Níveis de ácido úrico baixo e alto

O ácido úrico é um tipo de substância que se forma naturalmente no organismo. Suas taxas costumam estar sempre no padrão ideal, mas quando se encontram elevadas, pode vir a gerar inflamações no corpo e dor nas articulações, principalmente nos cotovelos e nos membros inferiores.

Quando sua taxa está alta encontrada no sangue, pode ocasionar diversas doenças, sendo a principal delas a gota ou o cálculo renal. Para que seja evitado esses processos, é muito importante que todos tenham a consciência de ter uma boa alimentação, de beber água regularmente e praticar exercícios, levando sempre uma vida saudável.

Valores de ácido úrico

Em referência ao sangue

* Mulheres: 2,4 á 6,0 mg/dL

* Homens: 3,4 á 7,0 mg d/L

Em referência a urina

* Mulheres e homens: 0,24 á 0,75 g/dia

Possíveis causas

Ácido úrico

* Diabetes;

* Obesidade;

* Ingestão de álcool;


*
Hipertensão arterial;* Psoríase;

* Sarcoidose.

Sintomas

Os sintomas de um ácido úrico alto mostra a formação de cristais de cálcio dentro das articulações, provocando assim muita dor e inflamações na região.

As partes do corpo mais afetadas pela alta taxa do ácido úrico são os pés, os tornozelos, os cotovelos, as mãos e os joelhos. A alta aglomeração dessa substância pode causar ainda formação de pedras nos rins.

Tratamento

Quem possui esse distúrbio, deve evitar se estressar fisicamente e emocionalmente, utilizar diuréticos, anti-inflamatórios, alimentos e bebidas com purina, tais como a carne vermelha, os miúdos, peixes e frutos do mar. 

O paciente deverá seguir uma dieta a risca, onde ela deverá ser pouco calórica. O leite e seus derivados ajudam a melhorar a eliminação do ácido úrico, portanto, esses alimentos devem estar incluídos nesse processo.

Em alguns casos, é indicado que remédios sejam ministrados pelos médicos para inibir a produção dessa substância ou para aumentar sua excreção – algumas pessoas utilizam ambos medicamentos pois possui muita produtividade do ácido e dificuldade de sua eliminação.

É importante que o paciente beba muita água para ajudar o organismo a excretar o ácido úrico, que prefira consumir alimentos não industrializados, que evite o consumo de bebidas alcoólicas e principalmente que não se automedique.

Calvície tem cura ou tratamento

Muitas pessoas pensam que a calvície é um problema apenas masculino, mas ele também afeta as mulheres.

Causas

* Herança genética e alterações hormonais: o pelo vai se afinando levemente e vai caindo aos poucos. O uso de tocas e bonés aceleram esse processo de perca dos fios. Ainda não possui cura, mas há tratamentos que fazem com que o processo seja mais lento.

 * Renovação dos fios de cabelo: os fios de cabelo são renovados no decorrer da vida, o que acontece é que pessoas com tendência genética vão perdendo o novo crescimento desses novos fios durante o longo dos anos, formando “buracos” sem cabelo na região da cabeça ou com apenas poucos fios bem finos e sem nenhuma resistência.

* A calvície nas mulheres tem por fator o estresse, a ansiedade, sofrimento emocional, a anemia, alterações na tireoide e herança genética. A mulher não fica careca, mas sofre com uma grande queda de cabelo e os fios que sobram ficam muito finos e frágeis.

Calvície
Foto: Reprodução

O termo utilizado pelo médico quando constatado a redução dos cabelos é alopecia. Os especialistas que cuidam dessa área médica são os dermatologistas e os cirurgiões plásticos.

Muitos cientistas fizeram várias conclusões sobre os tipos de calvície, mas a única mudança desses modelos são a localização da parte onde está acontecendo a perca de cabelo.

A hereditariedade está presente em maior quantidade hormonal dentro dos 17 anos de idade. Esse é o ponto onde deve ser feito prevenções para que o cabelo não caia tanto, pois se não, a pessoa ao chegar aos seus 22 anos já estará com uma imensa redução capilar.

As pessoas que se previnem nesse momento e cuidam para que essa grande redução não aconteça, começará a perceber os sinais da calvície apenas com seus 26 anos, mas os tratamentos devem ser contínuos para que não fique careca de vez antes de chegar em uma idade mais avançada.

Fatores de Crescimento

Calvície feminina
Foto: Reprodução

Existem 3 tipos de fatores de crescimento, que já estão sendo produzidos em laboratórios e vendidos em forma de loções, eles ajudam na sustentação da força capilar, ajudam a aumentar o crescimento e a diminuir a queda dos fios. São eles:

IGF – Fator de Crescimento Insulínico;

bFGF – Fator de Crescimento Fibrosblástico básico;

VEGF – Fator de Crescimento Vascular.

Tratamentos

* Transplante capilar: transplante feito por processo cirúrgico, onde o cirurgião plástico irá retirar fios de lugares da cabeça onde tem mais cabelo para inserir um por um no local onde está havendo a redução;

* Medicamentos: o dermatologista indica que medicamentos sejam tomados quando o caso é descoberto logo no início de sua redução. Os medicamentos mais utilizados podem ser encontrados em farmácias de manipulação e tem por principais bases o finasterida e o minoxidil;

* Laser: tratamento de alto custo, é encontrado em clínicas capilares. Funciona como efeito anti-inflamatório e não proporciona quase nenhuma diferença de crescimento ou aumento de fios na região afetada.

A busca de tratamento ocorre mais rápido em casos de calvície em mulheres do que em homens, pois o cabelo é um dos fatores principais da estética delas, quando há alguma alteração ou redução, os especialistas são procurados rapidamente. Esse é um dos fatos que faz ser muito difícil ver uma mulher careca ou com grandes falhas de cabelo.

