Paternidade socioafetiva significado

A paternidade socioafetiva é uma nomenclatura utilizada em ramo jurídico para definir a relação da paternidade com bases em que não estejam ligados os fatores genéticos, mas sim a relação entre a criança ou adolescente com um adulto, em relação a sua afetividade e os conceitos gerados entre ambos mesmo não tendo esse vínculo de sangue.

A Constituição Federal de 1988, em sua extensão que cabe a vara familiar, mostra que a igualdade deve ser assumida pela família em relação ao seu contato com filhos naturais e adotivos, onde a afetividade não se demonstre de forma diferenciada por um ter vínculos genéticos e outro não. Uma relação socioafetiva nesse caso diz respeito aos chamados “filhos de consideração ou adotivos”.

A paternidade em lei, dita muito mais que ter um vínculo sanguíneo e proporcionar aos seus filhos suas condições básicas de sobrevivência como a alimentação e direitos sucessórios, mas também a parte emocional que conquistam a cada dia e a forma como se relacionam.

Paternidade socioafetiva

O STJ (Superior Tribunal de Justiça) ditou então a partir desse conceito que para ter uma paternidade socioafetiva é necessário que se tenha reconhecimento de filiação, ação declaratória de nulidade, inexistência de relação sanguínea entre as partes, irrelevância diante do vínculo socioafetivo.

Podemos concluir que esse conceito mostra que o estado de filiação se independe da origem biológica, mas sim do vínculo familiar e afetivo existente entre pais e filhos.

Deuses romanos e gregos e seus significados

Desde muito tempo a crença e a fé em uma força superior aos seres humanos é vista em todo o mundo e isso não poderia ser diferente entre gregos e romanos. Toda essa mitologia é bastante rica em várias formas de explicações, contos do surgimento do mundo e todas as atribuições aos seus mestres.

Os valores dessa cultura são repassados por ambas civilizações de geração a geração. Podemos ver vários tipos de mesclagens desses conceitos, mas o mais conhecido é essa associação entre os deuses romanos e gregos.

Deuses gregos e romanos

* Zeus (deus grego) e Júpiter (deus romano): principal deus do Olimpo, visto como pai de todos os deuses e homens. Seus pais tinham medo de seus filhos lhe tirarem o seu trono, mas após o nascimento de Zeus/Júpiter, sua mãe Réia viu que algo nele era diferente, que ele era especial e por esse motivo ela o escondeu de seu pai em uma caverna durante anos. Seu pai engolia todos os seus filhos para que ninguém tomasse o seu lugar e nesse instante, Réia deu a Cronos uma pedra para engolir ao invés de entregar seu filho Zeus.  Depois de adulto, Zeus enfrentou seu pai e o forçou a vomitar todos os seus irmãos, que continuavam vivos. Logo após ele aprisionou seu pai sob a Terra e com isso se tornou o grande deus de todos os deuses e foi morar no monte Olimpo.

Zeus

* Cronos (deus grego) e Saturno (deus romano): considerado como o deus do tempo, pai de Zeus. Pertencia a elite dos titãs. Era um dos mais corajosos da elite. foi o único a ter coragem de ajudar sua mãe Gaia a se livrar dos castigos de seu pai Urano. Ele tomou o lugar de seu pai e se fez o maior imperador dos deuses. Por medo de que a mesma coisa acontecesse com ele, Cronos decidiu engolir todos os seus filhos. Zeus foi o único a não ser engolido. Após de um tempo tomou o lugar de seu pai e ordenou que ele regurgitasse todos os seus irmãos e assim ele fez.

Cronos

* Hera (deus grego) e Juno (deus romano): esposa de Zeus/Júpiter, considerada como a rainha dos deuses. Ela era muito agressiva e ciumenta pelas desonras de seu marido em seu casamento. Ela era filha de Cronos e Réia e por consequência irmã de Zeus. Hera/Juno, protegia rigorosamente todos os casamentos e as mulheres casadas. Afrodite era sua maior inimiga, que tentava sempre ser mais bela que ela. 

Hera

* Hefesto (deus grego) e Vulcano (deus romano): filho de Zeus/Júpiter e Hera/Juno. Era um artista Olimpo, responsável por fazer os raios lançados por seu pai. Era um deus feio, aleijado e por isso foi expulso do Olimpo por sua mãe Hera. Esse foi um dos principais motivos de ser representado pela fúria dos vulcões e do poder de devastação do fogo.

