Portabilidade do plano de saúde: individual empresarial como é feito

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Portabilidade de Plano de Saúde

A portabilidade dos planos de saúde é unicamente responsável pela migração de um plano para outro sem que o beneficiário seja excluído por um certo tempo a certos serviços que ela cobre, pois a lei que já está em vigor diz que o cidadão que possuir um plano e pagá-lo corretamente, deve e pode aproveitar consultas, cirurgias e exames, e não se destinar apenas a uma das unidades que seu plano cubra somente em situações de emergência – que muitas empresas faziam e fazem até hoje.

Quem tem direito de trocar de plano

O direito de portabilidade só é feito para pessoas que possuam o plano a mais de anos, que tenha o plano individual e no caso dos planos familiares apenas se todos forem da mesma empresa por esse período. Para pessoas que ainda estejam cumprindo ou terminaram recentemente de cumprir os meses da cobertura parcial do plano – apenas no caso de emergência, normalmente os três primeiros meses – e para aqueles que já possui algum tipo de doença e quer se cadastrar no plano para tal finalidade, só é possível a migração depois de três anos, que depois de terminados poderá ser mudado de dois em dois anos como os pacientes que já possuem o plano a muito tempo.

Os planos oferecidos por entidades que sejam coletivos – como os da empresas – não terão o direito de ter o benefício da portabilidade. Para participar do serviço, somente se ele solicitar outro plano de saúde que esteja dentro do caráter individual ou familiar, possuindo o seu plano e o da empresa pois o dela não é possível solicitar desde que continue prestando serviços a ela.

Como realizar a troca ?

As pessoas que quiserem aderir a portabilidade terão de estar com o pagamento de seu atual plano em dia, devendo procurar um plano com o pacote ANSparecido com o que possui e averiguar se a outra empresa que deseja fazer a migração está em dia com seus deveres sobre a lei. O prazo para as pessoas que querem de fato migrar seu plano, é possível somente fazer nos primeiros 60 dias contados após o primeiro dia em que assinou o contrato com a operadora do seu plano.

Documentos para migração de plano

Para fazer a petição da migração, o beneficiário terá que procurar e preencher propostas de planos parecidos com o seu de outras operadoras, procurar a cópia do seu contrato com o seu atual plano – para comprovar que já se passaram dois anos de contrato – e pelo menos três comprovantes dos últimos pagamentos que fez do seu plano, depois disso leve todos esses papéis até a empresa que você deseja fazer a portabilidade, as apresente ao atendente e peça a solicitação da mudança.

Em quanto tempo o plano antigo migra para  o novo plano ?

O prazo para que empresa dê a resposta ou entre em contato são de até 20 dias. Em caso de dúvidas ou caso os atendentes não entre em contato com você, encaminhe-se ou ligue para a operadora ou procure a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para solicitar as informações desejadas.

Qual a capacidade de um DVD

DVD ( Digital Versatile Disc) é um disco com capacidade de gravar dados multimídia em formato digital, suas dimensões são miméticas aos CD’s convencionais ( 12 mm), no entanto a capacidade de armazenamentos desses são bem maiores. Atualmente, o aparato é mais utilizado para o veículo de filmes, jogos e programas, nesse âmbito se destacam os tipos DVD-ROM, DVD-RAM, DVD-RW, DVD-R, DVD+R e DVD+RW.

História do DVD

Os primeiros DVD’s surgiram em 1995 com objetivo principal de substituir as Fitas VHS, no início a adaptação a nova tecnologia foi meio conturbada, com incompatibilidades, percalços que resultou em aprimoramentos, até o estabelecimento dos disco como padrões de armazenamento.Na verdade a popularização efetiva dos DVD’s se deu de forma pulsante em 2003, graças também a diminuição nos preços dos aparelhos que ofereciam portabilidade as mídias.

DVD
Os DVD’s foram o primeiro passo para a popularização dos aparelhos multimídia

Modelos de DVD e Capacidade

Existem diferentes padrões de capacidades para os DVD’s, o primeiro criado e ainda mais utilizado é o DVD-5 possui 4,7 GB de espaço, temos ainda entre os mais conhecidos o DVD-9,  com 8,5 GB e o DVD-10, com 9,4 GB, esse ultimou é pouco explorado devido ao fato de ter os dois lados do disco graváveis, o que além de se tornar um contratempo dado a necessidade de sempre virar o lado do disco, diminui a vida útil do mesmo já que  sensibilidade das superfícies é grande. Em contraponto a mídia do tipo DVD-9, se mostrou bastante interessante, por utilizar a sobreposição de duas camadas, a fabricação desses despende uma maior quantidade bem maior de tempo o que acaba desestimulando sua massificação.

Os DVD’s antigos tinha por capacidade máxima de armazenamento 700 MB, com os DVD-5 esse número pulou para 4,7 GB, isso foi conseguido através da sofisticação nos métodos de produção, tornando os espaçamentos entre as trilhas  substancialmente mais próximas.

Mas na atualidade não apenas a capacidade é importante, a qualidade equiparadamente exigida, e os avanços tecnológicos dos dispositivos  tornam itens que outrora considerados inovadores em artigos fadados a obsolescência.  Nesse nicho os DVD’s convencionais são empurrados para o grupo dos ultrapassados com a mesma celeridade que os artigos eletrônicos alcançam novos patamares no que tange potencialidades de resolução, um dos exemplos mais práticos são as Tv’s Full HD com uma média de 1920×1080 pixels.

Com apenas 720X480 pixels os DVD’s se tornam cada vez mais inúteis com a popularização das novas tecnologias, fica evidente que é utilizando as mídias comuns você não conseguirá utilizar toda as capacidades que os aparelhos de reprodução moderno oferecem, assim surge a necessidade de substituição, entrando agora em sena o Blu-Ray (50GB) e HD DVD (30 GB). Ambos com maiores competências de armazenagem e audiovisuais.