História da rainha Elizabeth da Inglaterra

O Rei Henrique  VIII (1491-1547) foi o segundo rei inglês da dinastia de Tour, ele ganhou notoriedade na história não fato de ser um rei, mas também pelo seu ímpeto por um herdeiro masculino, o que reverberou na criação da doutrina Anglicana. Em 1509 assumiu a coroa após a morte de seu irmão Arthur, desposou a viúva do seu falecido irmão Catarina de Aragão, com ela teve cinco filhos, no entanto apenas uma vingou, a princesa Maria.

A chegada do cristianismo

O Rei inicia querela com o cristianismo, depois do pedido feito ao Papa Clemente VII para divorciar de sua então esposa, este foi negado, o que levou  Henrique  VIII autoproclamar sua supremacia perante a Igreja na Inglaterra e fundar a religião Anglicana, através disso conseguiu o divorcio e casou-se novamente agora com Ana Bolena, está porem também frustrou o sonho por um varão e deu-lhe mais uma filha, Elizabeth.

Rainha
Rainha Elizabeth (1533 – 1603)

Ainda na busca pelo descendência de sexo masculino, o rei britânico acusou sua conjugue de adultério e ela acabou tendo como punição a morte, assim podia ele buscar uma nova companheira para te dar o tão sonhado filho. Esposou  Jane Seymour, essa sim conseguiu lhe dar o herdeiro,  Edward I.

Quando  Edward alcançou a idade de 9 anos seu pai faleceu e ele assumiu o trono da Inglaterra, no entanto a saúde do pequeno rei era frágil e ele acabou morrendo vitima de tuberculose. Na ordem de sucessão do trono vinha Mary, está uniu-se em casamento ao rei Felipe II da Espanha em 1554, ocupando seu lugar de direito.

Mary era conhecida pela sua grande defesa ao catolicismo, e em meio ao contexto das Reformas religiões, travava uma perseguição aqueles que não concordavam com sua forma de governo, no entanto sua liderança foi efémera e em 1558 morreu, passando a coroa para sua irmã Elizabeth I, e assim começa o legado Elisabetano. A rainha promoveu mudanças importantes na economia e no sistema de defesa do reino, fomentou o expansionismo com a companhia das Índias, alem de ampliar o acesso a cultura dentro do cenário nacional.

Governo Elizabeth

O governo de Elizabeth tentou reestruturar a doutrina Anglicana criada por seu pai, colocando-a como religião oficial da Inglaterra, mas sempre cautelosa para evitar grandes conflitos dentro do reino entre os católicos e protestantes, mesmo assim as contendas existiam,  sempre combatida com pujança pelo Estado. Durante o seu reinado a Igreja Católica convocou o Concílio de Trento, uma tentativa de frenar os avanços das doutrinas Calvinistas e Anglicanas.

O reinado de Elizabeth que se estendeu de 1558 à 1603, encerrou a dinastia Tour no poder inglês, isso porque a rainha que supostamente morrera virgem, nunca se casou, tão pouco deixou herdeiros diretos ao trono.

Governo que passa de pai para filho

Introdução ao monarquismo

Em um regime monárquico o poder é hereditário, ou seja passa de pai para filho este governará de foma vitalícia ou seja até que se abdique ou morra, em sua forma clássica o vontade rei era suprema e por isso não poderia estar subsidiada a nenhuma outra, nos estados modernos isso mudou pois as ações do monarca não rege sozinho, sendo limitado por uma constituição e outros órgãos da maquina estatal.

monarca
Coroa, um dos símbolos do poder real.

Monarquia Absoluta

Em uma monarquia absolutista  o monarca ou rei tem o o poder régio em suas mãos, detendo o controle tanto do executivo tanto do judiciário, está forma de governo foi comum na Europa durante a idade Média e Moderna durante o período caracterizado como mercantilista, sua decadência ganha pujança  Revolução Francesa ( 1789), que destitui o Rei Luis XVI guilhotinado em praça pública, cai assim também a ideia de divindade do monarca, já Deus não deixaria seu representante máximo padecer como ocorreu, o movimento é marcado pelos ideias ” Igualdade, Liberdade e Fraternidade”. Merece destaque também a a Revolução Gloriosa ( 1688-1689) que marcou substituiu no país o governo absoluto por uma monarquia parlamentar na Inglaterra. A era Napoleônica também foi importante para acabar com o sistemas absolutistas Peninsulares que ainda resistiam.

Em 1808 a família real Portuguesa se refugia no Brasil, devido a tentativa de domínio de Napoleão, o que mais tarde em 1822 reverberaria na independência do Brasil, e o início aqui de uma Monarquia, que perduraria até 1889 quando o  país finalmente torna-se-a uma República. A fase imperial do Brasil durou 70 anos, é pode ser subdivido em três Primeiro Reinado (1822-1831) onde o liderança esteve nas mãos de D’Pedro I, em seguida passa pelo período Regencial (1831-1840) e por fim o reinado de D’Pedro II (1840-1889).

