Sentar perto televisão estraga as vistas

Quem nunca ouviu a afirmação de que ficar muito próximo a tela da televisão causa problemas na visão? Esse é uma informação muito disseminada dentro do imaginário popular, mas será que realmente procede? A resposta para esses mitos oftalmológicos tentaremos encontrar a seguir.

Mito ou verdade ?

Nenhum estudo científico comprova que que ficar muito perto da TV prejudicam a visão. Na verdade oftalmologista afirmam que isso é um mito, na verdade a há uma acomodação dos olhos que dá a sensação de cansaço ocular, mas esse efeito é passageiro e não reflete negativamente na saúde visual.

tv's
Muito perto da tela da TV pode gerar um incomodo momentâneo na visão mas nenhum tipo de problema permanente.

Não se sabe ao certo de onde advêm esse mito de que assistir próximo a televisão pode acometer em perda de visão, acredita-se que uma de suas raízes está no processo de diminuição natural da s capacidades visuais decorrente da idade, que erroneamente foi associado os televisores. Os aparelhos   arcaicos  emitiam autos índices de radiação que realmente era  prejudicial a vista, entretanto esse problema foi corrigido e atualmente as TV’s são totalmente seguras nesse âmbito.

As crianças são as que mais recebem broncas dos país para se afastarem da tela do televisor, isso acontece porque isso permite que eles apreciem as imagem ampliadas. Mesmo assim é recomendável se manter a uma distância de pelo 2 metros em relação ao televisor e sempre a assistir em ambientes iluminados, isso não previne doenças mas evita que você sinta desconforto ao assistir.

Podemos concluir então que provavelmente forçar as vistas não seja o motivador de um problema de visão, no entanto pode ser uma consequência, ou seja, o esforço excessivo para enxergar pode ser um prenúncio de algum problema na refração dos olhos. Assim é bom se atentar e realizar um exame clínico para conferir a saúde visiva. 

Como saber se sou daltônico: Teste de Daltonismo e Sintomas

O Daltonismo denomina-se a falta de sensibilidade de percepção das algumas cores. Portanto as pessoas que possuem esse distúrbio, são chamadas de daltônicas, são capazes de ver cores, mas se limitam a distingui-las principalmente se as mesmas estiverem em pares de cores complementares. O Daltonismo foi descoberto ainda no século XVIII, pelo químico inglês John Dalton, primeiro cientista a realizar uma pesquisa sobre a anomalia ocular, a qual também sofria, portanto do seu nome provém o termo Daltonismo.

O problema na distinção de cores também é chamado de discromatopsia, retrata uma perturbação genética. A maior deficiência visual do daltônico está na percepção das cores vermelho e verde, sendo essa o problema de aproximadamente 99% dos casos. Também há deficiência para as cores azul/amarelo, porém é mais rara. O distúrbio possui outra vertente rara, onde afeta somente uma visão da pessoa, é a dicromacia unilateral, um olho normal e o outro é daltônico.

Daltonismo
Visão daltônica a esquerda.

Já foi comprovado geneticamente, que a perturbação está mais ligada ao gênero masculino, sendo que cerca de 8% a 10% para apenas 1%. O distúrbio pode ser percebido ainda na infância, pois quando as criança realizam simples atividades como colorir desenhos pode se notar diferenças da escolha das cores. Para efetivar o diagnóstico de Daltonismo, é realizado um teste muito famoso, capaz de detectar corretamente o distúrbio.

O teste foi criado pelo oftalmologista japonês Shinobu Ishihara, e ainda é muito bem empregado nos exames clínicos. O Ishihara Color Test for Color Blindness foi desenvolvido através da criação de diversos cartões feitos com círculos de vários tamanhos e cores. No centro dos mesmo estão inseridos alguns números que somente podem ser vistos claramente por uma pessoa que não sofra de daltonismo. O teste demonstra que é possível ler os números aquele que tenha excelente percepção das cores.

teste
O teste foi criado na Escola Médica Militar, para detectar as anomalias de visão de cores nos recrutas.

Para as crianças ainda muito pequenas, pode substituir os números por desenhos e/ou também figuras geométricas. O testes também revelam quais os níveis de percepção das cores, determinada pessoa possui, uma vez que há diferentes problemas associados ao Daltonismo. Quando o distúrbio é muito sério, a visão só enxerga tudo em preto, branco e cinzento, ou seja, visão acromática. Nos demais casos, que são mais comuns, os daltônicos podem visualizar as cores, mas as mesmas parecem estar sem realce, como se tudo o que existisse colorido no mundo estivesse sem brilho e vivacidade. Os 3 tipos de daltonismo mais comuns são:

Deuteranomalia – dificuldade de percepção das cores verde e o vermelho, afetam mais de metade das pessoas daltônicas;
Protanomalia – dificuldade em distinguir a cor vermelha.
Tritanomalia – dificuldade de percepção das cores azul e o amarelo, está entre o casos raros;

Os sintomas do Daltonismo são simplórios, e  cada pessoas apresenta de maneira diferentes. Pode portanto ter problema em identificar cores, é insensível ao brilho das cores, não consegue diferenciar cores muito parecidas, tons sobre tons e etc. Ainda pode ter um breve movimento dos olhos, de um lado para outro. No primeiro indício, é preciso procurar orientação médica, para que se   faça o diagnóstico.