Quantas opções de curso posso escolher no Sisu

Quantas opções de curso posso escolher no Sisu

O Sisu (Sistema de Seleção Unificada) é um dos principais projetos do Governo Federal desenvolvido para a área educacional de ensino superior. Suas diretrizes são todas articuladas pelo MEC (Ministério da Educação) que em junção com as instituições públicas superiores disponibilizam vagas em seus cursos para os alunos do país.

Os candidatos só poderão participar dessa seleção se tiverem realizado o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e obedecerem todas as regulamentações impostas por ambos programas. Mesmo tendo uma ampla concorrência, esse sistema é responsável por proporcionar oportunidades únicas para que milhares de estudantes se especializem e consigam ter carreiras de prestígio.

Se você que participar desse processo, mas está em dúvida sobre como é articulado o seu funcionamento, confira o questionário a seguir e aproveite todas as informações para se inscrever no próximo processo seletivo.

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Tira dúvidas.
(Foto: Reprodução)

⇒ 1. Como se inscrever?

As inscrições do Sisu são realizadas duas vezes por ano, uma no primeiro semestre (Janeiro/Fevereiro) e outra no segundo (Junho/Julho). Não existem taxas para a promoção dessa ação, é necessário apenas que o aluno tenha feito o Enem do ano anterior ao da inscrição e tenha uma nota superior a zero na redação dessa avaliação.

Observação: Fique atento ao portal do Sisu para saber qual será o período em que os candidatos poderão se cadastrar.

⇒ 2. Quais os documentos necessários para a inscrição?

Para efetuar esse processo, basta apenas que o candidato informe o número de inscrição do Enem (do ano anterior) e a senha cadastrada para a execução do exame. Caso tenha perdido esses dados, poderá recuperá-los no portal do Enem.

⇒ 3. Quantas opções de curso podem ser escolhidas?

Cada candidato poderá escolher até duas opções de curso em cada edição do Sisu, independente da região onde se localiza a instituição.

⇒ 4. Os cursos podem ser alterados?

Sim, mas essas modificações só podem ser efetuadas enquanto estiver acontecendo o período de inscrição. Assim que esse tempo acabar, as últimas opções escolhidas serão as que vão valer no momento da disputa de vagas.

⇒ 5. Como conseguir uma vaga com mais facilidade?

É essencial que os candidatos tirem notas boas no exame, para serem aprovados logo na primeira chamada, mas existem outras ferramentas que podem ser associadas a esse processo que auxilia muito, como o acompanhamento dos cursos escolhidos, as notas de corte, posicionamento, etc.

Portanto, procure ter um tempo livre todos os dias para acompanhar o portal do Sisu e se informar sobre esses fatores. Mude suas opções de curso de acordo com as suas análises. Não perca tempo, porque essa oportunidade está em suas mãos!

O que é o Plano Marshall

O que é o Plano Marshall

A Segunda Guerra Mundial proporcionou a destruição de vários países aliados do continente europeu, o que fez com que os Estados Unidos da América se aprofundasse novamente na Doutrina Truman, formulando a iniciativa de criar um projeto de reconstrução para esses Estados, processo que foi denominado como Plano Marshall.

Essa articulação foi desenvolvida pelo Secretário de Estado George Marshall, onde suas principais atividades eram de caráter econômico, com o investimento de elevados custos financeiros para o reerguimento das cidades afetadas pelos bombardeios.

O projeto foi colocado em vigor no ano de 1947, onde todo o auxílio foi promovido através de empréstimos. O Plano Marshall também é entendido dentro da contextualização da Guerra Fria, porque foi uma das saídas utilizadas pelos EUA para fortalecer o seu capitalismo e hegemonia.

O que é o Plano Marshall
George Marshall.
(Créditos da foto: http://www.yasamoykusu.com/)

Ao total foram fornecidos cerca de US$ 13 bilhões em assistência técnica e econômica. A França, a Alemanha, o Reino Unido e a Inglaterra foram os países que mais receberam verbas nessa dinamização, porém, mesmo com a reconstrução, ainda passaram por uma fase problemática em suas conjunturas políticas e econômicas.

Dentre os principais objetivos propostos pelo Plano Marshall, podemos citar:

Reconstrução material dos países destruídos na Segunda Guerra Mundial.

Reorganizar a economia dos Estados envolvidos nesse processo.

Aumentar o vínculo dos países com os EUA.

Fazer a frente do socialismo presente em toda a Europa, principalmente na região leste, onde se localizava a antiga União Soviética.

O plano projetado por George Marshall começou a apresentar seus primeiros sinais nas décadas de 1950 e 1960 e obteve resultados positivos para os países em pouco tempo em relação a recuperação, ao retorno de crescimento, impulsionamento econômico.

