Gestação semana a semana

Muitas dúvidas surgem durante todo o período da gestação pois muitas modificações acontecem no corpo da mulher. O organismo feminino passa por muitos processos evolutivos para que o feto seja desenvolvido da melhor maneira possível. O pré-natal é uma importante fase nesse processo pois ajuda a verificar como está acontecendo o crescimento do bebê, como está a sua saúde e consegue prevenir diversos danos tanto para a mãe quanto para o filho se algo de errado for constatado.

Evolução da gravidez

É possível verificar o desenvolvimento do feto de semana a semana, mas de mês em mês é mais fácil visualizar as modificações que aconteceram e como o bebê se forma detalhadamente.

Primeiro mês

Esse é o momento que ocorreu a fecundação. As células se dividem e se tornam um embrião. Dessa pequena estrutura começa a se originar os órgãos do bebê.

Primeiro mês

 

 

 

 

 

 

Segundo mês

O crescimento nesse instante acontece de maneira mais rápida. A estrutura do embrião começa a ficar com um formato em C e adquiri aparências com um ser humano já formado. Os braços e as pernas se despontam, a cabeça já está em seu formato e o seu coraçãozinho já bate desde os seus primeiros instantes de vida. Alguns outros órgãos já começam a se desenvolver, tais como o pâncreas e o intestino.

Segundo mês

 

 

 

 

 

 

Terceiro mês

Os bracinhos e as perninhas já estão mais alongadas, os dedos já possuem formas e as unhas começam a nascer. Já se pode ver as pálpebras e a pontinha do nariz. Esses acontecimentos são caracterizados como o início do período fetal. Nesse momento podemos visualizar o feto como uma miniatura do ser humano formado.

Terceiro mês

 

 

 

 

 

 

Quarto mês

Os pelos começam a aparecer na camada superior da pele com intuito de proteger o corpo. Nesse período o bebê já consegue acompanhar as modificações de iluminação fora da barriga e já sabe distinguir o doce do amargo. Seus órgãos se encontram em alto grau de desenvolvimento e ele já começa a praticar seus primeiros movimentos dentro do útero. Pequenos tremores já são perceptíveis pela mulher nesse instante com essas movimentações.

Quarto mês

 

 

 

 

 

 

Quinto mês

Se o feto for de sexo feminino, nessa etapa o útero e as trompas já irão aparecer; mas se for masculino, seus órgãos genitais já são visíveis e através da ultra som já será possível saber se a criança é menino ou menina. Os músculos faciais começam a se ativar, deixando o beber franzir a testa, chupar o dedo e piscar os olhinhos.

Quinto mês

 

 

 

 

 

 

Sexto mês

O bebê recebe uma segunda proteção em sua pele, a vernix caseosa. Ela faz com que o líquido amniótico não irrite a sua pele. Já é possível começar a visualizar os lábios e as sobrancelhas e na ponta dos dedos já se desenvolve as suas digitais .

Sexto mês

 

 

 

 

 

 

Sétimo mês

A audição começa a ficar mais aguçada. o feto começa a perceber melhor vozes e ruídos. Seus primeiros fios de cabelo começam a nascer, sendo que sua cor poderá ser modificada após o bebê nascer. Os órgãos continuam sendo aperfeiçoados.

Sétimo mês

 

 

 

 

 

 

Oitavo mês

Uma nova camada se formou na pele do bebê que o ajudará posteriormente a manter seu equilíbrio térmico. Seus pulmões se encontram quase prontos e já se exercitam enquanto ele inspira e expira o líquido amniótico. Os ossos se tornam mais fortes a partir desse momento.

Oitavo mês

 

 

 

 

 

 

 

Nono mês

O feto já está bem forte e chega a hora dos ajustes finais. Os seus joelhos e cotovelos já formam covinhas. A pele começa a perder vernix e larnugo – que eram responsáveis pela proteção da pele e é nesse momento que o bebê começa a expressar sinais que está pronto para deixar o útero materno para vir ao mundo, chegando então a tão esperada hora do parto!

Nono mês

Problemas das drogas na gravidez

A gestação é um importante momento na vida de qualquer mulher e nesse período gestacional elas devem se atentar a diversos fatores que podem ser prejudiciais tanto para o bebê quanto para a mamãe.

A maioria das doenças maternas são causadas por vícios em drogas e por esse motivo é extremamente importante que o uso dessas substâncias sejam evitadas durante a gravidez e a amamentação.

Tanto as drogas lícitas como as ilícitas podem ser fatores de graves doenças nesse processo de reprodução e o feto é o principal alvo por não ser independente, por nutrir tudo o que a mãe ingere e utiliza e pelo seu sistema ser totalmente inofensivo.

Principais drogas e seus efeitos

Cigarro (tabaco e fumo)

Essa substância afeta muito no crescimento do feto. Quando a mulher fuma durante a gravidez, pode causar o retardamento do desenvolvimento do bebê. As que possuem o hábito de fumar mais de 20 cigarros por dia, corre uma grande chance de o feto nascer prematuro ou com baixo peso e com doenças respiratórias.

Álcool

A quantidade de efeito que essas bebidas podem causar, variam da proporção e frequência de como são ingeridas.

Além do bebê não se desenvolver, poderá nascer prematuro, com baixo peso e com más formações no crânio ou na face, além de poder não conseguir desenvolver suas modalidades psíquicas e motoras.

Calmantes

Quando a mulher ingere muitos remédios controlados durante a gravidez, a criança sofre o risco de possuir diversas anomalias em sua formação, tais como o lábio leporino e o pálato fendido.

