Tales de Mileto: biografia, teorias e frases

Tales de Mileto é um dos filósofos com mais destaque em toda a Antiguidade. Nascido em 625 a. C. na cidade de Mileto, Turquia; e morto aproximadamente em 547 a. C.. Esse grande pensador ainda era astrônomo e matemático, considerado um dos sete sábios na Grécia Antiga.

Mileto teve como suas principais realizações a instituição da Escola Jônica, onde findou diversos conceitos sobre a verdade, a ética, a totalidade e a política; ser a primeira pessoa a descrever como ocorre um eclipse solar; e demonstrou a todos que dois triângulos tem lados iguais quando possuem dois ângulos iguais.

A maior parte das suas reflexões eram estabelecidas pela natureza e seus elementos principais – água, fogo, terra e ar. Ele acreditava que tudo era constituído por uma substância primordial, a água. Todos os seus fundamentos foram realizados em cima dessa ideologia.

Seus principais discípulos foram Anaximandro que tinha uma crença em esferas interação de constante interação, e Anaxímenes que avistava no ar a essência primitiva. Tales não escreveu nenhuma obra sobre seus pensamentos, mas grandes nomes divulgaram sua obra, tal como Diógenes Laércio, Aristóteles e Platão.

Tales tinha uma visão ampla sobre a vida, por consequência conseguia perceber a realidade muito além do tempo que vivia. Mesmo tendo vivido aproximadamente dois milênios e meio antes de Charles Darwin, ele já afirmava o mundo teria sua evolução pela água e alguns processos naturais. Além de ter sido um bom visionista, Mileto ainda tinha direções de conhecimento em diversas áreas.

Tales de Mileto

Esse grande sábio conseguia perceber as grandes transmutações de diversas coisas, que se desenvolviam em outras com o decorrer do tempo. Para ele, tudo partia de um princípio basilar ou arché. Tales de Mileto procurava uma nova maneira de compreender o universo por vias da razão, da experiência e sem nenhum contato visionário religioso.

Principais frases

• “Nem sempre muitas palavras indicam muita sabedoria.”

“Muitas palavras não indicam necessariamente muita sabedoria.”

“A esperança é o único bem comum a todos os homens; aqueles que nada mais têm – ainda a possuem.”

“Toma para ti o conselho que dá aos outros.”

“Procure sempre uma ocupação; quando o tiver não pense em outra coisa além de procurar fazê-lo bem feito.”

“O maior é o espaço porque dentro dele cabe tudo. O mais veloz é o intelecto porque passa através de tudo. A mais forte é a necessidade porque tudo domina. O mais sábio é o tempo porque tudo revela.”

Sá de Miranda

Francisco Sá de Miranda é um importante autor em relação a influência de todos os escritos tradicionalistas. Nasceu no dia 28 de Agosto de 1481, na cidade de Coimbra. É considerado um dos principais nomes dessa articulação em relação aos exemplos que proporcionou entre os séculos XV e XVI. Todo o início de sua história é um pouco duvidoso até os dias atuais pois Sá de Miranda só obteve sucesso e sua vida conhecida a partir do momento em que chegou a Universidade de Lisboa.

Ele era filho de Gonçalo Mendes e Inês de Melo. Viveu com seus pais em São Salvador do Campo durante vários anos até o seu ingresso no ramo universitário. Suas obras e relatos foram conhecidos até o dia 15 de Março de 1558, onde o autor, com cerca de 77 anos veio a falecer na cidade de Amares, tendo assim sua vida concretizada em meio as letras, onde fez diversas intervenções sociais e literárias.

Sá de Miranda se estudou e se formou na Universidade de Lisboa em Direito, onde se aprofundou em conteúdos e práticas da humanidade, da gramática e da retórica. Com sua grande práticas nessas três áreas, que foram estudadas durante muitos anos de sua vida, Miranda passa a ser professor da instituição, onde fez sua carreira se concretizar e seu nome ser lembrado por todos. Em meados de 1521, Miranda ainda frequentava a Corte, leciona,a compunha cantigas, esparsas e vilancetes.

Após uma viagem a Itália, Miranda se depara com o ambiente literário Renascentista, mas seu contato com esse contexto era articulado desde anteriormente. Com as ideias italianas sobre esse tema, ele resolveu aderir um pouco dessa ideologia para seus textos, mostrando novos sonetos, sextina, oitavas, versos com dez sílabas, canções e tercetos. Miranda foi o primeiro a utilizar esses projetos de forma clássica e assim fez com que o Renascimento fosse conhecido em Portugal.

Ele escrevia ainda poesias e obras de teatro. Uma das suas obras mas conhecidas em relação a drama e tragédia é “Cleópatra”. Sá de Miranda também abordava textos comediantes, nos quais se destacaram “Estrangeiros” e “Vilhalpandos”.

Quem aos olhos dar-me uma vertente

 

“Quem aos olhos dar-me-á uma vertente

de lágrimas, que manem noite e dia?

Ao menos a alma, enfim, respiraria,

chorando, ora o passado, ora o presente.

 

Francisco Sá de Miranda
Francisco Sá de Miranda

Quem me dará, longe de toda gente,

suspiros, que me valham na agonia

já longa, que o afã tanto encobria?

Sucedeu-me depois tanto acidente!

 

Quem me dará palavras com que iguale

tanto agravo que amor já me tem feito,

pois que tão pouco o sofrimento vale?

 

Ah! quem ao meio me abra este meu peito,

onde jaz tanto mal, por que se exale

tamanha coita minha e meu despeito?”

