O Que As Religiões Podem Nos Ensinar Sobre A Mortalidade?

O que as religiões podem nos ensinar sobre a mortalidade?

A mortalidade é um tema que permeia a vida de todos os seres humanos, independente de crenças ou culturas. As religiões ao redor do mundo oferecem diversas perspectivas sobre a vida, a morte e o que acontece após o término da vida física. Neste artigo, vamos explorar algumas das lições que diferentes tradições religiosas podem nos ensinar sobre a mortalidade.

1. Catolicismo e a Vida Eterna

O catolicismo ensina que a vida não termina com a morte, mas que existe uma vida eterna. Segundo a doutrina católica, as almas vão para o céu, purgatório ou inferno, dependendo de suas ações durante a vida. Esta crença pode trazer conforto aos fiéis, incentivando-os a viver de maneira ética e justa.

2. Espiritismo e a Reencarnação

O espiritismo, fundado por Allan Kardec, propõe que a alma reencarna em diferentes corpos ao longo do tempo. Essa visão encoraja a reflexão sobre as ações e escolhas de vida, já que cada encarnação é uma oportunidade de aprendizado e evolução espiritual.

3. Religiões Afro-Brasileiras e a Conexão com os Ancestros

As religiões afro-brasileiras, como o Candomblé e a Umbanda, enfatizam a importância dos ancestrais e a continuidade da vida em diferentes dimensões. A veneração aos espíritos dos que partiram ajuda os praticantes a se conectarem com suas raízes e a entenderem a morte como uma passagem e não um fim.

4. Budismo e a Impermanência

No budismo, a impermanência é um dos conceitos centrais. A vida e a morte são vistas como parte de um ciclo contínuo. Aceitar a morte como parte da vida pode levar a uma maior paz interior e liberdade do apego, permitindo uma vida mais plena e consciente.

5. O Islamismo e o Dia do Juízo

O Islã ensina que haverá um Dia do Juízo em que todos serão responsáveis por suas ações. Essa crença pode motivar os muçulmanos a viverem de acordo com os preceitos de sua fé, buscando sempre o perdão e a bondade em vida.

Checklist: Reflexões sobre a Mortalidade

  • Como a sua religião aborda a vida após a morte?
  • Quais ações você considera importantes para uma vida significativa?
  • Você já pensou sobre o legado que deseja deixar?
  • De que forma a sua fé pode ajudar a lidar com a perda de entes queridos?
  • Como você pode aplicar os ensinamentos da sua religião para viver plenamente?

Entender como diferentes religiões abordam a mortalidade pode nos ajudar a refletir sobre nossas próprias crenças e atitudes em relação à vida e à morte. Que possamos encontrar conforto e sabedoria nas tradições que nos cercam, aprendendo a viver de maneira mais consciente e significativa.

Países mais populosos do mundo

Países mais populosos do mundo

A Terra é um dos planetas que compõem o Sistema Solar, sendo o terceiro mais próximo do Sol. Sua dimensão detém 70% de área repleta de recursos hídricos e apenas 30% de extensão terrestre, quantidade suficiente para abrigar milhões de seres vivos e uma incrível biodiversidade.

Geograficamente, sua complexidade é subdividida em seis continentes, sendo eles a América do Sul, América do Norte, Europa, Ásia, Antártica e Oceania. A superfície desses territórios soma aproximadamente 149.440.850 quilômetros quadrados e abriga cerca de 7,125 bilhão de pessoas (segundo a última expectativa realizada em 2013).

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e o UNFPA (Fundo de População das Nações Unidas) são as duas instituições de referência para busca e pesquisa de questões populacionais. Segundo os seus últimos levantamentos, os países mais populosos do globo são:

Países mais populosos do mundo
Planeta Terra rodeado de pessoas.
(Foto: Reprodução)

» China: 1.345.750.973 habitantes.
» Índia: 1.198.003.272 habitantes.
» Estados Unidos: 314.658.780 habitantes.
» Indonésia: 229.964.723 habitantes.
» Brasil: 190.755.799 habitantes.
» Paquistão: 180.808.096 habitantes.
» Bangladesh: 162.220.762 habitantes.
» Nigéria: 154.728.892 habitantes.
» Rússia: 140.873.647 habitantes.
» Japão: 127.156.225 habitantes.

