Qual os sintomas da Sinusite crônica

A sinusite corresponde as inflamações dos seios nasais que possuímos na região da face. Elas decorrem de infecções que acontecem devido a fungos, bactérias e vírus. 

Existem dois tipos de sinusite, a aguda que é mais leve e a crônica, que é bem mais intensa e desconfortante.

Sintomas da sinusite crônica

Tanto a sinusite aguda quanto a crônica apresentam as mesmas características, mas o último caso se manifesta com mais frequência e mais intensidade.

* Dor de cabeça intensa – normalmente na parte anterior da cabeça ou ao redor dos olhos;

Sinusite crônica- Tratamento e Sintomas

* Tosse demasiada;

* Perda de peso;

* Dor facial nas bochechas, ao redor dos olhos e na testa;

* Aumento do suor, principalmente á noite;

* Dor ou desconforto no céu da boca, na gengiva ou nos dentes;

* Secreção intensa de cores amarela, verde-amarelada e mais espessa que o normal;

* Febre alta com calafrios frequentes;

* Aumento da fadiga;

* Mal estar demasiado.

Pelos seios nasais serem muito sensíveis, e por esse fator essas alterações são perceptíveis com facilidade.

A tosse em relação a sinusite crônica, são mais frequentes pela manhã e antes de dormir. Durante o decorrer do dia esse sintoma é mais controlado.

Essa particularidade infecciosa se torna crônica quando não é tratada ou quando não possui os cuidados corretos. Com isso os sintomas são mais frequentes e mais desconfortantes.

A melhor foma de cuidar da sinusite crônica é se prevenir para que ela não aconteça, mas caso ela apareça, sprays, nebulizadores, soros fisiológicos e descongestionantes são os medicamentos mais indicados – juntamente com acompanhamento médico.

Como prevenir e tratar sinusite crônica?

* Evitar viajar de avião;

* Beber muita água;

* Fazer inalações durante o longo do dia com soro fisiológico – e remédio com prescrição médica;

* Aplicar pano quente ou úmido na face durante o dia;

* Evitar frequentar lugares com mudança demasiada de temperatura;

* Evite estar em ambientes que contenham ar condicionado;

* Utilize spray para ajudar a aliviar o desconforto nasal.

O uso de medicamento nesses casos devem ser feitos por profissionais da área. Os antibióticos nesses casos são os mais indicados para eliminar os fungos, as bactérias e os vírus que estão causando a infecção.

Diabéticos podem doar sangue?

Doar sangue é uma prática de amor a vida e por isso, diversos homocentros são espalhados por todas as cidades para a recolha dessa substância para os bancos de sangue. Mas para fazer essas doações, é necessário que se esteja com o organismo saudável e siga as determinações das entidades para que toda a coleta e a distribuição do material seja realizada de forma benéfica.

Diabéticos podem doar sangue?

Para as pessoas que desejam doar e possuem qualquer tipo de doença vai uma dica: olhe sempre a cartilha de indicações e restrições dos hemocentros para saber quem pode e quem não pode praticar essa ação.

Os diabéticos tipo 1 não podem doar sangue de forma alguma pois utilizam insulina para seu tratamento. Essa substância causa ais pacientes um distúrbio no sistema cardiovascular e ao fazer a doação poderá apresentar diversas reações e prejudicar a sua própria saúde.

Os diabéticos tipo 2 podem doar desde que não utilize insulina, que seu tratamento seja feito apenas com alimentação ou hipoglicemiantes orais e que não possua nenhum tipo de alteração vascular.

As pessoas diabéticas que utilizam a insulina, são denominados pelos médicos como insulinos-dependentes. Após o uso desse composto pela primeira vez, a doação não pode mais ser realizada. Essa substância é utilizada para controlar os índices glicêmicos do organismo e depois da sua primeira aplicação, o corpo – de uma certa forma – cria uma dependência a ela.

Os critérios para doar sangue estão sempre disponíveis nos hemocentros e até mesmo em diversos sites da internet. Caso haja qualquer dúvida antes de aderir a essa prática, consulte um bom médico e avalie como está a sua saúde, logo após, pergunte a ele o que é indicado, o que é proibido e quais pessoas estão restritas a esse modelo de doação.

Problemas das drogas na gravidez

A gestação é um importante momento na vida de qualquer mulher e nesse período gestacional elas devem se atentar a diversos fatores que podem ser prejudiciais tanto para o bebê quanto para a mamãe.

A maioria das doenças maternas são causadas por vícios em drogas e por esse motivo é extremamente importante que o uso dessas substâncias sejam evitadas durante a gravidez e a amamentação.

Tanto as drogas lícitas como as ilícitas podem ser fatores de graves doenças nesse processo de reprodução e o feto é o principal alvo por não ser independente, por nutrir tudo o que a mãe ingere e utiliza e pelo seu sistema ser totalmente inofensivo.

