Vestígios de muco na urina

O muco é dito como uma substância visco-elástica de origem biológica. Sua produção se faz para a proteger e lubrificar o corpo humano. Mas, quando ele é encontrado na urina, corresponde a um aviso de modificações genitais, tal como a falta de higiene do local, infecções e até mesmo doenças em casos mais graves.

Muco, sintomas, o que pode ser, tratamento.
Representação de como é o muco.
(Foto: Reprodução)

A quantidade de muco na urina também deve ser levada em conta, pois quanto mais muco, mais problemas genitais podem estar acontecendo. Devido a isso, assim que surgir o primeiro sinal ou vestígio dessa substância, procure um médio. Urologista para homens e ginecologista para as mulheres.

O muco pode indicar:

  • Infecção;
  • Desidratação;
  • Pedras nos rins;
  • Cistite;
  • Doenças sexualmente transmissíveis;
  • Excesso de medicamentos e vitaminas no organismo;
  • Câncer na bexiga;
  • Síndrome do cólon irritável;
  • Entre outros;

Sintomas relacionados ao muco

  • Dor ou desconforto ao urinar;
  • Coceira genital;
  • Vermelhidão genital;
  • Irritação genital;
  • Entre outros;

Tratamento

Antes de realizar o tratamento, o médico terá que descobrir quais são os motivos que estão proporcionando o muco. Durante esse processo, é importantíssimo que seja realizado uma excelente limpeza na região dos órgãos genitais, onde o casal deverá evitar relações sexuais, beber muito líquido faz-se necessário, entre outros.

Observe sempre as suas regiões genitais e os sinais que elas demonstram quando não estão completamente saudáveis. Assim que perceber algo diferente, procure um bom médico para que ele faça um excelente diagnóstico e inicie o tratamento.

Sintomas verminoses

São ditas como verminoses toda e qualquer doença causadas por vermes. Esses parasitas costumam se instalar no organismo do hospedeiro e se proliferar por ali. Normalmente se alojam nos intestinos, fígado,  pulmões e, em alguns casos mais graves, no cérebro.

Verminoses, causas, sintomas, tratamento e prevenção.
Ilustração de uma pessoa com verminoses.
(Foto: Reprodução)

As enfermidades causadas pelos vermes acometem pessoas de ambos os sexos, em qualquer faixa etária. O seu principal meio de transmissão se dá por ferimentos na pele e pelo consumo de água e alimentos contaminados.

Os vermes se dividem em:

• Platelmintos: tem o corpo achatado e o seu sistema digestório incompleto. Um exemplo de platelminto são as tênias, que podem provocar cisticercose e os esquistossomos no indivíduo.

• Nematelmintos: tem o corpo cilíndrico e liso, com ambas extremidades afuniladas, sistema digestório completo e sexos separados. Os exemplos mais mais vistos de nematelmintos são a lombrigam, as filárias e os oxiúros.

Sintomas

  • Dores abdominais;
  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Diarreia;
  • Falta de apetite;
  • Perda de peso;
  • Anemia;
  • Problemas respiratórios;
  • Comprometimento cerebral (em casos mais graves);
  • Obstrução da garganta e/ou do intestino (em casos mais graves);

Tratamento

Quanto mais cedo a doença for constatada, mais chances ela terá de cura e mais fácil os vermes serão eliminados  do organismo. A maior parte do tratamento é realizado com o uso de vermífugos, onde uns tratam vermes parasitas específicos e outros contra vários deles, chamados de medicação polivalente.

Dicas e prevenção

Elementos fundamentais:

  • Educação sanitária;
  • Hábitos de higiene pessoal e familiar;
  • Saneamento básico;
  • Lavar com frequência as mãos;
  • Evitar não andar descalço;
  • Evitar beber água que não esteja filtrada;
  • Lavar todos os alimentos antes do seu consumo;

Inflamação nos ovários sintomas

As doenças inflamatórias que acontecem nas regiões pélvicas, são denominadas como DIP. Elas dizem respeito todas as enfermidades que acontecem nas regiões genitais femininas e também em seu trato superior, tal como os ovários, trompas e útero. As mulheres mais afetadas pela DIP são as jovens, que tem entre 25 à 35 anos de idade.