Especialistas buscam todos os dias em suas pesquisas, uma resposta de cura ou de tratamento totalmente eficaz para a calvície, mas por enquanto, nenhum fator foi descoberto.

Calvície homem
Foto: Reprodução

O grande problema de muitas pessoas que se encontram em estágio avançado da calvície é porque elas só procuraram ajuda depois de perder bastante fios de cabelo, de usar medicamentos vendidos em sites e na TV ou shampoos e produtos anti-queda, que não fazem nenhuma modificação em relação a alopécia.

O homem/mulher, jovem ou garoto/garota que perceber que algo está acontecendo errado ou ver que a sua família possui essa genética, deve procurar imediatamente um especialista no caso para começar o tratamento adequado, fazendo com que assim, a queda seja diminuída e controlada.

Como combater a menopausa

A menopausa simboliza um momento que todo organismo feminino passa após os 40 anos de idade. Ele representa uma transição da fase reprodutiva para a fase pós-menopausa, onde o período de menopausa representa então a “última menstruação”.

Pode ocorrer ainda durante algum tempo o climatério, que é a diminuição das funções ovarianas, onde os ciclos menstruais ficam irregulares até cessar totalmente. Todo esse processo dura aproximadamente dos 40 até os 65 anos de idade.

Sintomas da menopausa

* Calor demasiado;

* Tontura;

* Aumento da transpiração;

* Palpitações;

* Suores noturnos;

* Depressão;

* Irritabilidade;

* Coceira nas genitais;

* Secura da mucosa vaginal;

* Distúrbios menstruais;

* Diminuição da líbido;

* Desconforto durante as relações;

Menopausa

* Diminuição das mamas;

* Perda da firmeza das mamas;

* Diminuição da elasticidade da pele;

* Aumento da gordura no sangue;

* Fragilidade dos ossos.

Logo que surgirem os primeiros sintomas, é indicado que um ginecologista seja procurado para que orientações sejam dadas a paciente. Todas as prevenções para os desconfortos causados nesse período são muito importantes pois ajudam a prevenir doenças, tais como o câncer de mama, a osteoporose, entre outras.

Dicas de como diminuir os desconfortos causados pela menopausa

* Beba bastante água;

* Use roupas leves;

* Evite ficar em ambientes quentes e fechados;

* Pratique exercícios para ajudar a fortalecer os músculos;

* Evite usar drogas, o fumo e bebidas alcoólicas;

* Tome sol regularmente – antes das 10 horas da manhã ou após ás 16 horas da tarde;

* Coma de três em três horas;

* Faça refeições com alimentos mais leves;

* Molhe os pulsos, a testa e atrás do pescoço quando sentir muitos incômodos;

* Evite comer alimentos com muito açúcar, sal ou gordura;

* Aumente o consumo de frutas cítricas.

Sintomas da gripe H1N1 em bebê

Toda doença é preocupante, ainda mais quando atingem os bebês que possuem ainda uma imunidade muito baixa. A gripe em si, já trás diversos transtornos ao organismos, mas devemos ficar atentos para outros demais fatores que podem indicar outra particularidade desse meio, que é a gripe H1N1 ou Influenza A.

A H1N1 é vista como uma combinação dos vírus encontrados na gripe humana, mais os da gripe aviária e suína. Esse ataque que antes era visto apenas em porcos, passou a ser transmitidos a humanos de todas as idades devido a junção desse processo com os micro-organismos encontrados nos nossos organismos.

A H1N1 é muito perigosa e possui uma imensa facilidade de proliferação pois consegue se transmitir antes mesmo dos sinais começarem a aparecer. Seu período de incubação varia entre 3 á 5 dias. A contaminação acontece devido ao contato com porcos ou com seu habitat ou com a convivência com pessoas que estejam infectadas com o vírus.

Sintomas da gripe H1N1

* Febre repentina;

H1N1

* Tosse;

* Cansaço;

* Dor de cabeça;

* Dor de garganta;

* Dores musculares e nas articulações;

* Diarreia;

* Dor abdominal;

* Irritação nos olhos;

* Coriza;

* Inapetência;

* Vômitos.

É muito importante que caso qualquer sintoma acima apresente no bebê, que ele seja levado ao médico. Se não tratada com rapidez, outros fatores poderão ser analisados nas crianças, como falta de ar, onde ela ficará muito ofegante, falta de ânimo para qualquer atividade e a febre ficará cada vez mais elevada.

No geral, as pessoas ficam contagiosas durante uma semana quando está com a gripe H1N1, mas no caso de bebês e crianças esse período é bem maior. Por isso, é importante que todas as recomendações médicas sejam seguidas a risca para que o estado não fique pior e nem para que haja risco de transmissão para outras pessoas.

Tratamento

O tratamento da H1N1 é realizado a maior parte do tempo em casa, já que se trata de uma doença contagiosa, somente em casos de dificuldade respiratória, debilidade ou conceitos mais graves que o bebê será internado e ficará em observação durante todo o processo. Na rede de Postos de Saúde e em redes privadas, existem vacinas contra o vírus da Influenza A. Todas as pessoas podem fazer o uso desse medicamento, indicado principalmente para gestantes, bebês, idosos e pessoas que possuam doenças crônicas.

Quanto mais novo o bebê for, mais atenção a mamãe terá que ter para que ele melhore rápido e para que expulse o vírus na menor quantidade de tempo possível.

Dicas

* Se imunize e faça o mesmo com todos os moradores da casa onde o bebê mora para evitar o contágio;

* Evite que a criança receba visitas;

* Deixe o quarto do bebê e toda a cara bem ventilada para que haja circulação de ar.