Motivos da Guerra do Iraque

No ano de 2003 começou a Guerra do Iraque, quando o país ainda era governado pelo Saddam Hussein. O Estado sempre alegou para a ONU (Organização das Nações Unidas) que não possuía armamentos nucleares e de destruição em massas. O presidente dos EUA, George W. Bush deu início nesse instante ao primeiro embate entre os dois países.

Motivos e consequências

Eixo do mal

A primeira razão para os EUA ter dado inicio a esse embate, foi a consequência direta do ataque ao seu país, tendo como atentado o terrível acontecimento de 11 de Setembro de 2001, que atingiu militares e alvos civis em território americano. A partir daí, todo o governo concluiu que o Iraque fazia parceria junto a diversos grupos terroristas incluindo a rede Al Qaeda, de Osama bin Laden, onde disponibilizavam ainda seus armamentos como apoio aos conflitos que estavam sendo gerados.

A invasão

No dia 20 de Março ocorreu a primeira invasão no Iraque, onde ocorreu um grande bombardeio aéreo na sua capital Bagdá. Com o início do conflito, cada dia que se passava era marcado com muitas mortes. Os avanços das tropas estrangeiras estavam acontecendo rapidamente e então, Saddam Hussein, no dia 1 de Abril, convocou uta armada contra supostos infiéis e inimigos do islamismo, chamado ainda de jihad islâmica, mas todo o esforço foi em vão.

Guerra do Iraque

Nessa mesma época, comboios americanos cruzavam o rio Tigre, chegando então ao centro de Bagdá, onde as tropas faziam uma grande manifestação contra o governo iraquiano e seu poder, derrubando então a estátua de Saddam Hussein, na praça Farduss. Assim, as tropas americanas conquistaram a capital e o presidente do Iraque desaparece. Somente após 8 meses, no dia 13 de Dezembro do mesmo ano, Saddam Hussein foi encontrado em um esconderijo subterrâneo na cidade de Tikrit.

No dia 19 de Agosto de 2003, a sede da ONU em Bagdá, sofre um ataque com um carro bomba, onde deixa 22 mortos, sendo um deles o representante brasileiro da organização Sérgio Vieira de Mello.

No ano de 2004, Bush admitiu em rede nacional que as tropas militares não encontraram nenhum armamento nuclear ou destruidor de massa no Iraque.

Em 2005, Saddam Hussein, foi condenado pela morte de 148 xiitas – que representa um grupo islâmico. Teve como sua pena uma sentença de morte, onde foi enforcado no dia 30 de Dezembro de 2006, após 24 anos no poder do país.

Fim da Guerra

Após os 24 anos de reinado de Saddam Hussein e sua morte, Barack Obama, o novo presidente dos EUA, faz com que todas as tropas americanas se retirem da região iraquiana.

Após fazer uma boa análise de todo o contexto desse embate, Obama afirma que foi num grande engano os EUA ter entrado nesse conflito. No dia 1 de Setembro de 2010 o novo presidente anunciou toda a retirada de suas tropas do Iraque e afirmou que o seu país já pagava todas as consequências desse conflito.

Estima-se que somente daqui a 10 ou 20 anos poderá saber em fatores reais se a Guerra entre os países foi um equívoco ou não.

Pesquisas apontam que mais de 189 mil pessoas morrerem durante esse período. Pessoas iraquianas, soldados americanos, jornalistas, trabalhadores humanitários, forças de segurança e insurgentes – sendo cerca de 134 mil civis do Iraque.

O Iraque nesse processo recebia apoio dos demais países com cestas básicas e diversos outros recursos para sua sobrevivência. Mas ainda assim, calcula-se que mais de 500 refugiados deixou o país.

A despesa da Guerra custou mais de 1,7 trilhões de dólares para os EUA. Esse valor poderá crescer em grande escala em duas décadas posteriormente, pela ajuda em benefícios devidos aos veteranos de guerra.

Curiosidade

Muitos pesquisadores afirmam que o maior motivo do embate entre essas duas forças não foi em razões de armamentos, mas sim o interesse econômico dos EUA sobre o petróleo do Iraque, que até hoje movimenta o mundo em fator de exportação.

Japão cultura, religião e economia

O Japão é um país insular localizado na República Popular da China. Toda sua extensão é composta por um arquipélago com aproximadamente 6.852 ilhas, sendo as maiores a Hokkaido, a Kyushu, a Honshu e a Shikoku. A maior parte das ilhas tem características montanhosas com muitos vulcões. É dono da décima maior população do mundo.

Possui uma grande potência econômica, cultural, social, política, uma enorme força de segurança ampla e moderna. É um país de padrão de vida consideravelmente alto, dono da maior expectativa de vida do mundo e a terceira menor taxa em relação a taxa de mortalidade infantil.

Cultura

Toda a cultura dessa nação surgiu com junções de influências e 

Japão

tradições chinesas, ocidentais e indianas, visualizando esse aspecto desde a sua arquitetura até a sua gastronomia. Após a influência direta dessas regiões, o Japão desenvolveu-se de maneira independente e renovou diversas particularidades de sua cultura. Nos últimos séculos acrescentou as suas riquezas um pouco de detalhes americanos e europeus, e com isso, conseguiu gerar o seu próprio complexo de artes, técnicas artesanais como bonecas e objetos lascados e cerâmica, artes com papel, espetáculos, dança, tradições e jogos, além de uma culinária magnífica e única.

