Licenciamento Industrial

Atividade industrial sustentável
Uma das principais funções do licenciamento industrial é assegurar o desenvolvimento sustentável.

Cada dia que passa torna mais evidente o quanto a saúde de nosso planeta está debilitada, por isso as preocupações ambientais tem sido cada vez mais frequentes,  tratados como o de Kioto evidenciam a preocupação, mas, a norma e a conduta nesses casos quase sempre são dispares e os interesses industriais e econômicos sobressaem sobre os ambientais e é para garantir prática sustentável que existe o licenciamento industrial.

De uma maneira geral o licenciamento industrial não é apenas uma medida ecológica protecionista, vai além, visa conciliar os anseios da iniciativa privada ao bem comum, ou seja tenta promover um ganho ou a não perda de qualidade de vida dos grupos sociais que se encontram nós arredores de onde a empresa deseja se instalar. Para licenciar-se a empresa precisa seguir uma série de pré-requisitos e de normas visando controlar os impactos dela na região.

A industria precisa dentre outras coisas assegurar capacidade para dar condições de trabalho dignas, de saúde e ambiente. Para isso a entidade deve ter um projeto, que será totalmente analisado por órgãos públicos antes da liberação para a construção. As empresas licenciadas são agrupadas em quatro tipos de classificações de acordo com tipo de fomento. Os objetivos primordiais do licenciamento ambiental são: prever situações de risco, resguardar a saúde pública e dos funcionários da mesma, salvaguardar a medidas territoriais, garantir a boa qualidade ambiental, prevenir excessos extrativistas e promover o cumprimento das regras de segurança e higiene.

O atual regime vigorante no intuito licenciamento industrial é o RELAI foi instaurado em 2013 e revisitado em 2007 e não só avalia a indústria, também fiscaliza-a  para assegurar que a conduta não vaze a proposta e para que nenhuma das partes saiam desfavorecidas, nem os trabalhadores, nem a empresa, tão pouco a sociedade e o meio natural.

Quem foi Getúlio Vargas resumo

 Getúlio Vargas
Getúlio Vargas foi o presidente que mais tempo se manteve no poder até hoje

Getúlio Vargas nasce em 1882 na cidade de São Borja, no Rio Grande do Sul, em 1930 ele ascende ao poder da nação, após ser um dos cabeças na quebra da política conhecida como café com leite, na revolução de 30 ele derruba o governo de Washington Luiz e assume a cadeira de governador do Brasil.

Durante a primeira fase do seu governo conhecida como governo provisório, ele tira o poder nas mão legislativas vigentes e nomeia representantes seus para as localidades, de imediato começa a acontecer levantes violentos contrários as sanções de Vargas, mesmo o movimento tendo sido desintegrado em 1934 é promulgada a Constituição.

No entanto, em 1937 ele promove o fechamento do congresso nacional e instaura um regime militar no país, o chamado Estado Novo. Nesses tempo Vargas simpatizava com os ideais fascistas de Mussolini e para criar uma boa imagem do governo utiliza de  mecanismos de propaganda que ora promovia o Estado Novo ora combatia as queixas contrárias.

No governo varguista tem se o cerne de direitos trabalhistas brasileiros que vigoram até hoje, entre eles a regulamentação das jornadas de trabalho em 8 horas diárias, implantação do salário mínimo, regulamentação do trabalho feminino e ainda o legitimo das jornadas de trabalho noturnas. Também fez altos investimentos no fomento agrícola ,desenvolvimento em infraestrutura, criação do IBGE, entre outras realizações. Seu governo teve, portanto, caráter desenvolvimentista, nacionalista e populista.

Em 1945 sofre um golpe militar e sai do poder, contudo voltou a ser o representante máximo da nação em 1950 através do voto popular. Sua principal contribuição nesse tempos foi a política nacionalista que tinha como tema “ o petróleo é nosso” que reverberaria na criação da Petrobrás. Em 1954 suicida-se e, como ele mesmo disse, deixou de viver e entrou para a história.

É pecado cortar o cabelo

mistificação do corte de cabelo
Se somos templos do senhor cortar cabelo seria um pecado ou apenas uma forma de deixar a casa de Deus mais bonita?

Antes de tudo devemos levar em consideração que as questões aqui tratadas abordam as preceitos da doutrina cristã e análise e interpretação da bíblia, não  abarca um pluralismo religioso, é bem específico à fé cristã e seus dogmas. Visto isso podemos seguir com a dialética sobre as considerações nos evangelhos acerca da do corte de cabelo ser uma infração as leis do divino.