Possuía grande magia e transformação em obras de metais. Como vingança, construiu um trono de outro e enviou a sua mãe. Assim que ela se sentou ficou presa em sua armadilha, onde nem mesmo Zeus conseguiu tirá-la de lá. Então, Hefesto/Vulcano disse aos seus irmãos e ao seu pai que soltaria Hera apenas sob as condições de voltar a viver no Olimpo e casar-se com a mais bela deusa, Afrodite. E assim aconteceu.

Hefesto

* Poseidon (deus grego) e Netuno (deus romano): irmão de Zeus/Júpiter, considerado como o senhor do oceano. Ele descontava toda a sua ira através de terremotos e desastres nesse meio, mas também era benigno em alguns pontos, tal como  quando ajudou os gregos a vencer a Guerra de Tróia. Todos os navegantes pediam-lhe águas calmas e ventos favoráveis, mas nem sempre eram ouvidos pois Poseidon/Netuno era um deus imprevisível. Ele tinha muitas aventuras amorosas e todos os seus filhos se pareciam muito com ele em relação a violência e a maldade.

Poseidon

* Hades (deus grego) e Plutão (deus romano): irmão de Zeus, considerado o senhor do reino dos mortos. Detinha o poder do mundo subterrâneo , sejam eles bem-aventurados (Campos Elísios) ou não (Inferno). Todos tinham medo até mesmo de pronunciar seu nome pois era um deus frio e sereno.

Hades

* Ares (deus grego) e Marte (deus romano): filho de Zeus/Júpiter e Hera/Juno, considerado o deus da guerra. Simbolo agressivo e guerreiro. Era um dos amantes de Afrodite.  Era venerado em diversas regiões, mas em tinha mais soberania em Trácia, onde a maioria dos habitantes eram ferozes. Ele era totalmente obcecado por lutas, guerras e brigas. Ele foi o único deus que se feriu com muita gravidade, chegando muito próximo da morte.

Ares

* Apolo (deus grego) e Febo (deus romano): filho de Zeus/Júpiter e Latona. Era visto como o deus do sol, da arte de atirar com o arco, da música e da profecia. Um dos jovens mais belos do Olimpo. Ele não era considerado um bom esportista, mas possuía muita habilidade com os arcos.  Todas as suas flechas podiam causar doenças e morte súbita a quem acertasse.

Apolo

* Artemis (deus grego) e Diana (deus romano): irmã de Apolo/Febo, considerada a deusa da lua e da caça. Ela era apaixonada por Orion, filho de Poseidon, que também era um grande caçador. Seu irmão Apolo/Febo não gostava muito de Orion. Uma vez, Orion estava mergulhado na água e somente sua cabeça aparecia, Apolo, mostrou aquele objeto escuro para Ártemis, desafiou-a em acertá-lo.  Sem saber de quem se tratava, ela atirou sua flecha. Algum tempo depois apareceram com a cabeça de seu amado. Com imensa dor e com vontade de que ele nunca desaparecesse, ela o colocou entre as estrelas do céu, onde ele aparece como um gigante com cinto e espada.

Artemis

* Afrodite (deus grego) e Vênus (deus romano): nasceu das espumas do mar, considerada a deusa do amor e da beleza. O seu grande segredo era um cinturão mágico que tinha grande poder de sedução. Por esse motivo e por toda a sua beleza, era a deusa mais desejada de todo o Limpo.

Afrodite

* Eros (deus grego) e Cupido (deus romano): filho de Afrodite/Vênus, considerado o deus do amor. Ele disparava diversas flechas de amor no coração das pessoas, fazendo com que elas se apaixonassem. Ele era um deus belíssimo e com isso se tornava irresistível.

Se apaixonou por Psiquê que não era imortal. Eros/Cupido se casou com a condição de que ela nunca visse o seu rosto, mas com tanta curiosidade um certo dia, a luz de uma vê-la conseguiu ver como era seu marido, que acordou após ela deixar uma gota da vela cair sobre seu peito. Inconformado com a traição, ele a abandona. Ela vagou por muito tempo até se entregar a morte. Ao ver a tristeza de seu filho, Zeus proporciona imortalidade a Psiquê e o casal fica junto novamente.

Eros

* Palas (deus grego) e Minerva (deus romano): nasceu da cabeça de Zeus/Júpiter, considerada como a deusa da sabedoria. Ela era uma das poucas deusas virgens do Olimpo. Normalmente portava um escudo, uma lança e uma armadura, dessa maneira se mostrava guerreira de forma diplomática e estratégica.