Os Estados Unidos da América também saíram ganhando nessa articulação, pois expandiu suas influências políticas, aumentou em grande escala os seus níveis de exportações, fez tratados importantes com os Estados – onde a maioria se firmam até os tempos atuais.

No contexto Guerra Fria, a situação dessa conjuntura ficou mais fortalecida, porque barrou o comunismo europeu, criou países dependentes financeiramente, impulsionou o posicionamento de frente socialista – já que todos os Estados desse bloco capitalista estavam seguros do seu potencial e domínio.

Curiosidades

Pesquisas revelam que após o Plano Marshall, a produção agrícola alavancou mais do que no período pós-guerra e que o crescimento industrial europeu subiu em 35% aproximadamente.

Como eliminar os vícios de linguagem

Como eliminar os vícios de linguagem

A língua portuguesa é repleta de regras gramaticais, como suas normativas tradicionais e também o uso da língua por dialetos de prestígio. Todo e qualquer pronunciamento que for realizado fora dessa normatização é considerado como um vício de linguagem.

Essa categoria compreende a classe de palavras e/ou construções que fogem dos padrões corretos estabelecidos para a fala e a escrita coerente. Sua articulação geralmente é abordada devido a desatenção do emissor ou pela falta de conhecimento das especificações impostas.

Os desvios das normas mais constatados são:

» Eco;
» Colisão;
» Hiato;
» Redundância;
» Solecismo;
» Barbarismo;
» Pleonasmo;
» Cacofonia.

Como eliminar os vícios de linguagem
Face masculina.
(Foto: Reprodução)

A oralidade é a principal área que os vícios de linguagem se manifestam e proporcionam prejuízos. Mesmo sendo algo tão comum, a sua eliminação é extremamente relevante, principalmente para as pessoas que ministram aulas educacionais, palestras, entre outros estilos de discursos.

Os termos mais destacados pelos profissionais em relação a esses erros são “né”, “ok”, “então”, “bom”, “vejam bem”, “tá”, “daí”, “certo”, “vocês estão me entendendo”, “acho”, “gostaria”, “não espere-me”, “assisti o filme”, “boca dela”, “vou-me já”, “traga a água”, “hemorragia de sangue”, “subir para cima”, “descer para baixo”, etc.

Como evitar?

» Leia mais.
» Fale pausadamente.
» Respire bem enquanto estiver articulando o discurso.
» Aprenda a fazer interpretações e compreensões textuais.
» Pratique diálogos em frente ao espelho.
» Aprenda os sinônimos das palavras para não ficar repetindo a mesma expressão no contexto.
» Evite ao máximo falar ou escrever utilizando erros gramaticais, mesmo que seja com os amigos, familiares ou pessoas próximas.

Diferenças entre escrever na primeira, segunda e terceira pessoa

Diferenças entre escrever na primeira, segunda e terceira pessoa

A língua portuguesa é considerada como uma das mais complexas do mundo, se trata de um idioma extremamente detalhado, repleto de características singulares utilizadas para definição de expressões.

Na sua dimensão linguística, o que mais chama atenção é a pessoa gramatical – categoria correspondente aos participantes do discurso e situação. Através da sua dinamização é possível distinguir qual papel cada falante e ouvinte ocupa de acordo com a marcação de afixos verbais e pronomes pessoais.

A divisão dessa conceituação é articulada em três pessoas, podendo elas serem de número singular, plural ou ambos, podendo ainda acompanhar especificações de gênero (masculino, feminino e neutro). Veja:

Primeira Pessoa

Esse grupo também pode ser denominado como falante ou emissor, porque se trata do indivíduo que fala, que enuncia o discurso.

Diferenças entre escrever na primeira, segunda e terceira pessoa
Papel e caneta.
(Foto: Reprodução)

» Representação no singular: pronomes eu, me, mim, migo.
» Representação no plural: pronomes nós, nos, nosco e a gente.

Segunda Pessoa

Essa classe também pode ser chamada de receptor ou ouvinte, porque corresponde o indivíduo com que se fala, ou seja, que ouve e recebe o discurso.

» Representação no singular: pronomes tu, você, te, ti, tigo.
» Representação no plural: pronomes vós, vocês, vos, vosco.

Terceira Pessoa

Essa ordem é denominada por muitos como não-pessoa, porque se refere ao assunto, ao indivíduo de quem se fala, ou seja, se trata de um argumento e não de uma pessoa como nos casos anteriores.

» Representação no singular: pronomes ele, ela, o, a, lo, la, tem e lhe.
» Representação no plural: pronomes eles, elas, os, as, los, las e lhes.

Atenção!

É extremamente importante que essa classificação seja respeitada, tanto no momento da escrita quanto da fala, para não deixar o leitor e o ouvinte confusos em relação as referências, isso porque é muito comum encontrar erros e misturas de pessoas em contextualizações de nível informal.