Crise de ansiedade como controlar

Crise de ansiedade como controlar

A ansiedade corresponde a uma das características emocionais dos seres humanos, sendo um fenômeno que pode vir a produzir ações benéficas ou prejudiciais aos seus dominantes de acordo com a situação em que se encontram, também da intensidade e circunstâncias associadas.

Sua dinamização pode interferir tanto no funcionamento psíquico (mental), quanto no somático (corporal), promovendo estímulos ou o impedimento de reações. As causas desse transtorno geralmente estão associadas à rotina, às experiências adquiridas na vida e as disfunções manifestadas pela estrutura corporal, como a presença de doenças.

É importante ressaltar que a ansiedade não permanece presente constantemente em seus enfermos, costumam se apresentar em forma de crises, podendo ser frequentes, tendo como os seus principais sintomas:

Crise de ansiedade como controlar
Mulher com o olhar de medo.
(Foto: Reprodução)
  • Preocupações
  • Medos exagerados
  • Tensões
  • Nervosismo
  • Falta de controle somático
  • Sensação incessante de que algo ruim irá acontecer
  • Pavor
  • Formigamento
  • Tremores
  • Choro constante
  • Sensibilidade
  • Fragilidade
  • Ataques de pânico
  • Falta de ar
  • Dificuldade de engolir
  • Boca seca
  • Visão embaçada
  • Sudorese
  • Despersonalização
  • Intuições de de iminência de óbito
  • Taquicardia

Os profissionais da área da saúde afirmam que pessoas que apresentam quatro ou mais dos sintomas descritos acima estão muito ansiosos e devem procurar ajuda médica o mais rápido possível para que um diagnóstico do seu quadro seja ministrado e posteriormente a prescrição da contenção ou controle dos sintomas ocorra.

Após o levantamento das condições mentais e físicas do paciente, o médico viabilizará a melhor forma de tratamento, podendo se manifestar de três formas com:

  • Utilização de remédios
  • Sessões de psicoterapia
  • Junção de ambos os métodos – normalmente executados em casos mais graves.

Existem ainda algumas práticas que podem ajudar o indivíduo a ter um maior controle, tanto da sua ansiedade, quanto dos seus sintomas e outros transtornos emocionais, confira:

  • Ficar afastado de todas as pessoas, lugares e pensamentos que produzam alucinações negativas
  • Se manter sempre muito organizado
  • Ter hábitos saudáveis, como uma boa alimentação e praticar exercícios físicos regulares
  • Elevar a autoestima
  • Ocupar a cabeça nos tempos livres com atividades produtivas ou de lazer
  • Procurar controlar a respiração sempre que as crises começarem a dar seus primeiros sinais

Entenda o vírus chikungunya

Entenda o vírus chikungunya

A febre chicungunha ou chikungunya (vírus CHIKV) vem se tornando uma das doenças virais mais preocupantes do Brasil e do mundo, categorizada como uma enfermidade parecida com a dengue em relação aos prejuízos que produz na saúde humana e também por seus agentes transmissores serem os mesmos (Aedes aegypti e o Aedes Albopictus).

Anteriormente, a constatação dos seus casos era mais comum no continente africano, depois de algumas décadas, sua proliferação se apresentou na Ásia, Europa e agora está tomando de conta de todas as Américas. Uma das maiores preocupações desse vírus ter chegado ao território brasileiro é a facilidade com que os mosquitos da doença possuem para se reproduzir, isso acontece devido as condições climáticas propícias a sua existência.

Uma das diferenças mais notáveis entre a febre chicungunha e a dengue é que a primeira tem um ciclo de transmissão mais rápido que o da segunda, manifestando com mais rapidez os seus sintomas, sendo os principais deles:

Entenda o vírus chikungunya
Aedes aegypti.
(Foto: Reprodução)
  • Febre alta
  • Dor de cabeça e na coluna
  • Fadigas
  • Vômitos
  • Náuseas
  • Mialgia
  • Exantema
  • Poliartrite
  • Perda dos movimentos devido a forte dor presente

Observação: A poliartrite costuma ficar ativa no organismo do paciente por muito tempo, mas ao contrário da dengue, essa enfermidade não promove quadros gravíssimos ou hemorrágicos.

Fatores de risco

O vírus chikungunya pode afetar pessoas de todos os gêneros e idades, mas se faz mais presente em bebês neonatais, idosos e em pessoas com comorbidades.

