Barriga flácida com estrias após a gravidez. O que fazer?

Mulher grávida e menina

A gravidez é um momento singelo na vida de toda mulher, o amor por seu bebê que ainda está em formação cresce cada vez mais. Além do amor crescer, outras coisas também vão alterando e crescendo conforme a gestação vai passando.

A barriga é a principal, pois o corpo da mulher muda em função da maternidade, deixando a pele mais sensível e os seios maiores, logo a mulher sente toda a sua feminilidade durante a gestação.

Porém, após o parto, a barriga que protegia o bebê, perde todo o peso ganho durante a gestação. E nesta perca de peso, ocorrem a flacidez e as estrias, causando baixa auto-estima nas mães, pois muitas vezes os seios ficam flácidos, além das estrias e o acúmulo de gordura no abdômen.

Estrias e flacidez

Mulher grávida e homem

Tudo isso acontece, porque a pele sofre um estiramento que diminui as fibras de colágeno, que reduz a elasticidade provocando as estrias e a flacidez. Essas marcas afetam muitas mães, causando desespero e depressão, e saber lidar com essas transformações não é uma tarefa fácil.

Geralmente, a pele do abdômen e os seios sofrem uma distensão até o nono mês de gestação, correspondente a 30 e 40 quilos a mais. Muitas grávidas ficam atentas a esse fato e tomam diversos cuidados durante a gravidez, como passar óleo de amêndoas na barriga e também nos seios.

Acontece que nem sempre essa medida é eficaz, sendo assim, o bebê nasce e as estrias também. Mas não são todas as grávidas que ficam com estrias e flacidez após o parto. Existem mulheres que não sofrem nenhuma dessas alterações, pois cada organismo tem uma tendência diferente, podendo progredir sim ou não, flacidez e estrias.

Como acabar com as estrias e a flacidez?

Mulher grávida e menina

Sabendo-se que a gravidez transforma completamente o organismo feminino, é importante ter cuidado com toda e qualquer medida a ser tomada para diminuir a flacidez da barriga, pois o organismo só regressa a condição normal depois de três a quatro meses do fim da amamentação.

Para as mulheres que pretendem recorrer a cirurgias, leia os tópicos seguintes:

• Abdominoplastia: cirurgia plástica para retirar o excesso de pele e gordura localizada. Essa cirurgia recupera a firmeza dos músculos na região abdominal e também remove estrias, por conta da retirada da pele.
• Lipoaspiração: cirurgia para eliminar o acúmulo de gordura, mas não elimina a flacidez da pele.
• Mastoplexia: cirurgia para os seios que ficaram caídos após a amamentação. Essa cirurgia retira e estica a pele em excesso, deixando o busto firme e sem estrias.

Pode ser que a cirurgia plástica não seja o caso de muitas mulheres. Então para eliminar as estrias e a flacidez, é importante ter:

• Cardápio balanceado
• Atividade física
• Tratamentos estéticos

Mulher grávida com flor na mão

Não é difícil voltar ao corpo que se tinha antes da gravidez, porém é preciso ter força de vontade e muita dedicação para que os resultados comecem a surgir: Os tópicos a seguir  irão ajudar as mulheres que pretendem voltar a forma anterior com eficácia.

Cardápio balanceado:

• Mantenha o corpo hidratado bebendo muita água durante o dia. Chá verde, sucos naturais e água de coco, também são aconselháveis. Já bebidas gaseificadas não são aconselháveis.
• Evite de toda forma possível alimentos que sejam altamente calóricos. Açúcar, frituras, fast-food, dentre outros, devem ser extintos da alimentação.
• Evite gorduras saturadas.
• Exclua gordura trans e gordura vegetal hidrogenada da sua alimentação.
• Faça cinco refeições por dia, com intervalo de três horas.
• Caso não esteja amamentando, evite tomar bebidas alcoólicas.
• Coma frutas, legumes e verduras.
• Amamente o seu bebê, isso gasta energia, ajudando o corpo a queimar calorias.

