Primeiro nome dado ao petróleo

Estima-se que o uso do petróleo se deu na antiguidade durante os 4000 anos antes de Cristo. O seu nome provem do latim e indica pretra e oleum, quando traduzido para o português significa pedra de óleo. Essa substância pode ser encontrada em cavidades do subsolo, onde completa quase todos os espaços entre os grãos de areia das formações rochosas do ambiente.

Pesquisadores afirmam que os Sacerdotes utilizavam o petróleo para embalsamar corpos, construir pequenas e grandes embarcações, para impermeabilizar palácios e construções, para acender fogueiras, incendiar lanças durante períodos de guerra, entre outros.

Principais nomes do petróleo

Surgimento do petróleo e seus primeiros nomes.
História do petróleo.
(Foto: Reprodução)

» 1° nome: Betume;

» 2° nome: Nafta da Pérsia;

» 3° nome: Óleo de são Quirino; entre outros.

Relatos históricos afirmam que os povos antigos do Egito, da Mesopotâmia, da Pérsia e da Judeia já dominavam o uso do petróleo a muito tempo atrás, onde a matéria prima era mais comum de ser encontrada no Oriente Médio. Alguns cientistas evolucionistas afirmavam que aproximadamente 100 milhões de anos posteriores seriam necessários para que essa substância se formasse na natureza. Porém, os criacionistas debatiam essa ideologia, pois acreditavam que essa formação aconteceria muito mais cedo do que eles imaginavam.

A Argonne National Laboratories, depois de várias pesquisas conseguiu comprovar que o carvão podia ser formado em 36 segundos caso as condições do ambiente fossem favoráveis ao procedimento. Diziam ainda que o carvão iria ser criado de um pedaço de madeira e barro alcalino desde que fossem enterrados em uma profundidade que não houvesse oxigênio à 150 °C.

O petróleo só conseguiu se consolidar como combustível moderno e matéria prima através da construção e do ganho de força das indústrias de de bens de consumo e das fábricas automobilísticas e automotivas.

Curiosidade

O primeiro poço de petróleo só foi perfurado no ano de 1859, na região da Pensilvânia. O coronel Edwin L. Drake utilizou um equipamento bastante parecido com um bate estaca para conseguir realizar o procedimento. Pesquisas afirmam que nessa época, Drake conseguia retirar cerca de 19 barris de petróleo por dia daquele local.

Os principais problemas causados pelo cigarro

O cigarro é considerado como uma droga lícita mas faz muito mal a saúde, tendo como motivo destaque a sua abstinência que acontece em curtíssimos períodos de tempo. Ele é o principal responsável por causar diversas doenças e mortes no mundo todos os dias. Os riscos desse produto atingem não somente aos fumantes, mas todos que estão a sua volta.

Componentes

Estima-se que em sua composição pode ser encontrado aproximadamente 4.720 substâncias tóxicas, onde cerca de 60 delas são cancerígenas.

  • Nicotina;
  • Níquel;
  • Arsênico;
  • Cianeto Hidrogenado;
  • Formol;
  • Amônia;
  • Monóxido de Carbono;
  • Benzopireno;
  • Nitrosaminas;
  • Substâncias radioativas;
  • Agrotóxicos;
  • Solventes;
  • Metais pesados.

Principais doenças

As complicações e doenças em um fumante acarretam todo o corpo, mas as suas substâncias costumam atingir com mais frequência e gravidade o sistema respiratório e o cardiovascular.

Cigarro, fumo, doenças, como parar de fumar?
Quimbas de cigarros fumados.
(Foto: Reprodução)
  • Bronquite;
  • Trombose vascular;
  • Redução da capacidade de aprendizado e memorização;
  • Catarata;
  • Aneurisma arterial;
  • Rinite Alérgica;
  • Úlcera do aparelho digestivo;
  • Infecções respiratórias;
  • Angina;
  • Câncer de pulmão;
  • Câncer de boca;
  • Câncer de laringe;
  • Câncer de estômago;
  • Leucemia;
  • Infarto do miocárdio;
  • Enfisema nos pulmões;
  • Impotência sexual;
  • Abortos espontâneos.