Ajuda médica

Assim que os sintomas começarem a se apresentar a ajuda de um profissional da área da saúde deverá ser procurada. Se constatada a suspeita da doença, é essencial que os órgãos dos serviços de saúde sejam notificados em um prazo de até 24 horas. O diagnóstico médico desse distúrbio geralmente é constituído de análises clínicas e exames laboratoriais, como o da sangue.

Tratamento

Os métodos utilizados para conter a febre chicungunha é ministrado de forma sintomática, levando em consideração o estado em que o enfermo se encontra e o grau em que o transtorno se reproduz em seu organismo. Medicamentos são manipulados através das prescrições médicas e algumas mudanças de hábitos, como uma maior hidratação da estrutura corporal.

Observação: Devido a presença das dores e da perda de movimentos acarretadas por elas, sessões de fisioterapia também poderão ser recomendadas.

Complicações

  • Fraqueza
  • Cansaço
  • Depresssão
  • Sintomas reumáticos
  • Distúrbios vasculares periféricos
  • Síndrome de Raynaud
  • Óbito

Prevenção

 Evite todos os tipos de acúmulo de água para diminuir a reprodução dos agentes transmissores, assim como é realizado o combate contra o mosquito da dengue, através da limpeza de calhas, colocando areia nos vasos de plantas, etc.

 Use repelentes, com relevância em locais onde a quantidade de mosquitos se faz bastante intensa.

 Consuma suplementos de vitaminas do complexo B, suas composições funcionam como um repelente natural.

Aviso!

Esse artigo é apenas informativo sobre o vírus CHIKV. Para mais orientações, se encaminhe para a clínica ou hospital mais próximo da sua residência e solicite o acompanhamento de um profissional da área da saúde.

Cachorro tem depressão

Cachorro tem depressão

Muitos não sabem mas existem algumas doenças físicas e transtornos emocionais referentes aos seres humanos que também podem ser manifestados em animais, como a depressão, distúrbio caracterizado pela presença de sentimentos tristes e pessimistas, proporcionando o isolamento e a falta de energia do enfermo.

As espécies de bichinhos domésticos são as mais atingidas por essa depressividade, com relevância os cãezinhos. As causas desse processo nos pet’s, assim como os seus sintomas, também são muito parecidas com as manifestadas pelo homem. Por essa razão, a constatação da doença não é tão difícil quanto pensamos, basta apenas ter um pouco mais de atenção com relação ao seu cachorro.

Dentre os motivos que promovem a depressão canina, os mais destacados pelos veterinários são:

  • Ausência dos seus donos
  • Prisão por muito tempo ou permanecer em locais apertados
  • Chegada de outro animal na residência
  • Morte de outro animal que esteja no mesmo ambiente ou de um dos seus donos
  • Isolamento, falta de contato com as pessoas e com as atividades que gosta
  • Mudança de ambiente
  • Mudança da rotina
  • Período de doença
  • Perda da liberdade
  • Acidentes, maus tratos ou violência
  • Falta de passeios
  • Momentos traumáticos já vividos

Já os sintomas que acometem esses animais, são:

Cachorro tem depressão
Cachorro deitado, com o olhar tristonho.
(Foto: Reprodução)
  • Isolamento
  • Perda de apetite
  • Intolerância
  • Apatia
  • Irritabilidade
  • Falta de energia para brincar
  • Sonolência em excesso
  • Olhar tristonho
  • Intolerância ao toque
  • Mastigação de seus utensílios, como brinquedos e casinha

O que fazer?

Assim que as alterações de comportamento do cão forem constatadas, é essencial que o seu dono o encaminhe o mais depressa possível a uma clínica veterinária, assim um profissional realizará um diagnóstico específico do quadro e ministrará o tratamento correto.

Os principais métodos de contenção da depressão nos animais domésticos são os cuidados especiais (como a promoção de carinho e afeto dos indivíduos com o cachorrinho), sessões de terapia, tratamentos homeopáticos e uso de medicamentos.

Como evitar?

A melhor forma de prevenir a depressão canina é dar o máximo de atenção que puder ao animal, levando-o para passear, brincando, evitando deixá-lo isolado ou muito tempo sozinho em casa, entre outras práticas simples.

Atenção: É essencial que consultas veterinárias sejam promovidas pelo menos a cada seis meses, para que seja analisada suas condições de saúde.

