Plantas do Pantanal ameaçadas de extinção

O Pantanal se localiza entre os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, sendo uma das áreas florestais que possui o bioma mais preservado do país. A maior parte da sua vegetação é composta por espécies raras, encontradas apenas nessa região, mas por diversas ações, algumas delas vem desaparecendo gradativamente, proporcionando ameaças á sua extinção.

Motivos

  • » Ciclo de transformação do Pantanal (inverno com ceca e verão com alagamentos);
  • » Formações de pastos para gados;
  • » Implantação de hidrelétricas;
  • » Assoreamento dos rios;
  • » Erosões;
  • » Exploração das indústrias;
  • » Retirada demasiada do seu habitat pela população;

Plantas em ameaça de extinção

Margarida

Essa planta belíssima é composta por um arbusto de folhas ásperas e duras, com uma brilhante tonalidade amarela, medindo entre um à quatro metros de altura. É uma das poucas espécies do pantanal que se adaptou ao excesso de ferro encontrado no solo local.

  • Nome científico: Aspília grazielae.
  • Família: Asteraceae.
  • Localização: Serra do Urucum – Corumbá (MG).
Plantas do Pantanal ameaçadas de extinção
Aspília grazielae.
(Foto: Divulgação)

Cacto

É uma planta muito apreciada pela população dos estados do MT e do MS. Suas flores são diurnas, onde suas pétalas permanecem quase sempre fechadas. Quando começam a crescer, tendem a se envergarem formando um emaranhado bem próximo ao solo. Pode chegar a medir aproximadamente um metro e meio de altura.

  • Nome científico: Cleistocactus sp.
  • Família: Cactaceae.
  • Localização: Morro do Aracá (MT) e Paredão do rio Paraguai – Corumbá (MS).
Plantas do Pantanal ameaçadas de extinção
Cleistocactus sp.
(Foto: Divulgação)

Veja como são formadas as sombras

São ditas como sombras todas as regiões escuras formadas pela ausência da luz e a existência de algum objeto. Normalmente elas ocupam todo o espaço que está atrás de um obstáculo, desde que a sua parte posterior esteja sendo iluminada de alguma maneira.

A sua posição varia de acordo com a mudança da claridade em que o objeto é exposto. É considerada como algo inexistente, pois a sua aparição só se faz presente através de dois meios, como o obstáculo e a luz. Por isso não dizemos que um objeto produz sombra, mas sim que, as alterações do ambiente podem criá-las.

Tipos de sombra

Formação das sombras

* Sombra própria: aquela que é formada pelo próprio objeto e pelo efeito de incidência da luz sobre ele;

* Sombra projetada: quando o obstáculo entra em contato com a luz, formando uma sombra que pode vir a ser projetada em outro objeto ou em algum plano do meio.

Observando a sua forma geral, o tamanho das sombras se dão através da distância da luz em relação ao corpo e ao bloqueador da iluminação. Quanto maior for a opacidade, maior se tornará o bloqueio da passagem de luz , sendo que a tonalidade da sombra poderá ficar ainda mais intensa.

A cor da sombra irá se dar de acordo com o corpo que está em contato com o bloqueio da luz. Os que forem completamente opacos, não irão permitir a passagem da iluminação. Já os que possuírem qualquer tipo de transparência, poderão vir a permitir a passagem da claridade.

Neblina causada por poluição

poluição do ar vem causando graves problemas para a atmosfera do planeta, sendo um deles o aparecimento de neblinas densas em várias partes do mundo, provocando pouca ou nenhuma visibilidade dos indivíduos, causando enormes congestionamentos no trânsito, cancelamentos de voos nos aeroportos e vários outros transtornos.

A causa da poluição atmosférica é a emissão de gases poluentes, sendo os principais deles o dióxido de carbono (CO2), o dióxido de enxofre (SO2) e o monóxido de carbono (CO). A produção intensa desses gases se dão com mais força pelas indústrias, queimadas, aumento considerável do uso de automóveis e a produção de energia elétrica através da utilização de combustíveis não renováveis.

Poluição do ar e o aparecimento de neblinas nas grandes cidades do mundo.
Neblina causada pela poluição e queimadas em São Paulo.
(Foto: Reprodução)

Geralmente as neblinas ocorrem quando a luz solar encontra várias partículas no ar, pois elas conseguem absorver a iluminação, além de produzir vários tipos de toxinas que podem vir a poluir lagos, rios e causar danos á saúde do seres humanos, animais e prejudicar a reprodução das plantas.

As principais doenças provocadas pelas neblinas são as respiratórias como asma, bronquite, sinusite, rinite, tuberculose, enfisema pulmonar, câncer de pulmão e pneumonia. Atualmente, são consideradas comuns em vários países do mundo, isso porque a inalação do ar poluído vem se tornando cada vez mais frequente, mais relevante nas grandes cidades.

Devido aos vários perigos que a poluição do ar vem demonstrando, como as neblinas, fumaças e o efeito estufa, várias medidas vem sendo discutidas para a contenção da emissão desses gases altamente poluentes. Algumas das soluções já implantadas são, palestras, a conscientização de toda a população mundial, a troca da utilização de energias poluentes e não renováveis pelas limpas e renováveis e o  Protocolo de Kyoto.

Qual o ponto central no catabolismo da glicose

O ponto central responsável pelo catabolismo da glicose é a glicólise, porque através desse processo é viável (para a maior parte das células)  que ocorra um grande fluxo de carbono, pois corresponde a principal ou única fonte de energia metabólica do organismo.

As moléculas da glicose são degradadas por uma série de reações catalizadas por enzimas, fazendo com que ocorra a liberação de duas células de piruvato. Durante posteriores processos sequenciais, parte da energia livre liberada da glicose é convertida para a forma de ATP.

Ao observar sua forma estrutural, a glicólise possui 6 átomos de carbono e 2 moléculas de piruvato, onde cada uma tem 3 átomos de carbono. A sua sequência é formada por 10 passos, onde 5 deles constituem a fase de pagamento e os demais a via preparatória.

Fase preparatória

» 1° etapa: acontece a fosforilação da glicose;

» 2° etapa: se dá a isomerização da glicose;

» 3° etapa: provoca a fosforilação da frutose-6-fosfato;

» 4° etapa: ocorre a clivagem da frutose-1,6-difosfato em duas trioses;

» 5° etapa: última fase, onde provoca a interconversão das trioses fosfato;

Qual o ponto central no catabolismo da glicose
Explicação glicólise 1° fase.
(Foto: Reprodução)

Fase de Pagamento

» 1° etapa: reação da oxidação do gliceraldeído-3-fosfato em 1,3-difosfoglicerato;

» 2° etapa: acontece a transferência do fosfato do 1,3-difosfoglicerato para o ADP;

» 3° etapa: se dá a conversão do 3-fosfoglicerato em 2-fosfoglicerato;

» 4° etapa: ocorre a desidratação do 2-fosfoglicerato para fosfoenolpiruvato;

» 5° etapa: é o último passo da glicólise, onde acontece a transferência do grupo fosfato do fosfoenolpiruvato para o ADP;

Qual o ponto central no catabolismo da glicose
Explicação glicólise 2° fase.
(Foto: Reprodução)

Curiosidade

Dois dos principais cientistas a abordarem essas teses foram o Eduard Buchner (em 1987) e Fritz Lipmann com Herman Kalckar (em 1941).