Diabéticos podem doar sangue?

Doar sangue é uma prática de amor a vida e por isso, diversos homocentros são espalhados por todas as cidades para a recolha dessa substância para os bancos de sangue. Mas para fazer essas doações, é necessário que se esteja com o organismo saudável e siga as determinações das entidades para que toda a coleta e a distribuição do material seja realizada de forma benéfica.

Diabéticos podem doar sangue?

Para as pessoas que desejam doar e possuem qualquer tipo de doença vai uma dica: olhe sempre a cartilha de indicações e restrições dos hemocentros para saber quem pode e quem não pode praticar essa ação.

Os diabéticos tipo 1 não podem doar sangue de forma alguma pois utilizam insulina para seu tratamento. Essa substância causa ais pacientes um distúrbio no sistema cardiovascular e ao fazer a doação poderá apresentar diversas reações e prejudicar a sua própria saúde.

Os diabéticos tipo 2 podem doar desde que não utilize insulina, que seu tratamento seja feito apenas com alimentação ou hipoglicemiantes orais e que não possua nenhum tipo de alteração vascular.

As pessoas diabéticas que utilizam a insulina, são denominados pelos médicos como insulinos-dependentes. Após o uso desse composto pela primeira vez, a doação não pode mais ser realizada. Essa substância é utilizada para controlar os índices glicêmicos do organismo e depois da sua primeira aplicação, o corpo – de uma certa forma – cria uma dependência a ela.

Os critérios para doar sangue estão sempre disponíveis nos hemocentros e até mesmo em diversos sites da internet. Caso haja qualquer dúvida antes de aderir a essa prática, consulte um bom médico e avalie como está a sua saúde, logo após, pergunte a ele o que é indicado, o que é proibido e quais pessoas estão restritas a esse modelo de doação.

Problemas das drogas na gravidez

A gestação é um importante momento na vida de qualquer mulher e nesse período gestacional elas devem se atentar a diversos fatores que podem ser prejudiciais tanto para o bebê quanto para a mamãe.

A maioria das doenças maternas são causadas por vícios em drogas e por esse motivo é extremamente importante que o uso dessas substâncias sejam evitadas durante a gravidez e a amamentação.

Tanto as drogas lícitas como as ilícitas podem ser fatores de graves doenças nesse processo de reprodução e o feto é o principal alvo por não ser independente, por nutrir tudo o que a mãe ingere e utiliza e pelo seu sistema ser totalmente inofensivo.

Principais drogas e seus efeitos

Cigarro (tabaco e fumo)

Essa substância afeta muito no crescimento do feto. Quando a mulher fuma durante a gravidez, pode causar o retardamento do desenvolvimento do bebê. As que possuem o hábito de fumar mais de 20 cigarros por dia, corre uma grande chance de o feto nascer prematuro ou com baixo peso e com doenças respiratórias.

Álcool

A quantidade de efeito que essas bebidas podem causar, variam da proporção e frequência de como são ingeridas.

Além do bebê não se desenvolver, poderá nascer prematuro, com baixo peso e com más formações no crânio ou na face, além de poder não conseguir desenvolver suas modalidades psíquicas e motoras.

Calmantes

Quando a mulher ingere muitos remédios controlados durante a gravidez, a criança sofre o risco de possuir diversas anomalias em sua formação, tais como o lábio leporino e o pálato fendido.

Já ao nascer, o bebê pode apresentar sintomas como o de abstinência, vômitos, respiração acelerada, irritabilidade, mudança frequente de humor, inquietação e tremores.

Cocaína

Essa é a substância que vem sido ingerida cada dia com mais frequência por mulheres. Ela faz com que o feto não se desenvolva, que tenha baixo peso, que possua problemas neurológicos, microcefalia e problemas na retina. Além disso, diminui o fluxo de sangue da criança, faz com que o nascimento seja prematuro em função do deslocamento da placenta ou por motivos relacionados a contrações precoces do útero.

Maconha

A maconha apresenta variações de efeito, afeta de acordo com a frequência e quantidade de sua utilização.

Podem causar retardo mental na criança e diminuição do seu peso ao nascer.

Principais riscos

Para os fetos

* Prematuridade;

* Baixo peso;

* Infecções;

Drogas x gravidez

* Problemas neurológicos;

* Deficiência em aprendizagem;

* Pobres habilidades motoras;

* Crescimento atrofiado;

* Cabeça pequena;

* Defeitos Congênitos;

* Morte súbita lactente.

Para mães

* Depressão;

* HIV/AIDS;

* Abuso físico;

* Parto prematuro;

* Doenças sexualmente transmissíveis;

* Baixo ganho de peso;

* Baixa auto-estima;

* Má nutrição;

* Pressão arterial elevada;

* Batimento cardíaco acelerado.

Receita couve refogada com ovo

Mesmo para quem não sabe cozinhar, as receitas que veremos abaixo são muito fáceis, rápidas e práticas e além do mais não gera custos elevados e pode ser acrescentados diversos ingredientes que estejam sobrando na geladeira.