Sintomas de câncer no pulmão fase terminal

Sintomas de câncer no pulmão fase terminal

O câncer é uma das enfermidades mais perigosas já constatadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) no mundo, isso porque é responsável por levar a óbito milhares de pessoas todos os anos, com mais frequência aquelas que são mais frágeis – como crianças e idosos, podendo vir a acometer várias partes do organismo, ocasionando o seu enfraquecimento, desgaste e falência.

O pulmão é descrito como um dos órgãos mais atingidos por esses tumores malignos, onde as células cancerígenas atingem desde a traqueia até a parte periférica do pulmão. As causas mais relevantes desse distúrbio é a idade avançada, má alimentação, o fumo ativo e passivo, inalação de poeira, de agentes químicos, ar poluído, genética e também alguns tipos de doenças, como doença pulmonar obstrutiva crônica e a tuberculose.

Sintomas

A variação dos sinais desse transtorno se distinguem de acordo com o seu grau manifestado no organismo do indivíduo. 

Sintomas de câncer no pulmão fase terminal
Tabagismo, uma das principais causas do câncer de pulmão.
(Foto: Reprodução)
  • Tosse (com muco, úmida ou com sangue);
  • Dor no tórax;
  • Rouquidão;
  • Falta de ar;
  • Sons diferenciados ao respirar;
  • Perda de apetite;
  • Dores nas articulações, de cabeça e pela musculatura;
  • Fadiga;
  • Fraturas ósseas sem explicação;
  • Perda de memória;
  • Instabilidade ao caminhar;
  • Perda de peso rápida e sem causas específicas;
  • Bronquite;
  • Pneumonia;
  • Inchaço facial ou na região do pescoço;
  • Fraqueza generalizada;
  • Sangramentos;
  • Coágulos sanguíneos;

Os sintomas do câncer no pulmão costumam aparecer apenas quando a enfermidade já está em estágio avançado, ou seja, em fase pré-terminal e, por isso a razão de tantas mortes, porque o distúrbio recebe quase sempre um diagnóstico tardio. Nesse período, o tumor pode vir a apresentar o agravamento de todos os sinais descritos acima, além de vômitos com sangue, dificuldade em engolir, infecções pulmonares e metástases.

Ajuda médica

Quando qualquer um dos sintomas acima se manifestarem, a ajuda médica deve ser procurada, principalmente se o paciente possuir contato com os agentes causadores da doença – como os citados acima. Através da análise do profissional e por exames específicos que a constatação do tumor maligno é executada.

Os testes geralmente envolvidos nesses casos são broncoscopia, estudos citológicos de fluido pleural ou da saliva, biópsia pulmonar com agulha ou cirúrgica, cintilografia óssea, tomografia computadorizada do tórax, radiografias torácicas e TC espiral.

Tipos de câncer no pulmão

Os subtipos da enfermidade podem variar após a análise da lesão retirada, indicando seu grau de periculosidade, sintomas, como irá se apresentar e atingir o organismo, entre outros fatores.

  • Adenocarcinoma;
  • Carcinoma epidermoide;
  • Carcinoma de pulmão pequenas células;
  • Carcinoma de pulmão indiferenciado de grandes células;

Tratamento

As modalidades de tratamento serão ministradas após o diagnóstico médico, podendo elas se manifestarem com mudanças alimentares, uso de medicamentos, parar de fumar ou ficar em contato com quem fuma, oxigênio suplementar, fisioterapia, terapia de radiação, quimioterapia e procedimentos cirúrgicos para a retirada do tumor.

Complicações

  • Problemas graves no sistema vascular, nervoso ou respiratório;
  • Potencial de hemorragia;
  • Paralisia;
  • Insuficiência respiratória ou hepática;
  • Lesões e deficiência de movimento;

Prevenção

 Pare de fumar o quanto antes;

 Não mantenha contato com pessoas que fumam, evitando assim o fumo passivo;

 Se não consegue parar de fumar, faça suplementações de betacaroteno juntamente com acompanhamento médico, para evitar a doença;

 Mude os hábitos de vida, deixando-os mais saudáveis, tanto em relação a alimentação, quanto a prática de exercícios físicos regulares;

Aviso!

Os dados contidos nesse artigo caracterizam apenas um informativo sobre a doença. Para mais orientações, procure ajuda médica.