Verduras que contém carboidratos

Verduras e carboidratos

Os carboidratos são descritos como as moléculas orgânicas mais abundantes da natureza, isso porque constituem aproximadamente 3/4 da massa seca de todas as plantas verdes, sendo produzido por elas durante a fotossíntese, a partir da luz solar, H2O e O2.

Assim como os demais compostos encontrados no meio ambiente, os carboidratos desempenham importantes funções no nosso organismo, como:

» Alimentos baratos e de fácil digestão;
» Funcionam como alimentos de reserva;
» Principal fonte de energia do organismo;
» Componentes das membranas celulares;
» Participam dos mecanismos de defesa;
» Responsáveis pela maioria das reações de escurecimento;
» Componente estrutural (sustentação) de vários organismos;
» Pertencem ao grupo dos nutrientes básicos;

Subdivisão

Carboidratos simples

» Vantagem: são rapidamente assimilados pelo organismo;
» Desvantagem: não proporcionam sensação de saciedade devido a sua rápida digestão;
» Classificação: alto ou moderado índice glicêmico;

Carboidratos compostos

» Vantagens: são assimilados e digeridos lentamente pelo organismo, proporcionam sensação prolongada de saciedade, são mais nutritivos e ajudam a comer menos;
» Classificação: baixo índice glicêmico;

Massa muscular e perda de peso

Para quem busca um corpo bem definido e musculoso, é importante que invista corretamente no consumo dos carboidratos. Indica-se que antes do treino, para dar mais energia e resistência física, alimentos ricos em carboidratos com curva glicêmica baixa ou moderada seja ingerido; posteriormente, os de alto índice glicêmico deverão ser comidos para proporcionar uma melhor e mais recuperação regeneração muscular.

Em relação a perda de peso, os carboidratos mais indicados para serem consumidos são os complexos, isso porque eles proporcionam saciedade, o que ajuda a diminuir a quantidade de alimentos consumidos em cada refeição diária.

É importante que nesse período de dieta, sejam feitas entre 6 à 8 refeições por dia, onde os carboidratos deverão ser inseridos em algumas delas de acordo com as especificações de um bom nutricionista, que avaliará as condições físicas do corpo, os objetivos do indivíduo e prescrever a reeducação alimentar adequada.

Verduras ricas em carboidrato

Verduras e carboidratos
Verduras ricas em carboidrato.
(Foto: Reprodução)

Aprenda como funciona uma bússola

Dicas de como funciona uma bússola

A bússola corresponde a um pequeno objeto que marca pontos cardeais, sendo uma das ferramentas mais simples e eficazes dessa classificação. Sua agulha sempre fica apontada para o pólo Norte, dando bases aos seus usuários, permitindo que eles saibam em qual ponto cardeal se encontram.

Ela é considerada como um dos modelos mais utilizados para finalidade de determinação de direções, sendo um instrumento indispensável para navegação. Suas primeiras histórias se fundamentaram há milhares de anos, na Era dos Descobrimentos e devido a sua eficácia, sofreu algumas alterações na sua composição para se adequar as necessidades atuais.

Funcionamento

Dicas de como funciona uma bússola
Bússola.
(Foto: Reprodução)

Ao observar seus princípios, é possível ver que o seu funcionamento se baseia na conjugação do magnetismo da agulha com o magnetismo da Terra, pois o planeta possui um campo magnético que faz com que a agulha marque os pontos cardeais, se deslocando de sentindo de acordo com a posição do indivíduo.

Analisando que pólos opostos se atraem, a parte Norte da bússola é atraída pela Sul (o pólo Norte geográfico) e a parte Sul se faz então atraída pelo Norte magnético da Terra, indicando-os assim no disco de leitura.

Geralmente, em sua descrição, é possível visualizar que a sua agulha tem marcações em vermelho e o Norte e o Sul (ou “N” e “S”) em preto. Dessa maneira, o usuário consegue ter bases de classificação de direções e definições. Existe ainda dois outros sentidos que poderão ser notados na sua leitura, o Leste (lado direito) e o Oeste (lado esquerdo).

Observação: A leitura da bússola é realizada com basamento nos pólos “N” e “S” porque em relação ao mapa, o pólo Norte geográfico se situa em cima e o pólo Sul em baixo. Magneticamente falando, o pólo Norte magnético fica em baixo e o pólo Sul fica em cima.

Componentes

» Base: normalmente marcada com uma régua de escala e com uma ou mais réguas laterais. Composta de plástico e é transparente.
» Cápsula: possui uma agulha magnética e se faz preenchida com líquidos que proporcionam a estabilidade da agulha.
» Disco de leitura: possui uma escala em graus que fica em volta da cápsula, que serve para ser girada manualmente para obter o rumo em graus necessário.
» Portão: corresponde a uma faixa preta e vermelha pintada numa lâmina ou na cápsula, servindo para alinhar a agulha.
» Linhas de Norte: servem para alinhar a bússola com os meridianos inseridos no mapa.

Rendimentos isentos e não tributáveis

Rendimentos isentos e não tributáveis

A Receita Federal do Brasil é responsável por promover vários serviços no país, como as isenções e tributações de rendimentos. A lista dessas particularidades costuma ser alterada de acordo com os entendimentos da instituição e a Legislação Brasileira.