Atividades Físicas indicadas (lembrando que é preciso receber alta médica):

• Atividades aeróbicas.
• Exercícios ao ar livre (Caminhada, corrida, bicicleta, subir e descer escada).
• Academia (Bicicleta, esteira…).
• Abdominais, exercícios aeróbicos.
• Pilates, ioga.

Tratamentos estéticos:

• Intradermoterapia após a amamentação.
• Drenagem linfática (pode ser feita antes, durante e depois da gravidez).
• Ultra-som (aparelho com penetração de gel lipolítico).
• Carboxiterapia.
• Estimulação russa.
• Lipoescultura.
• Accent (aparelho de radiofrequência).
• Titan.
• Dermawawe.
• Aparelhos de microcorrentes (tratamento estético que ajuda a levantar os seios).

Gravidez x Bebidas alcoólicas

Gravidez x Bebidas alcoólicas

Descobrir que está grávida é algo incrível, mas como proceder nos próximos meses que estão por vir até o nascimento do bebê? Mudanças de hábitos devem acontecer? Essas e outras demais perguntas são bastante frequentes nos consultórios e é importante que todas elas sejam muito bem esclarecidas.

Um dos tópicos ressaltados pelas mulheres aos seus médicos no pré-natal é o consumo de bebida alcoólica, porque existem pesquisas que revelam dados um pouco confusos sobre os riscos que as propriedades desses produtos proporcionam ao desenvolvimento da criança.

Álcool x Gravidez

O mais recomendável sempre é que o álcool e outros componentes (como drogas lícitas e ilícitas) sejam evitados, não somente durante a gestação, mas posteriormente a ela também, porque as substâncias encontradas nessas mercadorias podem ocasionar danos à saúde, principalmente se as doses forem manipuladas com frequência e em grande quantidade.

Em controvérsia, estudos britânicos recentes demonstram que a ingestão moderada de bebidas alcoólicas durante a gravidez não causa nenhum tipo de transtorno. É relevante destacar que o consumo considerado moderado mencionado elos pesquisadores foram duas unidades de bebida por semana, que dê um total  aproximado de 20 gramas de álcool.

Riscos

Gravidez x Bebidas alcoólicas
Gestante acariciando a barriga.
(Foto: Reprodução)

Os médicos revelam que o álcool é uma das substâncias que possuem livre passagem para a placenta e também para as correntes sanguíneas, o que por consequência faz com que a propriedade mantenha contato direto com o feto. O corpinho do bebê consegue absorver duas vezes mais o álcool do que o organismo da mulher e por isso os efeitos são tão drásticos no seu desenvolvimento.

As complicações podem ser ocasionadas em todos os trimestres da gestação, podendo ser elas:

» Atraso mental;
» Síndrome do Álcool;
» Anomalias esqueléticas;
» Trabalho de parto prematuro;
» Aborto espontâneo;
» Distúrbios de comportamento;
» Comprometimento de crescimento;
» Malformações do corpo e dos órgãos cardíacos;
» Alterações na fala, na concentração e nos sentidos.

O que fazer?

O melhor a se fazer é abandonar o uso de qualquer tipo de droga (lícita ou ilícita). É indispensável que o médico responsável pelo pré-natal seja alertado sobre o possível consumo de qualquer tipo de substâncias, assim como outros maus hábitos como sedentarismo, má alimentação, sintomas adversos que surjam sem razão, doenças – diabetes, hipertensão -, etc.

Atenção!

Mesmo que as ingestões moderadas sejam “liberadas”, opte sempre por proporcionar uma melhor condição de vida para o bebê e também para o seu organismo, porque os danos também podem se apresentar na sua estrutura corporal.

Riscos do citomegalovírus na gravidez

Riscos do citomegalovírus na gravidez

O citomegalovírus ou CMV se trata de um micro-organismo pertencente à família do herpesvírus, que pode vir a infectar o homem, roedores e macacos. Geralmente acomete os seres humanos quando o seu sistema imunológico está abalado, com suas defesas comprometidas por causa de alguma doença grave ou tratamento da Aids e de tumores.

De acordo com levantamentos médicos, o indivíduo uma vez atingido por essa patologia, se torna portador dela pelo resto da vida, ou seja, ainda não existe nenhum processo de cura para sua eliminação, apenas para a contenção dos seus sintomas e danos que provoca ao organismo.