Cientistas afirmam que essa é uma das doenças sexualmente transmissíveis mais preocupantes que existem e ainda assim é a mais frequente entre as mulheres. Ela é dita como um dos principais motivos da dor pélvica crônica, da gravidez ectópica e de uma possível infertilidade.

Inflamação na região pélvica, causas, sintomas, tratamento e prevenção.
Sistema genital feminino.
(Foto: Reprodução)

Causas

A maior causa das inflamações genitais são obtidas através das relações sexuais, mas também pode ser devido o:

  • Parto;
  • Inserção de um DIU;
  • Aborto;
  • Curetagem uterina;
  • Biópsia de endométrio;
  • Histeroscopia.

Sintomas

  • Corrimento (na maioria das vezes com coloração);
  • Odor;
  • Dor abdominal;
  • Calafrios;
  • Febre;
  • Ciclo menstrual irregular;
  • Dor durante as relações sexuais.

Tratamento

O tratamento desta doença é realizado com o acompanhamento regular da paciente e com uso de antibióticos. É importante lembrar que os remédios só deverão ser utilizados após o diagnóstico do médico e a sua prescrição. Durante o tratamento deve-se evitar relações sexuais e o parceiro da paciente também terá que realizar alguns exames em conjunto.

Prevenção

No caso de doenças inflamatórias pélvicas, o mais apropriado é que a camisinha seja utilizada nas relações sexuais.

Aids sintomas iniciais

A Aids é uma doença infectocontagiosa causada pelo vírus Human Immunodeficiency Virus ou HIV. Essa enfermidade se manifesta no organismo atacando os glóbulos brancos (linfócitos T CD4+) causando a destruição e degradação da imunidade, deixando-a cada dia mais frágil.

Quando os sintomas se manifestam?

Os seus primeiros sintomas costumam se manifestar depois de 3 à 6 semanas do contágio com o vírus HIV mas, na maioria do caso dos portadoras da doença, os sintomas iniciais só começa a se manifestar após 8 ou 10 anos. Variando de portador para portador, esse período pode ser para mais ou para menos.

Sintomas da Aids

Aids, sintomas, contágio, fases, perigos e tratamento.
Campanha de prevenção contra a Aids.
(Foto: Reprodução)

Iniciais

  • Tosse seca;
  • Dor de garganta;
  • Febre alta;
  • Mal estar;

Esses são os sintomas que podem surgir logo após a infecção da doença. Eles costumam durar cerca de 14 dias, mas a constatação da Aids se torna muito difícil pois todos os sinais descritos acima se parecem muito com os de diversas doenças, principalmente a gripe.

Nessa fase, mesmo que o indivíduo tenha adquirido a Aids, o seu exame acusará  negativo,pois o exame ainda não é capaz de detectar o vírus.

Após 8 ou mais anos

  • Tosse seca prolongada;
  • Febre persistente;
  • Suor noturno;
  • Dor de cabeça, nos músculos e articulações;
  • Perda de energia e sensação de cansaço;
  • Inchaço dos gânglios linfáticos por mais de 3 meses;
  • Perda de peso rápida;
  • Diarreia por mais de 1 mês;
  • Manchas vermelhas na pele;
  • Pequenas erupções na pele;
  • Candidíase oral ou genital;

Fases da Aids

• Fase 1: aguda, que podendo ser confundida com outras doenças;

• Fase 2: assintomática, que dura por anos;

• Fase 3: quando os principais sintomas da doença se manifestam;

• Fase 4: quando as doenças oportunistas aparecem e atingem ainda mais o sistema imunológico do paciente;

Contágio

O contágio dessa doença pode ser realizado através de partilha de seringas, contato direto de uma ferida com o sangue ou outras secreções de um indivíduo contaminado, relação sexual sem preservativo com uma pessoa portadora do vírus HIV e até mesmo de mãe para filho, no período de gestação.

Tratamento

O tratamento da Aids é realizado com coquetéis de medicamentos, acompanhamento psicológico, nutricional, prática regular de exercícios físicos, entre outros. É muito importante que, desde o início, o paciente faça o tratamento correto para ajudar a conter a evolução da doença e a sua epidemia mundial.