Palas

* Hermes (deus grego) e Mercúrio (deus romano): mensageiro e filho de Zeus/Júpiter, considerado o deus da habilidade e da destreza, cultuado pelos comerciantes. Era ainda um deus do vento e da velocidade. Quando nasceu,  fugiu do berço e roubou cinqüenta novilhas do rebanho de Apolo. Tempos depois, com uma casca de tartaruga construiu a primeira lira e com o som deste instrumento serenou Apolo. Enfurecido, Apolo deu a Hermes/Mercúrio suas novilhas e o caduceu, a vara de ouro, símbolo da paz, em troca da lira.

Hermes

* Deméter (deus grego) e Ceres (deus romano): filha de Cronos/Saturno e Ops, considerada a deusa da agricultura. Ela tinha vários amantes e por consequência disso, muitos filhos, sendo uma delas a Perséfone, filha de seu amante Zeus. Perséfone foi raptada para o reino de Hades/Plutão. Deméter saiu do Olimpo e foi a procura de sua filha. Com isso, toda a terra se tornou infértil, os animais morreram, os grãos não germinavam mais e os arados se quebraram. Com isso, Zeus pediu que Hades devolvesse Perséfone, que concordou com o pedido, mas deu a moça um fruto da região que faria com que ela voltasse sempre para o inferno caso ela o comesse.

Deméter

Seguimento Farmacoterapêutico

Os Segmentos Farmacoterapêuticos representam a prática profissional onde o farmacêutico se responsabiliza pelas necessidades de seus pacientes em relação aos seus remédios. Esse processo se dá através da detecção, prevenção e resolução dos Resultados Negativos da Medicação (RNM), de maneira contínua, documentada e inteiramente sistemática. Obtêm ainda colaboração de outros profissionais e do próprio doente, procurando assim ter melhores obtenções de respostas concretas das avaliações para disponibilizar mais qualidade de vida ao doente.

Esse Segmento representa a área de intervenção farmacêutica em relação a farmacoterapia clínica, onde o profissional ajudará a contribuir de maneira efetiva nos processos para disponibilizar maiores condições de vida ao doente, diminuindo assim a taxa de mortalidade e o óbito relacionado com o uso de medicamentos.

Ela possibilita a participação da promoção e da proteção da saúde, a participação do controle, da prevenção e da cura, habilidades de informação, conhecimento aos medicamentos e as doenças dos pacientes, desenvolver o sentido de pertença social e ainda trabalhar o seu próprio indivíduo.

Seguimento Farmacoterapeutico

Como se dá o segmento

* Princípios bioéticos;

* Qualidade de vida;

* Colaboração com o paciente;

* Respeito aos aspectos bio-psico-sociais;

* Processo saúde/doença.

Farmacêutico x prescritor

* Identificar o modelo de abordagem;

* Compreender a prescrição;

* Coordenar consensos;

* Facilitar a relação com o doente;

* Relacionamento humanitário e colaborativo.

Resultado da interação dos segmentos

* Princípios bioéticos;

* Qualidade de vida: exercício profissional;

* Processo saúde/doença;

* Colaboração com o prescritor;

* Respeitando seus aspectos de formação e bio-psico-sociais;

* Co-responsabilidade.

Todo o seu conceito se baseia em relações inter-multiprofissionais e intra-multiprofissionais.

Patologia significado

A língua portuguesa é umas das mais ricas em vocabulário do mundo e uma das mais difíceis também por sua gramática. Sua estrutura é derivada da palavra grega pathos que significa doença, sofrimento e logia que corresponde ao estudo ou a ciência.

Patologia em seu contexto geral significa a ciência das causas e dos sintomas das doenças. É utilizada em contextos que diz respeito a medicina, a engenharias e a matemática – nesses dois últimos casos é conhecida nos estudos como patologia das edificações, onde são estudadas as manifestações patológicas que podem surgir em caso de construções.

Na medicina, a patologia envolve toda a ciência básica quanto a da prática clínica. Nesse contexto ela diz respeito sobre as modificações das estruturas funcionais e estruturais do corpo – tendo por base os tecidos, os órgãos e as células. A patologia é um termo utilizado pelos médicos e especialistas da saúde quando os mesmos se referem a doenças.

A patologia é dividida em duas formas, a geral – que diz respeito as reações básicas dos tecidos, órgãos e células em incentivo de anormalidade provocadas por qualquer tipo de doença – e a especial – que se refere ao estudo específico de cada órgão, tecido ou célula para avaliar o problema de forma mais complexa.

O que é patologia

O grande objetivo da patologia geral é classificar lesões, sendo elas celular não letal e celular letal.

Em ramo médico essa palavra ainda pode englobar várias áreas, como a etiologia, a fisiopatologia, a patogenia e as alterações morfológicas. Corresponde também as inflamações, as substâncias fundamentais do corpo e suas anomalias e a distúrbios de circulação.