Quem pode fazer o FIES

O FIES ( Fundo de Financiamento Estudantil) é um programa tutelado pelo Ministério da Educação que visa financiar a formação superior de estudantes matriculados em algum curso presencial de IES não gratuita, com avaliação satisfatória no SINAES ( Sistema Nacional de Avaliação de Ensino Superior) e associado aos quadros do programa. Graças a uma modificação no agente operador do FIES, agora o FNDE (Fundo de Desenvolvimento da Educação) agora o financiamento pode ser solicitado em qualquer momento do ano letivo e com taxas de juros ainda mais convidativas, agora 3,4%.

Inscrição

FIES
O FIES é uma programa que vem democratizando o acesso ao nível superior de qualidade.

Os estudantes que desejam se candidatar ao FIES é tenham concluído o ensino médio a partir de 2010 precisam ter participado naquele ano ou no ano posterior do processo seletivo do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), fica isento de exigências, professores que trabalham na rede pública de ensino. O FIES pode financiar até 100% do curso dependendo a renda mensal bruta da família, ou seja, a soma dos salários das pessoas que compõem a casa do estudante. O programa só atende indivíduos com renda bruta igual ou inferior a 20 salários mínimos.

Existem algumas outras clausulas ao qual o candidato deve estar ciente e quando não atendidas podem vetar sua inclusão no programa. Nesse âmbito o mesmo não pode :

➣ Estar com matriculada em situação de trancamento;

➣ Possuir renda mensal bruta comprometida inferior a 20 % ;

➣ Que já tenha sido beneficiado pelo FIES em uma outra ocasião;

➣ Estar inadimplente com o Programa de Crédito Educativo.

Se você se enquadra dentro das exigências do FIES e pretende se inscrever, visite o site o sítio do programa, o SisFies. Se for sua primeira visita você terá que se cadastrar informando o CPF , um e-mail válido  e uma senha. Depois disso será enviada uma confirmação para o seu e-mail depois é só logar e fazer sua inscrição, informando os dados pessoais e da instituição que serão exigidos.

Esperamos ter atendido as dúvidas do leitor, para mais informações leia também nosso artigo Como se inscrever no FIES, que mostra com maior minúcia os passos para realizar sua inscrição.

Como é formada a chuva acida

A Chuva ácida é um grande problema ambiental dos tempos modernos. As precipitações já possuem uma acidez natural, graças a uma baixa concentração de Dióxido de Carbono (CO2) atmosférico, chegando a um PH abaixo de 7, mas a queima de combustíveis fosseis, principalmente pelos veículos e fabricas, acaba por lançar mais dióxido de carbono (CO2), óxido de nitrogênio(NOx) e dióxido de enxofre (SO2), esse problema é ainda mais grave nos grandes centros urbanos onde a emissão de poluentes maior.

Até a década de 1990 os Estados Unidos eram os que mais sofriam com as chuvas ácidas, mas com rápido processo de industrialização visto no continente asiático a China passou a levar esse titulo nada glorioso, o principal fator contribuente para isso é o grande uso do carvão mineral na matriz energética do país, visto que é a maior consumidora desse tipo de combustível no mundo.

Chuva ácida é um fenômeno que provoca danos não apenas ao homem mas a todo o meio ambiente.
Chuva ácida é um fenômeno que provoca danos não apenas ao homem mas a todo o meio ambiente.

Como se forma a chuva ácida 

Após os gases poluentes chegarem a atmosfera se ajuntam ao vapor d’água, formando acido nítrico (HNO3)e acido sulfúrico (H2SO4). Com as precipitações o ácido é transportado para terra juntamente com os pingos, neblina ou  neve, dando cerne a denominado chuva ácida.

Devido ao movimento das massas de ar, a chuva ácida nem sempre acontece no local onde receberá acidificadores, podendo assim ganhar outras coordenadas. No Brasil, Rio de Janeiro e São Paulo são os Estados acometidos em maior grau pelo fenômeno devido serem os maiores consumidores de carvão e petróleo.

ácida
corrosão provocada pela ação de chuvas ácidas

Efeitos

Os efeitos danosos da chuva ácida são vários, começando pela deterioração de edifícios e monumentos históricos, temos como exemplo a Acrópole ateniense, o Taj Mahal na Índia e o Coliseu em Roma.  A saúde do homem os prejuízos não são menores, metais tóxicos liberados pela precipitação podem alcançar os fontes de água potável e pode causar sérios danos ao nosso organismo, refletindo também em todos os ecossistemas do local. No meio ambiente os ácidos podem   matar árvores abrir clareiras, e paulatinamente destruir uma floresta, os mananciais e lagos também são demasiadamente prejudicado, as vezes atingindo níveis de acidez tão altos que a vida ali se torna escassa.

Nos últimos tempos esses efeitos vem sendo sentidos com maior assiduidade e vigor no mesmo ritmo dos aumentos do uso dos combustíveis fosseis. Com as novas discussões em torno de um desenvolvimento sustentável, abriu leque para inclusão de fontes energéticas renováveis, que também refletiria positivamente as precipitações ácidas. Na verdade haveria a necessidade de mudança na matriz energética dos países e enquanto isso não ocorre o fenômeno parece irremediável.

