Como beber suplementos antes e depois do treino?

Muitas pessoas aderem dietas, reeducações alimentares e a utilização de suplementos sem consultas médicas com nutricionistas e com isso acabam realizando o uso errado de ambos produtos antes e após a realização dos exercícios físicos, fazendo com que os ganhos de massa magra, perda de peso e definição não sejam tão eficazes quanto poderiam ser.

Quando a alimentação e a utilização dos suplementos são realizadas de maneira correta, o organismo melhora em quase 100% o seu rendimento.

Tomando suplemento para academia
(Foto: Reprodução)

Alimentação e suplementação pré-treino

A alimentação pré-treino deve ser realizada de 45 a 2 horas antes do treino, com a inclusão de porções de carboidrato para evitar que o corpo utilize a proteína muscular como fonte de energia. Os suplementos devem ser tomados de 15 a 45 minutos antes dos exercícios.

Suplementos pré-treinos mais indicados

* Termogênicos;

* BCAA;

* Guaraná;

* Multivitamínicos;

* NO2;

* Ácidos graxos essenciais.

Alimentação e suplementação pós-treino

A alimentação após a realização do treino é muito importante para a reposição de glicogênio, para a inibição e destruição das proteínas para elevamento da síntese proteica, fazendo com que haja uma boa construção muscular, evitando ainda a destruição da massa magra do corpo. Essa refeição deve ser pequena, de fácil digestão e de rápido consumo – sempre que possível opte por líquidos. Já a suplementação pode ser tomada logo após a realização dos exercícios.

Suplementos pós-treinos mais indicados

* Whey Protein;

* BCAA;

* Antioxidantes;

* Dextrose;

* Maltodextrina;

* L-Glutamina.

Dicas

* Lembre-se sempre de tomar bastante água antes, durante e após a realização do treino;

* Coma de três em três horas – pequenas porções;

* Opte por comer alimentos integrais, verduras, legumes, fibras e oleaginosas;

* Não beba qualquer tipo de líquido enquanto estiver comendo para que o processo de mastigação seja mais demorado, fazendo com que os nutrientes sejam melhor absorvidos.

Dores na cartilagem da orelha

As dores são uma resposta do organismo em alerta de que algo não está indo bem. As dores na parte externa da orelha podem representar uma espinha, alergia ou uma maior sensibilidade pela maneira como dormimos – em casos mais frequentes -; outras vezes – em casos mais singulares – podem indicar uma pericondrite, resfriado, problemas de pele, mudança no tempo, perfurações na orelha ou algum tipo de trauma no local.

Mudança no tempo

Quando o corpo é exposto muito tempo a temperaturas muito frias ou muito quentes.

* Sintomas: orelhas inchadas, sensibilidade ao toque, vermelhidão, ardor, formigamento,

Orelha

 dificuldade em dormir – principalmente se a área estiver pressionada em qualquer coisa.

* Tratamento: aplicações com compressas de gelo, bolsas de algodão, consultas médicas em casos de dor com possíveis medicamentos, tal como antibióticos.

Perfurações na orelha

Qualquer tipo de furos feitos na parte externa da orelha, tal como uso de brincos, alargadores ou piercing’s.

* Sintomas: dor, inchaço, desconforto, sensação de peso na orelha.

* Tratamento: passar um pouco de óleo de cocô no algodão e passar na região afetada, doses de antibióticos.

Pericondrite

É uma infecção que acontece na cartilagem da orelha obtida através de esportes de contato ou cirurgias.

* Sintomas: vermelhidão, dor, sensibilidade, febre e pus em casos mais graves.

* Tratamento: doses de antibióticos e intervenções cirúrgicas.

Problemas de pele

Quando há erupções na orelha, tal como espinhas e cravos.

* Sintomas: dor e desconforto.

* Tratamento: espremer a espinha ou o cravo ou passar um pano úmido e morno espremendo a erupção.

Resfriado

Pela baixa imunidade do corpo, algumas de suas partes ficam mais sensíveis por causa da infecção.

* Sintomas: frio intenso, febre, sensação de entupimento do ouvido.

* Tratamento: doses de antibióticos e chás caseiros.

Traumas

Devido a esportes de contato ou lesões.

* Sintomas: inchaço, cortes, vermelhidão, coágulos de sangue.

* Tratamento: compressas mornas no ouvido para desinchar, em casos de dor ou sangramentos é indicado procurar um médico.

Alergia a sabão em pó sintomas e tratamentos

As alergias se dão em peles e organismos muito sensíveis devido ao seu contato com produtos e substâncias fortes. Os produtos de limpeza são os principais reagentes que causam essas irritações, aparecendo com mais frequência nos braços, nas mãos, nos pés e nas unhas.

O sabão em pó, os detergentes e a água sanitária são os principais fatores de limpeza que desencadeiam essas reações alérgicas por entrarem em contato direto com a pele quando são utilizados.

Sintomas

Alergia vermelhidão na pele

* Coceira;

* Vermelhidão;

* Inchaço;

* Lesões;

* Dificuldade em respirar;

* Pequenos caroços na região;

* Visão turva;

* Pressão alta.

Tratamento

O tratamento deve ser realizado com a participação de um médico especialista, para que ele faça o diagnóstico correto e preciso, indicando assim alguns medicamentos e prevenções para a alergia que se desencadeou no organismo.

É importante lembrar que o tratamento irá conter a alergia e não curá-la.

Prevenção

* Opte por não fazer o uso do sabão em pó, seja ele qual marca for;

* Use luvas de borracha quando for ministrar qualquer tipo de produto de limpeza;

* Prefira utilizar os sabões líquidos;

* Hidrate sempre o corpo;

* Evite lavar as roupas na mão.

Discopatia degenerativa gasosa

A discopatia degenerativa gasosa ou espondilite anquilosante são ditas como uma doença de longo prazo que causam inflamações nas articulações que existem entre os ossos da coluna vertebral e da pelve. Com os anos, essa enfermidade faz com que hajam a união desses ossos.

Essa doença não possui causa conhecida, mas costuma se manifestar entre 20 aos 40 anos de idade ou antes dos 10 naos. Essa enfermidade afeta com mais frequência os indivíduos do sexo masculino e pessoas que possuem históricos familiares da doença.

Principais sintomas

* Dor nas nádegas;

Espondilite anquilosante (Foto: Reprodução)
Espondilite anquilosante
(Foto: Reprodução)

* Inflamação na área afetada – entesite;

* Dor na coluna;

* Artrite – principalmente nos membros inferiores;

* Fadiga;

* Dor na pelve;

* Dor no calcanhar;

* Perda de peso;

* Febre baixa;

* Inchaços nas articulações;

* Dor e/ou rigidez no quadril;

* Perda de apetite.

Tratamento

A espondilite anquilosante não possui uma cura completa. Os tratamentos são realizados para controlar a doença, minimizando assim a incapacidade do indivíduo.

Medicamentos anti-inflamatórios (não esteroides – AINEs) podem ser utilizados para conter as dores e para reduzir a inflamação da área afetada. Pode ainda ser realizado alguns tratamentos com corticoides terapêuticos, remédios inibidores de TNF e cirurgias em casos mais graves.

Os exercícios físicos, uma boa postura do corpo e a boa alimentação ajuda muito no processo de prevenção e contenção da doença.

Sempre que surgir qualquer sintoma ou sinal diferente no organismo, é importantíssimo que um médico seja procurado para que o diagnóstico seja realizado precocemente, fazendo assim com que o corpo não adquira lesões muito graves com o tempo.