Cigarro durante a gravidez

Muitas mulheres acham que fumar durante a gestação não faz mal para o feto, mas se enganam! Quando fumam durante o seu período gestacional e até mesmo durante a amamentação, transpassam para o bebê algumas substâncias do cigarro, podendo prejudicar o desenvolvimento da criança a curto e/ou a longo prazo.

Em alguns casos os bebês de mulheres fumantes não resistem a gestação, onde o aborto espontâneo acaba acontecendo, ou nascem com deformidades, ou com peso baixo, entre outros. Filhos de mulheres que fumam e/ou que fumaram em sua gravidez tem ainda mais chances de aderir ao vício.

Como parar de fumar?

Para quem está de fora, largar esse vício é simples e prático, mas não é bem assim que isso acontece. Existem diversas medidas que podem ser aderidas nesse processo, onde tentativas são realizadas constantemente até que o indivíduo consegue reduzir gradativamente o uso de fumos e cigarro até parar totalmente.

Existem vários métodos caseiros, saudáveis, com medicamentos, com acompanhamento médico, de ex fumantes, entre outros meios de procurar resistir a esse vício. Para saber mais sobre eles, acesse esse link, ou disque pare de fumar, pelo telefone 0800 703 7033.

Parasitas de peixes de água doce

São ditos parasitas os organismos que precisam de outros seres para retirarem o seu alimento. Eles normalmente prejudicam o organismo do hospedeiro causando doenças infecciosas (nos animais) e grandes infestações (nas plantas). Alguns deles não transpassam efeitos nenhum , já outros podem causar até mesmo a morte, tal como as bactérias patogênicas e os vírus.

Quando o parasitismo acontece em certos animais, pode causar a redução e até mesmo o desaparecimento de alguns órgãos, atingindo com mais frequência os órgãos reprodutores e os alimentares.

Parasitas de peixes de água doce 

Ichthyophthirius multifillis

São protozoários ciliados, visíveis a olho nu em sua idade avançada, medindo cerca de 1 mm. Esse parasita causa a doença dos pontos brancos, também chamada de Íctio. Costuma atingir os peixes mais fracos, com mais frequência nos períodos em que as temperaturas estão mais baixas.

Anfíbio com Íctio
Peixe com a doença dos pontos brancos.
(Foto: Reprodução)

Costia pyriformis e Costia necatrix

Ambos parasitas afetam os peixes, sendo que o pyriformis infesta as brânquias e o corpo e o necatrix apenas o corpo. Costumam causar nos animais muita coceira, aparência apática, perda de apetite, ramificações avermelhadas nas barbatanas, turvação na pele e em casos mais graves a sua destruição gradativa, com feridas e sangramentos.

Peixe com a doença Costia
Peixe com Cotia e aparência apática.
(Foto: Reprodução)

Oodinium limnecticum

Esse parasita é um protozoário com forma cística. Ele causa nos peixes a doença chamada de Íctio-veludo, ou doença da ferrugem ou doença da poeria dourada. Afetam com mais frequência os peixes mais novos e alevinos, causando lesões na pele e obstruções branquiais. Essa enfermidade é considerada contagiosa e representa grande perigo aos animais. Seus principais sintomas são manchas brancas, lesões na pele, nas branquias e nadadeiras com aparência de veludo com a cor dourada ou amarelada, emagrecimento e excitação.

Doença  Íctio-veludo em peixe de água doce
Íctio-veludo na nadadeira do peixe.
(Foto: Reprodução)

Pseudomonas fluorescens, Aeromonas liquefasciens, Mycobacterium sp., Myxobacterias Cytophaga columnaris, Saprolegnia e Achyla

Todos esses parasitas são prejudiciais aos peixes. Eles causam a podridão das nadadeiras desses animais, que se torna difícil de regredir devido a invasão dos mesmos para a corrente sanguínea e septicemia.

Peixe dourado com as nadadeiras escuras e podres.
Peixe com podridão das nadadeiras.
(Foto: Reprodução)

Phylum Arthropoda: Subphylum Crustacea, Class Maxillopoda, Subclass Branchiura, Order Argulidea e Argulus sp

A doença causada por esses parasitas é a Argulose, ainda dita como piolho de peixe. Ela acontece com mais frequência e piscinas ornamentais do que nos rios de água doce mas acomete todos os peixes dessa região. Os seus principais sintomas são irritações cutâneas com avermelhamentos e muita descamação no local onde os parasitas se hospedam.

