Planeta que chove diamante

Pesquisas recentes de uma equipe de cientistas planetários afirmou que Júpiter e Saturno, dois imensos planetas com características gasosas encontrados no sistema solar, podem estar produzindo tempestades de diamantes em sua extensão. Devido a isso, vários cientistas voltaram-se  as experiências para uma exploração futura que pode vir a gerar muitos ganhos financeiros.

Esse processo se dá através da mistura de metano, carbono e relâmpagos na atmosfera de Saturno. Isso porque a atmosfera desse planeta é formada, em sua observação geral, por metano e hidrogênio. Porém, durante a tempestade, os raios fritam o metano, fazendo com que surja carbono e hidrogênio queimado, denominado de fuligem.

Planetas que chove diamante
Representação do planeta Saturno.
(Foto: Divulgação)

Depois que as fuligens são produzidas, as nuvens descem em direção ao planeta, fazendo com que surja uma aglomeração desse material que posteriormente vira grafite, onde a pressão mais próxima ao núcleo do planeta comprime essa substância, transformando-a em diamante puro.

Por causa das aparências existentes na atmosfera de Júpiter e Saturno, os cientistas afirmam que esse processo vem acontecendo em ambos planetas. Eles sabem, ainda, que os diamantes sólidos podem existir nos núcleos relativamente frios de Urano e Netuno, mas que os de Júpiter e Saturno possuem altas temperaturas, o que não proporciona a mesma estabilidade, o que acaba derretendo as pedras preciosas.

Outras pesquisas realizadas por renomados astrônomos do mundo mostram que, um planeta à 4.000 anos luz e outro à 1.200 anos luz (Wasp 12-b) da Terra, possuem grandes massas continentais feitas de diamante, sendo que em Saturno calcula-se ter no mínimo 1.000 toneladas anualmente de diamantes.

Qual a porcentagem de água doce no planeta

A água é um dos maiores símbolos do planeta Terra, conhecido também como o “planeta água” pela quantidade desse líquido que existe em toda a sua extensão.

Visando toda a camada da Terra, a água compreende cerca de 70% de sua totalidade, se dividindo entre água doce e salgada. A água doce corresponde a apenas aproximadamente 3% do total, enquanto a salgada fica com cerca de 77%.

Esse líquido é composto de dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio – H2O – e é essencial para a vida na Terra. O corpo de todos os seres vivos também são compostos de água em junção com outros demais fatores.

Distribuição da água na Terra

* 97% de água salgada – encontrada nos oceanos;

* 3% de água doce, sendo a divisão em:

68,9% calotas polares

29,7% aquíferos

 0,9% de outros reservatórios, tais como as nuvens e os vapores de água

0,5% rios e lagos.

Pela importância do H2O, a ONU – Nação das Organizações Unidas – instituiu o dia mundial desse líquido tão essencial, data comemorada todos os anos no dia 22 de Março.

A água doce é a mais utilizada pelos seres humanos e é utilizada mundialmente como um meio de atividade econômica. Em classificação, apenas 9% do seu total é utilizado para o consumo humano, enquanto as industrias tem 22% e a agricultura 69% dessa totalidade.

Água doce

Na América do Sul, o país que mais possui água doce é o Brasil, com cerca de 53%, tendo ainda um dos rios mananciais mais importantes e o maior do mundo, o rio Amazonas.

Mesmo com tanto desperdício de água, o Brasil ainda consegue manter seu alto nível em água doce por possuir um clima propício a isso, tendo sua divisão entre partes equatoriais, tropicais e subtropicais.

Mesmo com inúmeras campanhas e propagandas para evitar esse desperdício demasiado da água doce, muitos brasileiros e pessoas de diversos países do mundo não respeitam essa prática essencial para a sobrevivência de vida terrestre.

Dicas de como reduzir o desperdício de água doce

* Aproveitar a água da chuva ou de atividades domésticas;

* Desligar a torneira enquanto escova os dentes e enquanto ensaboa as louças;

* Reaproveitar o papel – pois a sua produção gasta um alto nível de água;

* Trocar as torneiras que ficam pingando;

* Desligar o chuveiro quando for ensaboar ou lavar a cabeça;

* Não contaminar os cursos de água;

* Reduzir o consumo de água ao máximo;

* Evitar os desperdícios;

* Ser consciente.