O problema com a mistificação do cabelo é as interpretações errôneas que os indivíduos fazem dos textos bíblicos e para melhor explicar isso faremos uma sucintos diálogos com algumas passagens bíblicas tomadas como iluminadoras no que tange a proibição do corte capilar, principalmente feminino.

Em Corintios 1 versículo 11 trata um pouco sobre a honra e o corte de cabelo, diz a lei de Deus que é honroso ao homem ter o cabelo curto e honroso a mulher ter o cabelo longo já que este seria como se fosse o véu para a mulher, desonrar não é pecado e é o contraio que muitos pregadores disseminam até hoje de  forma errônea. Outra passagem é Matheus 10 versículo 30 onde se fala que ate seus cabelos da cabeça estão contados, não quer dizer que não possa apara-los explicita apenas o quão grande é conhecedor o Senhor dos seus filhos.

Da mesma forma que julgam tirar da bíblia preceitos para o não corte de cabelo, usando,  os mesmos o podemos contesta-los. Na questão do corte de cabelo usa se muito a explicação do Nazireu, uma promessa de manter a cabeça rapada por um certo tempo, a mulher que raspava a cabeça e adentrava ao templo era vista de forma desonrosa e por isso a necessidade do véu. Para fechar o assunto tomemos a seguinte passagem de Lucas 7 do versículo 36 ao 50, onde o senhor salva uma mulher pela sua fé, não importando o comprimento de suas madeixas.

Todos temos a capacidade de interpretação o problema é que a maioria das pessoas acomodaram-se em receber estas já prontas em tom de normas, não utilizam seu poder de crítica e muito menos contextualizam o sentidos bíblicos, isso acarreta o surgimento de pregadores sensacionalista com ensinamentos ditos inquestionáveis que na realidade de apenas mais um ponto de vista, feito ainda algumas vezes de má fé. Aprenda a ler as coisas que segue forme seus conceitos antes de reproduzir os preconceitos já formados.

Qual a verdadeiro papel da metodologia de pesquisa científica

A metodologia de pesquisa científica é de maneira mais prática uma ramo de conhecimento dedicado a apresentação, discussão dos métodos empregados em determinada ciência em seu processo. Analisa, crítica, pontua os métodos da pesquisa, explicitando seus pontos indispensáveis e outros que devem ser problematizados.

Metodologia de pesquisa Científica
A metodologia de pesquisa lhe norteia quanto aos caminhos da pesquisa acadêmica.

Mas a metodologia de pesquisa científica vai bem mais a fundo, ela implica uma espécie de barreira interpretativa a produção acadêmica,  já que, dentro dos mecanismos de analises não é permitido trabalhar com suposições sem nenhum embasamento teórico.

A metodologia também é responsável por legitimar o trabalho do pesquisador, porque,  em seus constructos estará o caminho percorrido por ele para chegar ao final do seu percurso de conhecimento. Isso não quer dizer que as ciências são conceitos imutáveis que não permite o desenvolvimento de novas potencialidades e conhecimento, pelo contrario, as ciências são processos mutáveis, em constante refiguração.

A metodologia propicia ainda percepção da linguagem acadêmica, analisando-a você consegue entender as motivações do autor, as perguntas que ele tenta elucidar ou evidenciar, as correntes teóricas seguidas, o seu trabalho com as fontes e ainda a quem é destinado aquelas palavras. Sim, sempre que nós propomos um trabalho desces carrega-se junto uma série de ideologias , e duvidas até existenciais. Ai emerge novamente um ponto já citado, a barreira interpretativa. O método não nos deixa carregar as linhas com o fôlego dos desejos próprios e criar um conhecimento sem raízes, sem pilares. Fazemos as perguntas, mas são os métodos e fontes que nós dão as respostas.

No passado correntes positivistas diziam que para ser uma ciência o conhecimento deveria ser produzido se forma imparcial, conseguida através do rigor do método. Ideais como esse felizmente já encontram-se em ruínas, hoje se entende a impossibilidade do estudo imparcial  na grande maioria das  ciências,  pois, no momento que se escolhe o que estudar, já estabelece ligações com aquele objeto, quando escolhe as correntes de estudo que sustentará sua teoria coloca o pessoal e assim é em todo o processo.

Portanto, o método científico permite que toda a comunidade acadêmica aceite aquela produção como validada, observando nelas os traços de sua execução, verificabilidade, originalidadecoerência, entre outros.  A metodologia não deixa que o conhecimento seja preso a esteriótipos  e preconceitos, não representando um série de preceitos massantes e mecanizados.