Leucemia linfoide em crianças

Leucemia linfoide em crianças

Leucemia é a denominação dada pelos médicos as formações cancerígenas que agridem as células brancas do sangue, ou seja, os leucócitos. Seu desenvolvimento acontece na medula óssea, que é a principal parte do corpo que produz as células sanguíneas – tanto as brancas quanto as vermelhas (hemácias) e as plaquetas.

Um dos órgãos brasileiros vinculados ao Ministério da Saúde que cuidam das pesquisas, exames, tratamento, acompanhamento e outras demais particularidades que envolvem essa doença é o INCA (Instituto Nacional do Câncer).

Mesmo com tantos avanços em seus estudos e testes, uma das preocupações relatadas pelos representantes dessa instituição é como a leucemia vem ocasionando mortes, tendo seu público mais afetado o de 0 à 18 anos – bebês, crianças e adolescentes.

Causas

Segundo especialistas no assunto, os fatores genéticos e ambientais são os motivos que costumam ocasionar esse tipo de enfermidade, onde a produção exagerada de blastos (células jovens) é promovida, proporcionado a apresentação e desenvolvimento de quadros anêmicos, infecções e sangramentos, transtornos que afetam intensamente a saúde dos jovens.

Sintomas

Essa doença pode permanecer incubada durante um período de maneira assintomática, porque seus sintomas geralmente são exibidos apenas quando um aglomerado de células da medula óssea já se encontram afetadas. Os sinais que evidenciam esse processo são:

Leucemia linfoide em crianças
Bebê com máscara devido ao tratamento.
(Foto: Reprodução)

» Fraqueza;
» Febre;
» Cansaço;
» Sudorese;
» Náuseas;
» Vômitos;
» Visão dupla;
» Dores de cabeça;
» Perda de peso repentina;
» Infecções recorrentes;
» Pontos avermelhados na pele;
» Sangramentos nas gengivas e nariz;
» Equimoses pelo corpo (manchas roxas);
» Dor nas articulações e nos ossos;
» Gânglios linfáticos inchados com ou sem dor;
» Inflamação e aumento dos nódulos linfáticos, do fígado e do baço.

Tipos

A leucemia pode se apresentar de maneira linfoide ou mieloide, em estágio agudo ou crônico. Nas crianças, a sua demonstração mais constatada é a leucemia linfoide aguda ou LLA.

Observação: Mesmo sendo a LLA o tipo de câncer que mais acomete as crianças, as demais classificações também poderão se apresentar.

Ajuda médica

Durante toda a infância, é relevante que o acompanhamento médico seja frequente para saber como está o andamento do desenvolvimento das crianças. Caso algum dos sintomas acima estejam perceptíveis, é extremamente necessário avisar ao profissional de saúde que está realizando as consultas para que exames específicos sejam feitos, como hemogramas e mielogramas.

Tratamento

Os procedimentos manipulados para o tratamento de leucemias na infância podem ser a transfusão de sangue e/ou plaquetas, o uso de antibióticos, quimioterapia, radioterapia, procedimentos cirúrgicos e transplante de medula óssea. A decisão dos métodos que serão ou não ministrados dependerá do diagnóstico do paciente e das respostas que seu organismo vem apresentando em relação ao tratamento.

Complicações

Se tratamento demorar para ser efetuado ou for executado de maneira incompleta, sérios danos poderão acometer o organismo das crianças, como as infecções de repetição, que propiciará em um aumento de manipulação de drogas para tratamento, a queda do sistema imunológico, o acometimento de outras enfermidades e outras particularidades que poderão ocasionar o óbito.

Recomendação

Fique sempre atento ao comportamento dos pequenos e a sua saúde, porque quanto antes da leucemia for descoberta, maiores serão as chances de conseguir controlar seu desenvolvimento.

Aviso!

As descrições acima servem apenas para pesquisas. Para mais informações, busque auxílio médico na rede hospitalar mais próxima ou entre em contato com o INCA.