As últimas regras ditadas pela Receita em relação ao Imposto de Renda é que todos os contribuintes que tiveram rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 40 mil, serão obrigados a declarar entre outras situações.

Rendimentos isentos e não tributáveis
Tipos de rendimentos IR.
(Foto: Reprodução)

Os rendimentos isentos e não tributáveis correspondem aqueles que não se paga nenhum imposto quando são ganhos, como:

» Ajuda de custo;
» Alimentação, transporte e uniformes fornecidos pelo empregador;
» Auxílio-transporte e auxílio-alimentação a servidor público federal civil;
» Benefícios recebidos por deficientes mentais;
» Bolsas de estudo recebidas como doação ou para médico-residente (a doação não pode representar vantagem para o doador nem ser feita em troca de serviços);
» Cadernetas de poupança;
» Cessão gratuita de imóvel para parente ou proprietário;
» Contribuições empresariais para o PAIT (Plano de Poupança e Investimento);
» Contribuições pagas pelos empregadores para programas de previdência privada;
» Contribuições patronais para o plano de incentivo à aposentadoria programada individual;
» Diárias para pagamento de despesas;
» Dividendos do FND (Fundo Nacional de Desenvolvimento);
» Doações e heranças;
» Ganho com venda de único imóvel (até R$ 440.000,00 mil reais);
» Indenização de seguro por furto ou roubo;
» Indenização de transporte a servidor público da União;
» Indenização decorrente de acidente;
» Indenização por acidente de trabalho;
» Indenização por danos patrimoniais;
» Indenização por desligamento voluntário de servidores públicos civis;
» Indenização por rescisão de contrato de trabalho e FGTS;
» Indenização reparatória a desaparecidos políticos;
» Indenização em virtude da desapropriação para fins de Reforma Agrária;
» Juros recebidos de letras hipotecárias;
» Licença-prêmio (não gozada);
» Lucros e dividendos distribuídos aos sócios de empresa;
» Pecúlio recebido do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social);
» Pensionistas com doenças graves;
» Pensões e aposentadorias recebidas por maiores de 65 anos;
» Proventos de aposentadoria por doença grave;
» Proventos e pensões da FEB (Força Expedicionária Brasileira);
» Recebimentos referentes ao PIS e PASEP;
» Redução do ganho de capital na venda de imóvel adquirido até 1988;
» Rendimentos distribuídos ao titular ou a sócios de microempresa e empresa de pequeno porte, optantes pelo Simples;
» Resgate de contribuições de previdência privada;
» Resgate do FAPI (Fundo de Aposentadoria Programada Individual);
» Resgate do PAIT (Planos de Poupança e Investimento);
» Salário-família;
» Seguro-desemprego e outros auxílios;
» Seguros de previdência privada;
» Serviços médicos pagos, ressarcidos ou mantidos pelo empregador;
» Valor de bens ou direitos recebidos em devolução do capital;
» Venda de ações e ouro, ativo financeiro;
» Venda de bens (até R$ 20.000,00 mil reais);
» Valor recebido da apólice de seguro;

Comportamento de dados a partir de uma representação gráfica

Comportamento de dados a partir de uma representação gráfica

A representação gráfica vem sendo abordada no mundo há milhares de anos, tendo como seus principais criadores e representantes, o matemático e físico Jean Heinrichi Lambert, que produziu o primeiro diagrama estatístico e o geólogo e matemático John Playfair, que construiu o gráfico de barra, o gráfico de pizza, entre outros.

Esse processo corresponde em sua finalidade principal, uma amostra de fenômenos físicos, sociais, econômicos e outros assuntos, desde que estejam relacionados de forma ordenada e escrita em seu esboço. Pode ainda se dar através da representação de funções, através de curvas, superfícies e/ou gráficos.

O comportamento dos dados vão variar de acordo com a especificação de cada um deles e a escolha de como será a representação gráfica utilizada. Tudo isso ainda dependerá das coordenadas que serão descritas por um um conjunto finito de segmentos de linhas e pontos, que unem a locais distintos.

Em relação aos dados estatísticos, é importante ressaltar que a sua representação poderá ser feita tanto por tabelas, quanto por quadros de distribuição por frequência e gráficos – se faz como a modalidade mais usada devido a melhor exposição visual das informações.

Observação: Use todo e qualquer tipo de gráfico com cautela, escolhendo cada um deles de acordo com a situação abordada.

Softwares

Devido a grande utilidade e a diversidade das formas de representações gráficas, muitos aplicativos foram desenvolvidos, o que facilita a execução da simbolização dos dados. Veja abaixo alguns deles:

Comportamento de dados a partir de uma representação gráfica
Representação gráfica.
(Foto: Reprodução)

» XFunctions;
» VisualMethods;
» Supergraph;
» Linear regression Pro;
» Groups and graphs;
» GraphMat;
» Funções e Derivadas;
» Fathom;
» Escher;
» CurvusPro;
» Concurrent GraphPlot II;
» Cinderella;
» CGraph;
» Advanced Grapher;