corpo, só pode-se pegar a faixa ou tentar agarra o balão, ganha o ultima que estiver com faixo ou com o balão inteiro.
Esconde-Esconde
Cada criança deve ser esconder em um local, enquanto um colega começa a contar de olhos fechados, depois de conta o coleguinha deve encontrar os outros, se alguém conseguir correr até o local da contagem (pode ser um muro por exemplo) e disser 1,2,3 salve eu, ela estará salva, caso o ultimo coleguinha se salve e diga 1,2,3, salve todos, quem contou deve começar de novo, caso não aconteça, o primeiro que foi pega será o próximo a contar.
Cobra-Cega
Depois de tirar a sote uma criança deve ser escolhida, ela terá os olhos vendados e será girada, completamente vendada ela deve procurar os outros colegas na sala, o primeiro a ser pego será a próxima cobra-cega.
Por serem muito pequenos ainda, não terem todo o corpo formado completamente e pela imunidade baixa, os bebês, quando não são cuidados de forma correta pode adquirir várias doenças, sendo uma delas a bronquiolite. Em fase neonatal, os bebês possuem bronquiolite, somente os adultos e as crianças maiores possuem bronquite. Essa diferenciação se faz pelo fato do sistema respiratório não estar formado completamente.
Os bebês menores, prematuros e de baixo peso, possuem mais chances de ter bronquiolite que os demais.
O vírus que transmite a doença é transmitido por contato físico, por isso é extremamente indicado que pessoas que estejam com qualquer doença ou infecção, que não se aproxime muito do bebê para que ele não seja contagiado.
Os primeiros sintomas são vistos por crises de tosses, resfriados e gripes, que vão e vem várias vezes por ano.
Como descobrir se o resfriado é um sinal de bronquiolite?
* Lábios e unhas azulados;
* Falta de apetite;
* Tosse demasiada;
* Chiado ao respirar;
* Contração dos músculos abdominais;
* Pele repuxada ou esticada demais entre as costelas, abaixo da caixa torácica ou acima da clavícula;
* Narinas mais abertas que o normal;
* Febre;
* Respiração rápida;
* Exalações longas e forçadas.
Tratamento
Os tratamentos são realizados em base de prevenções para evitar as crises. Apenas em casos extremos que os pediatras passam remédios para os bebês.
* Evite que o bebê tenha contato com pessoas que fumam ou a lugares com fumaça ou que possua cheiro forte, tal como o de tinta;
* Faça com que o bebê repouse;
* Dê bastante líquido a ele;
* Utilize aparelhos de umidificadores para umedecer as vias aéreas da criança;
* Eleve a cabeceira do berço ou da cama colocando uma toalha ou cobertor dobrado entre o estrado e o colchão para evitar o desconforto nasal ou que o bebê sufoque;
* Faça sessões diárias de nebulização para descongestionar as vias nasais e soltar o muco do pulmão.
É muito importante que o bebê tenha acompanhamento médico nessa fase, que faça consultas regulares para avaliar a sua melhora ou piora, para que o profissional ministre remédios para uso se necessário, diminuindo assim as crises e dos desconfortos que a bronquiolite proporciona a ele.