Arroz e feijão é carboidrato

O arroz e o feijão juntos formam a base do cardápio brasileiro, mesmo assim muitas vezes esses alimentos são taxados de engordativos, por serem enquadrados no nicho dos carboidratos. Mas esses dois alimentos tem muito mais a oferecer e são perfeitos inclusive para uma dieta esportiva e saudável.

Feijão

Todos os feijões são ricos em um tipo de proteína chamada faseolamina, principalmente o feijão branco, essa tem a capacidade de inibir em até 20 % a absorção de açucares, além de proporcionar saciedade, sendo com isso duplamente importante no processo de emagrecimento. O feijão é ainda, fonte de Ferro, potássio, vitaminas do complexo B, entre outros minerais importantes.

prato popular
O arroz e o feijão, quando juntos, formam uma poderosa combinação de nutrientes, que pode inclusive ajudar a emagrecer

O Arroz

O Arroz integral, o mais benévolo a saúde, também trás em si um coquetel de vitaminas do complexo B, potássio, zinco e ferro. Também é presente nesse alimento, triptofano e a vitamina B6, que estimula a liberação do hormônio do bem estar, a Serotonina. As fibras também ocupam espaço importante  tanto  na leguminosa quanto do cereal, são as fibras, que diminui a ânsia por guloseimas, além de corroborar para um melhor arranjo intestinal.

Combinando os Dois

Mas é do casamento do arroz com o feijão que nasce o par perfeito. Eles se completam em vários sentidos, os aminoácidos que o feijão tem em abundância, a lisina, falta no arroz, que por outro lado é rico em metionina, essas duas se combinam quanto ajuntadas formando uma proteína de alto valor biológico. Algo semelhante acontece na união de carboidratos, juntos eles convergem para um grande porcentagens de carboidratos de cadeia ramificada, que demora mais para serem metabolizados, e por isso exigem uma maior energia no processo de síntese  o que corrobora para um metabolismo acelerado, fator intrinsecamente ligado ao emagrecimento.

Concluímos com isso, que o arroz e o feijão, ao contrários de que se pensa não é responsável por quilinhos extras, as porções diárias não chegam nem a 100 calorias, isso associado aos carboidratos e proteínas complexas resulta sim no emagrecimento e melhora dos processos metabólicos e mentais.

Tipos de violão para iniciantes

Os primeiros registro de instrumentos ancestrais ao violão ( Guitarra ) surgiram na Grécia, nos primeiros as cordas ficavam dispostas livremente, por exemplo a cítara e a arpa. Depois, viu-se que utilizar as cordas apoiadas por um braço permitiria um número muito maior de notas. O primeiros relatos do vilão em formato 8 é de 3.500 a.C, na Bíblia também já havia citações do alaúde, que se tornou um dos principais instrumentos durante a Renascença.

O violão como ficou conhecido aqui no Brasil, é uma guitarra que conta com 6 cordas de aço ou nylon, embora também existam violões baixo, com quatro cordas e violão de sete cordas. O instrumento é muito versátil, possuindo também diversas formas com diferentes sonoridades dedicadas a diferentes ritmos e estilos musicais.

violão
Escolher um violão que combina com seu estilo, é de extrema importância para quem deseja dominar o instrumento.

Atualmente existem diversas marcas e modelos de violão, desde bem baratos a montantes exorbitantes, o que deixa os iniciantes em dúvida na hora de adquirir o seu primeiro instrumento. O problema da escolha não esta apenas na diferença de preço, cada tipo de violão tem uma aplicabilidade, e escolher um adequando pode te ajudar em muito no processo de aprendizagem.

O primeiro passo é olhar os tipo de corda, são dois : nylon e aço. As de nylon usadas principalmente no vilão clássico são as melhores para quem está começando, mais macias, facilita o dedilhar, dando mais celeridade ao domínio dos  acordes, no entanto as cordas de nylon deixa muito a desejar no âmbito do volume. Já as cordas de aço são mais permite sons mais pujantes, ideal para que se apresenta em público conciliando o violão com o canto, no entanto, a empatia com o aço é demorada, já que as cordas mais rígidas e difíceis de malear.

Um violão clássico seria a melhor pedida para quem deseja aprender a tocar, são leves, macios  e em geral tem um ótimo custo /benefício. Pode ser aplicado em performances particulares e para pequeno número de pessoas. Um modelo que é muito bem qualificado nesse nicho é o AC-39 Memphis by Tagima.

Quem já possui uma certa fundamentação em violões e deseja ampliar os seus conhecimentos ou realizar apresentações publicas maiores e performáticas indica-se um violão Folk. Esses possuem uma ótima sonoridade e são em geral elétricos. Um que não irá te decepcionar é o CH889 da Eagle, que trás ainda corte cutway para melhor acesso as agudas.