Observação: Os dados descritos acima são referentes ao Senso de 2010.

Os números não param de crescer e a cada ao os estudos revelam porcentagens elevadas de crescimento dessa massa. Especialistas revelam que esse aumento vem sendo proporcionado em decorrência as melhores condições de vida que os indivíduos vem conquistando diariamente, prova disso é a expectativa de vida que subiu de 70,78 anos para 74, 76 anos no Brasil.

As taxas de natalidade e mortalidade também são muito consideradas nesse processo, já que temos mais nascidos do que mortos. Essa particularidade promove em alguns países um extremo de proporções que levam a sérios prejuízos, como nos Estados asiáticos, que vem intitulando legislações para o controle de filhos por família.

Na extensão brasileira é possível destacar aumentos populacionais em diversas pesquisas, mas o que mais vem chamando atenção da sociedade é que os idosos estão se tornando a maior parte dessa proporção, com mais relevância no Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Já a dominância dos jovens, se faz mais presente no Norte e Nordeste.

Mudanças da população brasileira

Segundo dados do IBGE – Censo 2010, a população brasileira possui cerca de 190.732.694 habitantes. Estimativas dão sinais que dentro de 15 anos, isto é, no ano de 2025, essa totalidade seja de cerca de 225 milhões de pessoas.

Taxa de natalidade e mortalidade

A taxa de natalidade sempre obteve destaque por estar sempre em alta, mas essa estimativa vem caindo a cada ano. Pelas pessoas não quererem ter filhos, usam cada vez mais os métodos contraceptivos, com isso, os índices de gravidez vem caindo gradativamente. Outro ponto que contribuiu muito para isso foi a inserção cada vez mais forte da mulher no mercado de trabalho, fazendo assim com que haja uma maior diminuição de possibilidades de um casal ter filhos.

Estima-se que entre as décadas de 1950 e 1960, um casal, possuía em média, cerca de 4 á 6 filhos, enquanto hoje em dia, tem apenas 1 ou 2 filhos no máximo.

Outro ponto forte a ser destacado é a taxa de mortalidade que vem caindo no Brasil. Graças as melhores informações, as melhores condições de vida, ao avanço da medicina, as pessoas estão vivendo mais. No início da década de 1990 a expectativa era de apenas 66 anos de vida, enquanto em 2005, essa estimativa pulou para 71,88% (segundo dados do IBGE).

A mortalidade infantil ainda é alta no Brasil, mas vem diminuindo a cada ano. No ano de 1995, essa taxa era de aproximadamente 66 mil crianças e adolescentes, em 2005 esse índice caiu para 25,8 por mil. No Censo 2010, essa perspectiva foi avaliada em 15,6 por mil.

A maior expectativa de vida e a menor taxa de fecundidade vem provocando deslocamentos e muitas modificações na pirâmide etária do país. Veja:

Pirâmide etária
Foto: Divulgação

Etnias no Brasil (cor e raça)

* Brancos: 47,7%;

* Pardos: 43,1%;

* Negros: 7,6%;

* Amarelos: 1,1%;

* Indígenas: 0,4%.

Dados da população brasileira

* Crescimento demográfico: 1,17% ao ano;

* Expectativa de vida: 73,4 anos;

* Taxa de natalidade (por mil habitantes): 20,40%;

* Taxa de mortalidade (por mil habitantes): 6,31%;

* Taxa de fecundidade total: 1,90%;

* Estrangeiros no Brasil: 0,23%;

* Proporção dos sexos: 48,92% de homens e 51,08% de mulheres.

Estimativas para o ano de 2013

Segundo algumas pesquisas, a população brasileira já possui mais de 200 milhões de habitantes.

* Todos os dados descritos acima possuem fontes no IBGE e no Censo.