Já ao nascer, o bebê pode apresentar sintomas como o de abstinência, vômitos, respiração acelerada, irritabilidade, mudança frequente de humor, inquietação e tremores.

Cocaína

Essa é a substância que vem sido ingerida cada dia com mais frequência por mulheres. Ela faz com que o feto não se desenvolva, que tenha baixo peso, que possua problemas neurológicos, microcefalia e problemas na retina. Além disso, diminui o fluxo de sangue da criança, faz com que o nascimento seja prematuro em função do deslocamento da placenta ou por motivos relacionados a contrações precoces do útero.

Maconha

A maconha apresenta variações de efeito, afeta de acordo com a frequência e quantidade de sua utilização.

Podem causar retardo mental na criança e diminuição do seu peso ao nascer.

Principais riscos

Para os fetos

* Prematuridade;

* Baixo peso;

* Infecções;

Drogas x gravidez

* Problemas neurológicos;

* Deficiência em aprendizagem;

* Pobres habilidades motoras;

* Crescimento atrofiado;

* Cabeça pequena;

* Defeitos Congênitos;

* Morte súbita lactente.

Para mães

* Depressão;

* HIV/AIDS;

* Abuso físico;

* Parto prematuro;

* Doenças sexualmente transmissíveis;

* Baixo ganho de peso;

* Baixa auto-estima;

* Má nutrição;

* Pressão arterial elevada;

* Batimento cardíaco acelerado.

Hora do parto como saber

A gravidez mexe não somente com a parte física da mulher, mas também com o seu emocional. Com isso, algumas inseguranças e medos são adquiridas com o passar do tempo da gestação, ainda mais quando a mamãe é de primeira viagem.

Todas as gestações são diferentes umas das outras e isso também varia de mulher para mulher. E por esse motivo, o pré-natal é extremamente importante, para que não só o acompanhamento da mãe e do bebê sejam realizados nesse tempo, mas também que as dúvidas sejam esclarecidas e dicas sejam informadas pelo obstetra.

Sintomas e procedimentos

A hora de ir para a maternidade, no final da gestação, é o momento mais duvidoso de todas as mamães. Os sinais dados pelo corpo nesse tempo varia de mulher para mulher e se diferem a cada gestação. Além disso, os sinais ainda podem ser por vezes dados como alarme falso!

Normalmente os primeiros sinais de um trabalho de parto começam com cólicas, que variam de frequência e intensidades, causando muito desconforto a mamãe. Nesse período o colo do útero fica mais fino, macio e dilatado.

A melhor forma de saber quando aproximadamente será o momento para o parto, é visitando o obstetra.

Hora do parto

Após ele fazer o toque e conferir quantos centímetros de dilatação, poderá visualizar se demorará ou não para o momento do nascimento acontecer.

Quando a hora do parto se aproxima, as contrações ocorrem com mais intensidade. Acontecem de cada 10 a 20 minutos e deixa a mulher com a respiração muito ofegante. Dores nas costas, cólicas e secreções de muco com cores avermelhadas são outros fatores que podem indicar que o momento está chegando.

Quando a bolsa se rompe é um bom momento para ir para o hospital e se resguardar para o grande dia. O trabalho de parto só será indicado quando as contrações vierem em acompanhamento a qualquer sintoma.

O momento certo da hora do parto não é possível de se identificar, mas quando qualquer um desses sintomas forem fortes e frequentes, juntamente com as cólicas, é um bom momento para se dirigir ao hospital ou ligar para o seu obstetra e dizer tudo o que está acontecendo para que o melhor diagnóstico seja feito.

Outros sinais de trabalho de parto

* Contrações intensas e ofegantes cada vez mais frequentes em curtos espaços de tempo;

* Aumento na secreção vaginal;

* A barriga fica mais baixa porque o bebê encaixa para sair;

* Aparecimento de muco com tons marrons, demonstrando aspecto de sangue.

É normal sentir cólicas no início da gravidez

Ser mãe é o desejo de muitas mulheres no mundo, passar por esse estágio é muito prazeroso mas o corpo da mulher sofre inúmeras modificações e novos sintomas são sentidos a cada semana, sendo um deles á cólica.

Sentir cólicas no início e no final da gravidez é muito normal, desde que as dores não sejam intensas, demasiadas, acompanhadas de febre, sangramento ou vômitos. 

A cólica – quando ocorre de forma leve e de vez em quando – na gravidez se dá devido ao crescimento da barriga, ao pressionamento dos músculos, das veias, dos ligamentos e de vários tecidos do corpo humano. São sensações incômodas mas não prejudiciais.

Cólica no início da gravidez

Quando a cólica vem com algum outro sintoma, é altamente indicado que seja comunicado ao obstetra, pois poderá ser algum sinal de que algo não está ocorrendo bem na gravidez com o bebe ou com a mãe.

Os principais acontecimentos vistos por médicos quando esse processo acontece é um alerta contra a perca de formas espontânea.

Situações que podem gerar cólica

* Distensão dos ligamento;

* Gases;

* Falso trabalho de parto;

* Relações sexuais;

* Infecções urinárias.

Para conter essas cólicas que chegam muitas vezes a serem desconfortáveis pelo aumento de peso e pela grande modificação do corpo, é necessário que a paciente converse com seu obstetra em uma de suas sessões do pré-natal para que ele receite a medicação correta e diga como ela deve ser tomada.

Dica

Evite ao máximo ficar muito tempo em pé, sentada ou deitada em uma mesma posição. Isso poderá evitar tanto as dores no corpo quanto a cólica.