A sua cultura popular é conhecida mundialmente através dos seus animes e mangás. Outros exemplos destaques dessa cultura milenar é o seu sushi, o karate, o judo, os bonsais e o kendõ.

Economia

O país possui uma das economias mais desenvolvidas do mundo. Seu PIB é o segundo mais alto do mundo, caracterizando essa relevância graças ao seu setor industrial e financeiro.

A industrialização do Japão se dá pelas industrias navais, automobilísticas, de eletrodomésticos, de componentes eletrônicos, de fibras sintéticas, tendo em destaque a sua tecnologia avançada.

O setor terciário é aquele que mais peso possui na economia nipônica, contribuindo com 58% de sua taxa para o PIB, enquanto os rendimentos provenientes do setor primário apenas 2%. Mesmo com sua área agrícola reduzida, o país desenvolveu diversas técnicas modernas para esse meio de produção. O arroz ainda é o produto mais importante dessa cultivo, por sua essencialidade na alimentação. A crescente taxa da população urbana intensificou a agricultura e a pecuária no país.

Os principais parceiros de comercialização do Japão são os EUA, Taiwan, China e a Coreia do Sul.

Religião

A maioria da população do Japão está ligada a religião budista e xintoísta. Essa avaliação é realizada de acordo com pessoas que possuem associações com um templo e não em vista de todos os que seguem a religião mesmo sem pertencerem a essas entidades.

O confucionismo, o budismo e taoísmo da China, também interferem na nos costumes e crenças dos povos japoneses. É normal ver no país filhos e pais celebrando rituais xintoístas, estudantes rezando anteriormente a exames, casais celebrando casamentos em igrejas cristãs e funerais em templos budistas.

Apenas cerca de 2,04% de toda a população se professam no cristianismo. No país também pode-se encontrar algumas seitas religiosas, tal como TenrikyoAum Shinrikyo e Soka Gakkai.

Importância dos rios na China

Toda a extensão da China possui mais de 5.000 rios, que representam grande importância para toda a história das civilizações que se findaram no país. O seu comprimento fluvial mede aproximadamente 220.000 quilômetros, mas somente 95.000 quilômetros são de vias navegáveis.

Os três rios mais importantes dentre os vários que existe na China é o Rio Amarelo (Huang He ou Huang Ho), Rio Azul (Yangtzé, Yang-Tsé ou Chang Jiang) e o Rio Xi-Jiang. Eles representam extrema importância pois irrigam as terras deixando-as férteis, produzem energia, facilitam o transporte fluvial de pessoas e mercadorias.

As primeira civilizações da China se desenvolveram nas margens desses rios e através deles foram criando o seu Estado e os seus meios de sobrevivência e expansão.

Rio Amarelo

Rio Amarelo

 Comprimento: 5.464 quilômetros.

Fluxo: 2.571 m³/s.

Nascente: Bayan Har Mountains.

Foz: Mar de Bohai.

 

 

 

 

 

Rio Azul

Rio Azul Comprimento: 6.300 quilômetros.

Fluxo: 30.170 m³/s.

Nascente: Qinghai.

Foz: Mar da China Oriental.

 Pontes: Sutong Bridge, Wuhan Yangtze River Bridge e Ponte de Runyang.

 

 

Rio Xi-Jiang

Rio Xi-Jiang Comprimento: 1.957 quilômetros.

Foz: Pearl River Delta.

Nascente: Xun River, Rio Li.

Revolta Armada

A Revolta Armada se deu em liderança da Marinha brasileira que estava insatisfeita com a forma governamentista do Deodoro da Fonseca. Eles apoiavam a manutenção dos militares em frente ao governo, enquanto Floriano Peixoto renovava os quadros políticos nacionais e regionais, criando o Partido Republicano Paulista (PRP).

Nesse momento, Custódio de Mello – Ministro da Matinha –  e Saldanha da Gama planejaram um grande movimento contra Floriano Peixoto. Como não tinham um grande motivo para justificar esse ataque, ambos denunciaram a ilegalidade do governo de Floriano para tal ação.

Visualizando as normas ditas naquele período, o vice-presidente só poderia assumir o governo depois de dois anos cumprimento do mandato presidencial, se isso não acontecesse, novas eleições deveriam ser feitas.

Revolta Armada

Após alguns meses, Floriano Peixoto assumiu o lugar de Deodoro da Fonseca. Nenhuma das orientações constitucionais antes descritas se aplicava ao seu governo que possuía a partir de então o voto direto.

Mesmo com essa justificativa, os militares organizaram seus navios e apontaram todos os seus canhões para a Capital Federal. Pelo forte apoio político, Floriano não cedeu a pressão dos militares.

1893

No dia 13 de Setembro de 1893, os navios militares abriram fogo ao Rio de Janeiro. Em Março do ano seguinte esses mesmos conflitos foram ditos por ataques terrestres dada pelas fortalezas e exércitos que apoiavam Floriano. Muitos voluntários apoiaram o governo ditado por ele e impediram que os revolucionários desembarcassem.

Vários participantes dessa revolta resistiram as tropas governamentais. Com novas frentes de batalha, partiram para a região do Rio Grande do Sul. O maior foco de resistência se deu pela Revolução Federalista que acontecia no RS. Mas mesmo após tantos embates, Floriano Peixoto, o “marechal de ferro”, se tornou o defensor da República.