Doenças autoimunes em bebês

Doenças autoimunes em bebês

As doenças autoimunes são caracterizadas como uma desordem imunológica, sendo esta condição responsável por atacar a destruir os tecidos saudáveis do organismo. Esse processo é ocasionado pela falha de uma ou mais divisões funcionais do corpo.

Por meio dessas alterações, a estrutura organizacional de alguns indivíduos começam a confundir seus próprios mecanismos como algo ameaçador – como agentes invasores – e por consequência atacam agressivamente o sistema por engano.

Até os dias atuais, ainda não existem razões específicas que comprovem as causas reais das enfermidades pertencentes a esse grupo, mas os profissionais da área da saúde revelam que existem algumas condições que auxiliam a sua promoção, como a predisposição genética, uso de certos medicamentos e contato com alguns fatores externos.

Doenças autoimunes em bebês
Bebê sentado.
(Foto: Reprodução)

Já foram diagnosticadas 80 doenças autoimunes aproximadamente no mundo e as que mais afetam os bebês são:

» Lúpus;
» Vitiligo;
» Púrpura;
» Psoríase;
» Doença celíaca;
» Anemia perniciosa;
» Artrite reativa;
» Esclerodermia;
» Hepatite autoimune;
» Doença de Chron;
» Síndrome de Evans;
» Tireoide de Hashimoto;
» Síndrome de Goodpasture;
» Vasculite de Churg-Strauss.

Diagnóstico

Para saber se a criança está sendo acometida por algum dos distúrbios citados acima ou por qualquer outra patologia, ele efetuará uma anamnese, detalhação do histórico familiar, análise física, exames de anticorpos, hemograma completo, entre outros testes específicos.

Tratamento

Os métodos de tratamento serão dinamizados de acordo com as causas constatadas e o grau da doença. O acompanhamento severo do bebê deverá ser priorizado, porque o seu sistema imunológico ainda é muito frágil, fator que promove ainda mais riscos e danos a sua saúde.

As ações prescritas pelos médicos terão o intuito de diminuir os sintomas, controlar a doença e se possível retomar o funcionamento normal do organismo. Quanto antes o tratamento for iniciado, maiores serão as chances do paciente se recuperar e/ou ficar sem nenhuma sequela.

Complicações

A demora do diagnóstico ou o não tratamento da enfermidade poderá provocar sérios prejuízos ao bebê, como destruição dos tecidos do corpo, alterações na função de um ou mais órgãos, como o crescimento anormal.

Atenção

É importante ficar atento aos sinais apresentados das doenças porque eles podem aparecer e desaparecer a qualquer momento. A maior parte das patologias imunológicas são crônicas, portanto, não pense que a falta de sintomas pode ser um sinônimo de cura.

Aviso!

Os dados acima servem apenas para uso de pesquisas sobre o tema abordado. Para mais informações, busque ajuda médica no hospital ou clínica mais próxima!

Rotavírus em crianças

Rotavirus em crianças

As crianças possuem uma saúde um pouco mais frágil que a dos adultos, porque ainda não detém resistência suficiente no seu sistema imunológico para se prevenir de determinados tipos de enfermidades, principalmente aquelas ocasionadas por micro-organismos.

Um dos transtornos que se destacam nessa área é a rotavirose infantil, infecção aguda ocasionada por um vírus do gênero rotavírus, que provoca diarreia intensa e outros problemas gastrointestinais em crianças, geralmente menores de 5 anos.

Causas

A transmissão do vírus pode ser realizada através do contato entre pessoas, com a água, alimentos, dejetos fecais e qualquer produto que esteja contaminado pelo vírus.

Sintomas

Além da diarreia, os outros sintomas que costumam ser apresentados pela rotavirose são:

Rotavirus em crianças
Bebê chorando.
(Foto: Reprodução)

» Febre;
» Vômitos;
» Mal-estar;
» Tosse;
» Coriza;
» Desidratação.