Riscos do citomegalovírus na gravidez
Mulher grávida.
(Foto: Reprodução)

Dentre os seus meios de transmissão, podemos citar o compartilhamento de objetos (como talheres), as vias respiratórias e genitais, a transfusão de sangue e o contágio vertical da mulher grávida para o feto, sendo essa última modalidade uma das mais preocupantes.

Quando a mulher é infectada pelo CMV antes de engravidar, a possibilidade de passar essa particularidade viral para a criança é de apenas 1%, mas quando a transmissão é articulada durante a gestação, o tratamento dessa disfunção deve ser promovido o mais rápido possível para evitar a contaminação do bebê através da placenta ou na hora do parto.

Sintomas

Na maioria dos quadros essa enfermidade é assintomática, mas quando apresenta sinais eles são:

  • Febre
  • Dor de garganta e de cabeça
  • Aumento do fígado e do baço
  • Presença de linfócitos atípicos
  • Inchaço dos gânglios linfáticos
  • Mal estar

Diagnóstico

Os exames que relatarão a presença dessa infecção na gestação são os de sangue, sendo testes de rotina executados regularmente em todas as etapas do pré-natal. Por essa razão, é essencial que todas as recomendações médicas sejam realizadas para que o profissional cuide bem da saúde da mulher e do feto.

Tratamento

Caso o obstetra ou ginecologista que está dinamizando o pré-natal constate a presença do citomegalovírus em sua paciente, viabilizará métodos precisos de tratamento para evitar a transmissão do micro-organismo para o bebê, como a ingestão de remédios antivirais ou injeções de imunoglobulina.

Complicações

Se o tratamento não for promovido, demorar muito para acontecer ou for executado de maneira errada, sérios danos poderão ser ocasionados, como:

» Parto prematuro
» Calcificações cerebrais no feto
» Retardo motor e/ou mental no bebê
» Perda fetal

Atenção!

Esse artigo é apenas um informativo. Para saber mais sobre o citomegalovírus na gravidez, procure ajuda médica.

Pegar sol durante a gravidez faz mal

Pegar sol durante a gravidez faz mal

A maioria das mulheres tem o hábito de “tomar sol”, isso ajuda a produzir com uma cor e uma marquinha legal, mas quando engravidam ficam na dúvida se esse procedimento pode continuar sendo praticado ou se existem restrições quanto a essa exposição.

Segundo a opinião dos obstetras e dermatologistas, pegar um solzinho regularmente é extremamente recomendável para as gestantes, a vitamina D e outros nutrientes são absorvidos com mais intensidade quando a pele entra em contato com os raios solares (UV), proporcionando mais saúde para a mulher e também para o feto.

Mas, é importante ressaltar que alguns cuidados são essenciais nesse ministramento, como:

» Evitar pegar sol das 10 da manhã até às 16 horas da tarde.

Pegar sol durante a gravidez não faz mal
Gestante tomando sol.
(Foto: Reprodução)

» Sempre usar protetor solar, sendo este com fator de proteção superior à 30.

» Utilizar óculos, guarda sol, chapéu e roupinhas mais leves quando for a praia, piscinas, rios, etc.

» Fazer refeições saudáveis, com alimentos ricos em nutrientes, como vitaminas e ácido fólico.

» Não fazer bronzeamentos artificiais, preferir o método tradicional.

» Beber bastante água ao longo do dia e elevar essa quantidade quando estiver realizando essa exposição solar.

» Evitar o uso de bronzeadores, prefira os óleos naturais, para diminuir propensão de manchas na pele, com relevância no rosto e na barriga.

Alerta!

Quando essas recomendações não são praticadas, quadros de desidratação e manchas podem acometer a estrutura corporal da gestante, o que prejudica tanto a sua estética física, quanto a sua saúde.

E se as manchas aparecerem?

Uma boa medida para conter esse transtorno é fazer o uso de esfoliantes, retinol clareadores e cremes a base de vitamina C. Manipular ou consumir medicamentos sem prescrição médica pode produzir riscos a gravidez, portanto, procure realizar um tratamento específico com um bom dermatologista.