Atualmente, há poucos países que utilizam um sistema monárquico e aqueles que por esse optam são Constitucionais ou parlamentares, onde o monarca é o chefe simbólico da nação, além de deter o poder moderador, a chefia do Executivo  fica a cabo de um primeiro ministro ou presidente.

Existe ainda as monarquias Eletiva, onde o rei é eleito por um coro, assembléia, o eleito tem poder vitalício. No Império Sacro Romano- Germânico está foi a principal forma de escolha dos imperadores. Hoje, entre outros lugares, esse forma de escolha continua existindo no Vaticano, na escolha do Papa, escolhido em um  Conclave formado por um colegiado de cardeais.

Fatos marcantes da década de 1970

A década de 70 foi marcada por  nove anos de muitas notícias, as principais delas foram a crise do petróleo dos EUA – primeira crise – e do seu presidente Richard Nixon, deposto de seu cargo pelo caso Watergate, o surgimento da defesa do meio ambiente, a Revolução dos Cravos em Portugal, a independência de cinco países Africanos – Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé -, a crise do petróleo no Ocidente – segunda crise  – e foi a última década do classic rock – a década da discoteca.

Anos 70

Os anos 70 começou no dia 1 de Janeiro de 1970 e acabou no dia 31 de Dezembro de 1979.

Máquina de petróleo1970

Logo no início de 1970 a crise do petróleo nos EUA levou-os a recessão e ao mesmo tempo economias de vários outros países começaram a crescer. Foi marcado também como um período individualista. Nesse período encerravam-se as corridas armamentistas, que não procurava por interesses das potências e sim humanitários, chamando-se de humanidade progressista.

Os anos 70 foi marcado por guerras entre partidos de esquerda e de direita, dando espaço a violência política, terrorismo e lutas armadas. Em 1970 terminou a guerra do Vietname derrotando os EUA e reunificando seu país.

1973

Em 1973primeira crise do petróleo -, a OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) triplicou o preço do barril de petróleo nos EUA. O Brasil por sua vez que se destacava como a 9° economia do mundo, começa a se declinar.

1979

Em 1979 ocorreu a segunda crise do petróleo, dessa vez no Ocidente, motivada pela queda do Xá do Irã. O Irã passa a ser oprimido pela aliança dos EUA e de Israel por aumentarem gradativamente o preço dos barris de petróleo.

A UNSS aproveita da segunda crise para se auto promover, deixando a sua economia em auge, beneficiando a qualidade de vida de seus habitantes. Já o Brasil sofreu fortemente com os reflexos da segunda crise, pelo rápido crescimento da inflação e aumento no preço dos combustíveis no mercado interno.

Motivo dos conflitos no Oriente Médio

Através da disputa de terras, das culturas distintas, da diferença da percepção econômica e política na região do Oriente Médio, trassava-se nesse instante uma luta e uma disputa constante entre israelenses e palestinos.

O Oriente Médio por sua vez se fazia uma grande potência por sua grande expansão na área petrolífera que se tornou sua principal economia, obtendo ainda uma rivalidade com o mundo – observando também sua desigualdade no meio social, e por parte da religião nos meios tribais e étnicos, sendo frágil em sua estrutura governamental e na atividade política islâmica.

A região do Mar Mediterrâneo

Sua região tem por referência o Mar Mediterrâneo, sua extensão abrange países da Turquia ao Egito, a Mesopotâmia – Iraque, a Jordânia, a Península Arábica, a Pérsia – Irã, e o Afeganistão. Após a Primeira Gerra Mundial essa região já se fazia a maior produtora de petróleo do mundo, por possuir o Canal se Suez que é até hoje a principal passagem dos navios petrolíferos do local. A maior influência dessa região foi sob o projeto imperialista que nesse momento se dividiria – sua maior parte – em protetorados, seus países eram nesse instante protetorados franceses pois se tonavam dominados pela Inglaterra, Líbano e Síria, obedecendo o interesse das potências e descartando o interesse religioso e étnico da sociedade.

Pós segunda guerra Mundial

Passagem do Canal de Suez  a 141 anos. Após a Segunda Guerra Mundial , quando o maior líder que se tornara presidente egípcio – Gamal Abdel Nasser –, reivindicações foram feitas através do nacionalismo pan-arabista para a volta da religião ao plano privado, fazendo-se assim que as classes médias e urbanas se aproximassem do islamismo, se afastando do nacionalismo, criando uma ideologia diferente.

Contudo, suas condições naturais não eram tão favoráveis, pois alguns de seus países dependiam do fornecimento de água de países vizinhos, a disputa pelo controle do petróleo e acabaram se envolvendo até mesmo na Proclamação do Estado da Palestina – Irã, e de Israel, fazendo com que surgissem várias guerras entre vários países, sendo as principais delas o conflito entre os árabes e israelenses, a Guerra de Suez, a Guerra de seis dias, a Independência de Israel e a Guerra do Yom Kippur.