Principais drogas e seus efeitos

Cigarro (tabaco e fumo)

Essa substância afeta muito no crescimento do feto. Quando a mulher fuma durante a gravidez, pode causar o retardamento do desenvolvimento do bebê. As que possuem o hábito de fumar mais de 20 cigarros por dia, corre uma grande chance de o feto nascer prematuro ou com baixo peso e com doenças respiratórias.

Álcool

A quantidade de efeito que essas bebidas podem causar, variam da proporção e frequência de como são ingeridas.

Além do bebê não se desenvolver, poderá nascer prematuro, com baixo peso e com más formações no crânio ou na face, além de poder não conseguir desenvolver suas modalidades psíquicas e motoras.

Calmantes

Quando a mulher ingere muitos remédios controlados durante a gravidez, a criança sofre o risco de possuir diversas anomalias em sua formação, tais como o lábio leporino e o pálato fendido.

Já ao nascer, o bebê pode apresentar sintomas como o de abstinência, vômitos, respiração acelerada, irritabilidade, mudança frequente de humor, inquietação e tremores.

Cocaína

Essa é a substância que vem sido ingerida cada dia com mais frequência por mulheres. Ela faz com que o feto não se desenvolva, que tenha baixo peso, que possua problemas neurológicos, microcefalia e problemas na retina. Além disso, diminui o fluxo de sangue da criança, faz com que o nascimento seja prematuro em função do deslocamento da placenta ou por motivos relacionados a contrações precoces do útero.

Maconha

A maconha apresenta variações de efeito, afeta de acordo com a frequência e quantidade de sua utilização.

Podem causar retardo mental na criança e diminuição do seu peso ao nascer.

Principais riscos

Para os fetos

* Prematuridade;

* Baixo peso;

* Infecções;

Drogas x gravidez

* Problemas neurológicos;

* Deficiência em aprendizagem;

* Pobres habilidades motoras;

* Crescimento atrofiado;

* Cabeça pequena;

* Defeitos Congênitos;

* Morte súbita lactente.

Para mães

* Depressão;

* HIV/AIDS;

* Abuso físico;

* Parto prematuro;

* Doenças sexualmente transmissíveis;

* Baixo ganho de peso;

* Baixa auto-estima;

* Má nutrição;

* Pressão arterial elevada;

* Batimento cardíaco acelerado.

Abdominoplastia: preços e dicas

O abdômen é um dos lugares do corpo onde a gordura se localiza com mais facilidade. A abdominoplastia é um dos processos cirúrgicos mais utilizados para retirar o excesso de pele e de gordura da barriga por diversas pessoas, tanto em mulheres quanto em homens que desejam mostrar mais o corpo e melhorar a estética.

Essa cirurgia é realizada abaixo do umbigo e nos famosos culotes, onde os cirurgiões retiram o excesso de gordura e de pele, reposicionam os músculos e compõem novamente a parede do abdômen.

A abdominoplastia é indicada para as pessoas que possuem um aspecto muito flácido na região da barriga. Normalmente esse fator é visto em pessoas que deixaram de ser obesas, em gravidas, nas que já viveram momentos de efeito sanfona.

Após a plástica, o paciente deve ter todo um cuidado para recuperar bem todo o organismo e para não engordar novamente e deixar a região flácida de novo. A melhora total do abdômen se dá apenas 60 dias após a cirurgia, por isso é importante seguir corretamente as prescrições do médico.

Dicas pós cirurgia

* Repouso absoluto;

Antes e depois da abdominoplastia

* Se alimentar de forma saudável;

* Beber muita água;

* Usar cinta modeladora – pelo menos nos 30 primeiros dias;

* Não esticar todo o tronco nos primeiros 15 dias;

* Tirar a cinta apenas para tomar banho;

* Fazer sessões de drenagem linfática intercalando os dias;

* Ingerir uma quantidade maior de alimentos ou cápsulas que contenha fibras para melhorar a flora intestinal;

* Para evitar a dor, ingerir analgésicos – com prescrição ou indicação médica.

É extremamente importante que se as dores forem demasiadas e for acompanhada de febre e outros sintomas, que o médico seja avisado imediatamente para que não surja nenhuma complicação mais grave.

Riscos da abdominoplastia

Mesmo sendo um processo seguro, ele só se torna eficaz quando é realizado por um bom profissional. Portanto, pesquise bem o histórico do cirurgião antes de fazer qualquer procedimento.

* Formação de tombos;

* Hematomas;

* Alterações na sensibilidade;

* Formação de seroma;

* Epidermólise;

* Reabertura do corte da cirurgia;

* Infecção;

Queloide.

Alguns meses após o processo cirúrgicos, é possível visualizar detalhadamente como foi o resultado da abdominoplastia. Em alguns casos é necessário fazer uns retoques na área com outros procedimentos estéticos.

Preço

O preço da abdominoplastia varia de região, mas costuma ser entre R$ 5.000,00 á R$ 15.000,00 mil reais. Como durante a recuperação, é extremamente importante que seja realizada sessões de drenagem linfática – pelo menos 20 -, o preço pode subir um pouco, sendo que cada sessão deve custar entre R$40,00 e R$ 100,00 reais.