Tempo da faculdade de medicina

Formados em Medicina

O tempo de um curso de medicina para se tornar um médico clínico geral demora cerca de 6 anoscaso não haja reprovação do aluno em nenhum semestre ou matéria. Medicina é um dos cursos mais procurados por estudantes ao prestar um vestibular, muitos deles desistem pois uma faculdade privada custa caro e a pública é difícil de passar pelo grau de concorrência e pela pontuação exigida.

Tudo sobre o Curso de Medicina

O processo inicial de curso dura cerca de 6 anos, mas para quem não deseja ser clínico geral e deseja se especializar em alguma área da saúde, terá que estudar mais algum tempo, algumas dessas especializações podem durar de 2 á 6 anos.

As áreas mais procuradas para especialização no ramo da medicina são a de dermatologia e a de cirurgia plástica, pois são os processos que fornecem mais dinheiro na carreira. Só que por causa dessas escolhas, isso causa uma defasagem imensa para muitos hospitais, onde suas principais atividades constam na pediatria, clínica geral e ortopedia.

Medicina 1

No 5° ou 6° ano é normal que o aluno que esteja quase finalizando o curso seja encaminhado para algum hospital para que comece seu treinamento, atendendo a pacientes, observando e ajudando em processos.

O principal objetivo do curso é firmar bem as bases de atendimentos fáceis, médios e difíceis para que o aluno tenha uma boa qualificação, fazendo com que ele saiba desde avaliar o estado de um doente e passar uma medicação até atender um caso de emergência.

Muitas pessoas que desejam ingressar na faculdade de medicina tem que ter total certeza que é isso mesmo que ela quer, pois são muitos anos de dedicação ao estudo, o processo é intenso e tem muitas dificuldades quando uma pessoa se forma na área da saúde. As principais delas é ter que estar sempre pronto para atender, para passar noites em claro, deixar bastante de lado a vida pessoal, ter paciência e calma, além de ter que saber lidar com as suas próprias emoções para passar segurança a um familiar de algum paciente em estado grave ou até mesmo para dar as piores notícias, como a de uma doença que não tem cura.

O trabalho do Médico

Medicina 2

Os médicos devem estar preparados para tudo, pois eles poderão pegar casos leves como o de uma consulta, como poderão ver pessoas cheias de sangue ou chegando a óbito em seus braços e terá que se controlar e fazer de tudo para salvar a vida do próximo, pois quando um aluno de medicina se forma ele faz o juramento de que será ético ao exercer sua profissão, sabendo respeitar as outras pessoas e fazer de tudo para que vidas sejam salvas.

Gonçalves Dias obras e vida Modernismo

Gonçalves Dias foi um importante personagem da história brasileira que contribuiu continuamente para a arte e a cultura brasileira, junto a grandes nomes como José de Alencar e Machado de Assis.

A história e obra de Gonçalves Dias marcaram a primeira fase do Romantismo no Brasil, dando início e base a um dos grandes movimentos artísticos do país. Apesar de romântico, várias de suas obras serviram de inspiração ou base para o Modernismo vários anos depois.

História

Gonçalves Dias era filho de um importante comerciante de esposa mestiço, nascido nas terras de Jatobá em 1823. Desde cedo teve contato com burocracias, administração e outros conhecimentos ligados ao comércio.

Gonçalves Dias pitura de seu retrato
Gonçalves Dias

Mesmo até trabalhando na loja de seu pai, Gonçalves Dias já tinha um gosto pelos estudos e matriculado em um colégio particular, pôde estudar latim, francês e filosofia.

Indo para Europa, completou os estudos e se matriculou na Universidade de Direito de Coimbra, onde bacharelou-se em 1845 e retornou ao Brasil. Em Coimbra, adquiriu o gosto pelo romantismo com seus amigos portugueses dos grupos O Trovador e Gazeta Literária dos quais participou.

Foi em sua estadia em Coimbra que lhe permitiu escrever a famosa obra Canção do Exílio, como fruto de sua saudade do Brasil e dos ideais nacionalistas e patrióticos. Logo ao voltar para o Brasil, assim como todo bom poeta romântico, conheceu sua fonte de inspiração e amor idealizado, Ana Amélia Ferreira Vale.

No Rio de Janeiro, trabalhou como jornalista em muitos importantes jornais como a Gazeta Oficial, lecionou como professor de história e latim no Colégio Pedro II, além de ter produzido diversos textos e peças teatrais.

A Pedido do Governo de São Luis, Gonçalves Dias retorna a cidade onde aproveita a ocasião para pedir Ana Amélia em casamento. O pedido foi negado pelos pais da moça devido a origem mestiça do poeta.

Ao voltar ao Rio de Janeiro se casou com Olímpia da Costa e foi para Europa realizar estudos para melhorar a educação brasileira. Foi convidado a participar da Comissão Científica de Exploração onde percorreu grande parte do Norte brasileiro.

Em 1862 teve de regressar a Europa em busca de um tratamento de saúde que não foi bem sucedido. Retornou ao Brasil no navio Ville de Boulogne que naufragou na costa brasileira em 1964 onde todos sobreviveram exceto o poeta por estar agonizando em seu leito no momento do naufrágio.

Modernismo

Apesar de Gonçalves Dias ter sido dos movimentos românticos brasileiros, suas obras entraram no imaginário dos próximos grandes poetas que o citaram no modernismo sejam em paródias críticas ou em obras inspiradas.

Principalmente a Canção do Exílio, alguns versos serviram até de inspiração para compor o hino nacional brasileiro e de base para demais textos modernistas anos depois.

Suas principais obras são: Canção do Exílio, Ainda Uma Vez – Adeus, Sextilhas de Frei Antão, Seus Olhos, Os Timbiras, I-Juca-Pirama.