Couve e ovo são uma bela combinação para uma receita de fácil preparo. Essa mistura pode ser realizada como uma farofa, uma omelete ou um ovo mexido com a couve.

Farofa de couve com ovo

Ingredientes

100 gramas de manteiga

Farofa de couve e ovo

1 dente de alho amassado

250 gramas de couve cortadas

2 xícaras de chá de farinha de mandioca

2 ovos cozidos e picados

Meia cebola picada

Sal a gosto

Modo de preparo

Derreta a manteiga em uma panela;

Após isso, coloque o alho e a cebola e deixe dar uma leve dourada;

Acrescente a couve;

Deixe-a refogar, mexendo por algum tempo (aproximadamente 5 minutos);

Quando a couve estiver no ponto, coloque a farinha e mecha bem;

Acrescente o ovo;

Tempere a gosto;

Misture bem e está pronto para servir!

 

Omelete com couve

Ingredientes

1 e 1/2 colher de manteiga

Omelete com couve

200 gramas de couve cortada em tiras

3 ovos

2 dentes de alho picados

Meia cebola picada

Sal a gosto

Modo de preparo

Derreta a manteira na frigideira;

Depois coloque a cebola e o alho para dar uma leve fritada;

Coloque a couve e a deixe refogar, mexendo por cerca de 5 minutos;

Acrescente o ovo e o sal a gosto e deixe fritar bem de um lado;

Com uma espátula ou colher, vire a omelete para que ela frite do outro lado;

Após dourar os dois lados a omelete estará pronta!

Dica

Para dar um gosto diferente, pode-se acrescentar bacon, salsicha, linguiça, milho, azeitona, palmito e o que a sua imaginação deixar e isso também vale na diversificação dos temperos.

Bom apetite!

Como lidar com a deficiência auditiva na escola

A deficiência auditiva é caracterizada por uma perda parcial ou total da audição, normalmente causada por alterações genéticas, lesão em algum esquema do aparelho auditivo ou na orelha. Ela também pode ser adquirida com o decorrer da vida, principalmente a faixa etária de idosos, que já desgastou muito todo o seu organismo e com isso alguns fatores prejudiciais aprecem no decorrer da vida.

Para quem já nasce com essa anomalia, a inclusão deve ser imediata, pois quanto mais tempo ela permanece na sociedade com seres comuns, mais a sua auto-confiança é trabalhada e com isso, as dificuldades de se relacionar com outras pessoas diminui.

Mesmo com diversos projetos realizados todos os anos, em diversas regiões do mundo para defender a inclusão dos deficientes auditivos em âmbitos sociais que frequentam pessoas “comuns”, muita discriminação e desrespeito ainda pode ser vista.

O local primordial para a introdução dos deficientes a diversas outras índoles, etnias, raças, culturas e diversidade é a escola, onde os primeiros passos de aprendizagem devem ser dados em acompanhamento de profissionais que estejam preparados para lidar com essa situação.

Existem hoje, no mundo, inúmeras escolas e instituições que disponibilizam profissionais especializados para atender os deficientes auditivos. Na maioria das redes de ensino, esses alunos são destinados a salas com alunos regulares para que não se sintam excluídos e diferenciados. Como a forma de comunicação é de uma maneira diferente, intérpretes de Libras e materiais de apoio são disponibilizados para essas turmas de Atendimento Educacional Especializado (AEE). 

Educação inclusiva em sala de aula

Para fazer essa solicitação, basta que a direção da escola entre em contato com a Secretária de Educação. É muito importante que a interprete tenha um bom ligamento de ensino com a professora regular e com todos os alunos, sendo eles auditivos ou não.  Alguns projetos disponibilizam vagas em cursos básicos de libras para alunos regulares para que a socialização seja realizada entre eles e os deficientes de qualquer anomalia, descartando assim qualquer possibilidade de prática de preconceito.

Os alunos que possuem uma deficiência parcial auditiva, podem ouvir, mas não com tanta precisão como os demais. Nesses casos é importante que sejam colocados nas primeiras cadeiras das filas, onde o professor deverá falar todo o conteúdo e informações com absoluta clareza, com um tom de voz mais alto e mais lento, ficando sempre de frente para esses alunos quando for dizer algo pois pela debilidade auditiva, os deficientes aprendem a ler os lábios de outras pessoas e isso facilita na sua comunicação.

Já para os deficientes com lesões mais graves, onde a surdez é aproximadamente 100%, a linguagem de sinais é a mais apropriada para o entendimentos dos conceitos ministrados em sala de aula.

Dica

Sempre que houver oportunidade ou um tempo vago na sala de aula, destine para a inclusão dos alunos deficientes. Ensine aos regulares alguns sinais básicos de comunicação. Isso será importante não apenas para a aprendizagem de todos, mas também para todo o contexto social e para a melhora do indivíduo em consciência de valores e conceitos.