Ajuda médica

Assim que os sintomas surgirem a ajuda médica deverá ser procurada. O diagnóstico irá compreender a observação clínica da criança e a coleta fecal para análise. Se constatado a presença do Rotavírus, o tratamento deverá ser iniciado imediatamente para que a patologia não se agrave.

Tratamento

Os procedimentos para a contenção da doença são a manipulação de doses reidratantes – água, água de coco, chá, soro fisiológico, etc.

Observação: É essencial que os responsáveis pela crianças mantenham um elevado nível de preocupação com a higienização do lar e também com todos os pertences que vivem em contato com elas. A mania que possuem em colocar “tudo” na boca é uma das formas de contágio mais prováveis.

Recomendações

» Mantenha o cartão de vacinação da criança em dias.

» Lave bem as mãos antes de pegar no bebê ou em algo que for ministrado a ele.

» Desinfete todos os pertences da criança, mantendo seus pertences e a casa sempre limpa.

» Trate a água antes de beber e dar para a criança.

» Mantenha os alimentos sempre bem protegidos e higienizados. Prepare-os com cuidado.

» Faça a manipulação de soro caseiro para as crianças (água filtrada e fervida diluída com um pouco de açúcar e sal).

» Não desmame o bebê antes do prazo mínimo recomendado (6 meses de vida), porque os nutrientes contidos no leite materno são essenciais para os pequenos possuam um sistema imunológico mais resistente.

Aviso!

As descrições contidas nesse texto são de inteiro uso para pesquisas. Para maiores orientações, procure ajuda médica.

Quais os brinquedos não recomendados a crianças menores de 3 anos

Quais os brinquedos não recomendados a crianças menores de 3 anos

Brincar é extremamente importante para o bom desenvolvimento das crianças, através disso é que começam a utilizar sua estrutura física e mental para descobrir o que o mundo tem a oferecer. A curiosidade é o primeiro instinto que as movem e os brinquedos costumam incentivá-las a isso.

O potencial é outro ponto bastante trabalhado nos pequeninos com a inserção de diversas opções de entretenimento, mas é importante que os pais e cuidadores fiquem atentos a ligação de cada tipo de mercadoria com a faixa etária do bebê, analisando ainda se ela possui o selo do Inmetro (Instituto Nacional da Propriedade Industrial), que evidência a sua qualidade, entre outros fatores.

Quais os brinquedos não recomendados a crianças menores de 3 anos
Criança brincando com bola.
(Foto: Reprodução)

Para as crianças menores de três anos é recomendado que alguns cuidados sejam dinamizados na compra dos brinquedos, como não escolher itens pequenos, pesados, sem cor, que tenham excesso de informações, que sejam compostos substâncias tóxicas, que não possam ser colocados na boca, que cortem ou perfurem, etc.

O que comprar?

O mercado infantil está inovando cada vez mais em seus brinquedos para crianças pequenas e por essa razão a demanda de opções é grande e diferenciada. Dentre as características que devem ser levadas em conta no momento da compra, podemos destacar os objetos grandes, leves e não pontiagudos, que façam barulho e sejam bem coloridos para chamar atenção, que sejam simples de montar ou encaixar, que possam empurrar e puxar e que contenham materiais atóxicos.

Observação

No manual do produto ou na sua embalagem vem descrito a indicação da faixa etária, assim como a demonstração do selo do Inmetro. Fique atento!

Dicas de brinquedos

  • Bolas grandes
  • Bonecas
  • Bichinhos de pelúcia
  • Carrinhos (grandes)
  • Triciclos
  • Blocos de encaixar
  • Livros de tecidos ilustrados
  • Objetos que falam ou tocam músicas
  • Lego
  • Boias (para piscina)
  • Conjuntinho de castelo de areia (para parquinhos)
  • Pianos com personagens