Qual a estrela mais próxima da Terra

A estrela mais próxima da terra é o Sol, no centro do nosso sistema solar a uma distância aproximada de 149.600.000 km da terra ou 1 UA( Unidade Astronômica), medida que se altera conforme o período do ano, no afélio e no periélio. Esse estrela é essencial para que aja condições de vida em nosso planeta, e ocupa 98% de toda a massa do nosso sistema solar, e todos os corpos celestes associados de alguma forma a ele, executa o movimento de translação ao seu redor.

Terra e Sol
A Terra está distante cerca de 1UA do Sol

O Sol é composto em maior escala por hidrogênio e hélio, apresentando também em quantidades mais comedidas  alguns outros elementos, entre eles, ferro, níquel, enxofre, cromo e oxigênio. A órbita solar se estabelece nas proximidades do centro  da galáxia, no braço de Orion.

Sol
O Sol em relação aos demais planetas do nosso sistema solar

Apesar do Sol ser uma estrutura gigantesca, só para se ter ideia caberia cerca de 1.3 milhões de planetas Terra dentro dele, mesmo assim o corpo é considerado um estrela comum, bem longe de figura entre as maiores do universo, a VY Canis Majoris um astro hipergigante possui cerca de 1800 a 2100 vezes o raio solar.

Próxima Centauro
Imagem da estrela Próxima  Centauro, a mais perto da terra depois do Sol

A segunda estrela mais próxima do nosso planeta é nomeada Próxima Centauro descoberta em 1915 por Robert Innes, localizada na constelação Centauro distante de nos 4,22 anos luz e distante do Sol 4,2 anos luz. É categorizada como anã vermelha, isso significa que é uma estrela de tamanho pequena com massa que não supera a metade da solar, a cor é bem avermelhada graças a sua temperatura relativamente baixa.

Qual a forma da via láctea

A Via Láctea caracteriza a galáxia em que se encontra o Planeta Terra, bem como todo o seu sistema solar e milhares de estrelas, cerca de 400 bilhões, onde algumas podem ser vistas com a ajuda de telescópios. Essa galaxia é apenas uma das 170 bilhões que compõe o universo, em média possui cerca de 12 bilhões de anos. Mesmo com tantos recursos tecnológicos é difícil conhecer completamente a Via Láctea, uma vez que a visualização de seus recantos mais distantes estão encobertos pela poeira característica da galáxia.

A galáxia vista pelo lado de fora, tem algumas distinções a partir de importantes componentes. O Disco Galáctico pode-se notar a presença de 100 milhões de estrelas jovens e de média idade organizadas ao longo dos braços espirais, entre eles o Orion, o Braço de Centaurus e o Braço de Cygnus. Já o caroço Galáctico tem uma densidade de estrelas mais alta que as outras partes da Via Láctea. Também está presente o Arco, região essa considerada incomum, pois é formada por um campo magnético forte de filamentos gasosos.

Galáxia
A Via Láctea está constituída de aproximadamente 400 bilhões de estrelas.

A região de Halo Galáctico contém apenas 1% das estrelas na galáxia que são as mais velhas e com tom muito escuro. Mesmo com baixa contribuição no número de estrelas da Galáxia, o Halo possui grande significância. Possui formato circular, cinge o componente esférico e é todo composto por partículas que são influenciadas por altas temperaturas, conjuntos globulares e por anãs vermelhas e brancas. Embora tenha essas estruturas, o nome da galáxia se dá por causa da semelhança com um caminho esbranquiçado como leite.

Várias pesquisas e estudos astronômicos foram e são ainda feitos para obter o máximo de informações possíveis da Via Láctea. Muitos anos atrás, o astrônomo holandês Jacobus Kapteyn concluiu que a Via Láctea tinha a forma de um disco com 20 mil parsecs (distância entre as estrelas ) de diâmetro, tendo em seu centro o Sol. Tendo essa forma, a galáxia então teria grande possibilidade de ser uma galáxia espiral, algo que foi confirmado anos depois.

Sendo assim, a Via Láctea tem formato em espiral com um grande disco em rotação ao redor de um núcleo. Diâmetro com aproximadamente 100 mil anos-luz, o Sol em se interior, localizado em cerca de 28 mil anos-luz do centro galáctico. Apesar disso, seu raio e o número de estrelas que a compõe são apenas a metade do padrão observado de outras galáxias clássicas. Portanto pode ser compreendida como um grande sistema formado por gases, poeira, estrelas e matéria escura, que órbita através da força da gravidade.