Argulose na nadadeira do peixe
Piolho de peixe em sua nadadeira.
(Foto: Reprodução)

Hexamita

Esse parasita é um protozoário. Causa uma doença que faz um buraco na cabeça do peixe. Seus principais sintomas são perda de apetite, emagrecimento, frequentemente escurecimento das cores dos discos, fezes esbranquiçadas, “gelatinosas” e finas. Com o tempo, o parasita afeta tanto o disco que consegue ir abrindo pouco a pouco um buraco na cabeça do animal.

Peixe com Hexamita
Peixe com buracos na região da cabeça.
(Foto: Reprodução)

Bebê magrinho o que fazer?

O nascimento de uma criança é um momento único e muito especial. Assim que o bebê vem ao mundo, vários exames e testes são feitos com ele para saber como a sua saúde está. A medição da sua altura e a sua pesagem são dados muito importantes para acompanhar o seu crescimento, tanto em casa quanto nas consultas pediátricas.

Os recém nascidos são muito parecidos, pequeninos e magros aos nossos olhos. Porém, com o tempo, o ganho de peso e o seu crescimento acontecem, muitas vezes de forma bem rápida. Somos tão acostumados a ver bebês bem gordinhos que quando vemos um mais magrinho, estranhamos. Mas nem sempre esse aspecto indica algo ruim.

É importante ressaltar que cada bebê possui suas medidas e características e nem sempre os mais magros estão sob risco de não se desenvolverem direito. Estima-se que nos primeiros dias de vida, todos os bebês sofrem uma perda de peso de cerca de 5% do seu total devido a eliminação de  excrementos, urina e uma série de secreções acumuladas durante seu período gestacional.

Peso ideal

Criança com baixo peso.
Bebê magro com gorrinho na cabeça.
(Foto: Reprodução)

Crianças que nascem entre a 37° ou 41° semana de gestação, costuma pesar entre 3 kg a 3,5 kg. Caso ele pese cerca de 4 kg, ainda é considerado como um fator normal, mas se pesar mais que isso ou menos que 2,5 kg é mais que indicado que a mamãe leve seu filho a um pediatra e comece a realizar alguns tratamentos para o ganho ou perda de peso.

Alimentação

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a aleitamento materna deve ser realizada de forma exclusiva até os seis meses de idade do bebê. Após esse período, é indicado que alimentos saudáveis sejam inseridos pouco a pouco nas refeições da criança, porém o aleitamento deve continuar até os 2 anos de idade, sendo um complemento dos demais alimentos.

O leite materno é muito importante para o desenvolvimento da criança e para coordenar a sua imunidade, prevenindo a proliferação de doenças no bebê, principalmente as de origem infecciosa. A perda de peso acontece em grande frequência nos bebês que as mães param de os amamentar muito cedo.

No decorrer dos 3 primeiros meses de vida da criança, ela poderá engordar cerca de 200 gramas por semana. Mas em alguns casos os bebês irão engordar mais que essa média, podendo perder peso nas semanas posteriores. Esses dados são consideráveis normais pelos pediatras desde que se consiga manter um peso médio estável .

Como ajudar no ganho de peso?

* Realize consultas pediátricas todos os meses em bebês muito pequenos para que se tenha um acompanhamento melhor do seu desenvolvimento;

* Evite dar muito leite para a criança de uma só vez para que assim ela consiga esperar até a próxima mamada. Quanto menor forem os espaços estre esse processo, mais saudável será para o bebê;

* Opte sempre pela mamada livre;

* Quando o bebê começar a se alimentar de outros produtos que não seja o leite materno, opte por escolhas saudáveis e realize lanches no intervalo das refeições principais do dia;

* Após os seis meses de vida, alimente o bebê a cada 2 ou 3 horas, realizando cerca de 6 à 7 refeições diárias;

* Hidrate bem o bebê (com água e sucos naturais);

* Tente fazer com que o bebê tenha sonos tranquilos e que durma pelo menos 8 horas por noite.