Formas de Governo da Inglaterra

Formas de governo da Inglaterra

A Inglaterra corresponde a uma nações localizadas no Reino Unido. Sua extensão compreende a 130.395 quilômetros quadrados que se subdivide em grandes, médias e pequenas formações de ilhas, fazendo fronteira com o Mar Celta, Canal da Mancha, Mar do Norte, Escócia e País de Gales.

Mesmo sendo uma região de destaque político, econômico e social, a Inglaterra não possui nenhum governo ou grupo de representantes independente do Reino Unido. A forma governamentalista aderida em seu território é a Monarquia Parlamentarista, que implica na existência de um Primeiro Ministro ou chanceler, símbolo eleito pela maioria do parlamento (Poder Legislativo).

Esse sistema de governo foi criado na Inglaterra Medieval, no final do século XIII, o mesmo é descrito como a sustentação política do legislativo em relação ao executivo, que necessita do parlamento para ser formado e também para governar.

A grande vantagem de um país regido pelo poder parlamentarista é a flexibilidade que esse modelo exerce. Um bom exemplo disso é a troca rápida do chanceler em crises políticas e a destruição do parlamento anterior, processo que beneficia toda a conjuntura organizacional governamentalista.

Curiosidade

Formas de governo da Inglaterra
Elizabeth II, Chefe de Estado da Inglaterra.
(Foto: Reprodução)

Existem outras importantes nações na atualidade que optam por esse tipo de governo, como:

  • Canadá;
  • Suécia;
  • Itália;
  • Alemanha;
  • Portugal;
  • Holanda;
  • Índia;
  • Tailândia
  • Grécia;
  • Estônia;
  • Egito;
  • Israel;
  • Polônia;
  • Sérvia;
  • Turquia;
  • Noruega;
  • Finlândia;
  • Islândia;
  • Bélgica;
  • Armênia;
  • Espanha;
  • Japão;
  • Austrália;
  • República Popular da China.

Formas de expressão de concentrações na manipulação farmacêutica

Formas de expressão de concentrações na manipulação farmacêutica

Expressar a quantidade dos componentes utilizados em medicações, assim como as concentrações, são papeis essenciais na manipulação farmacêutica, para que tenha noção das substâncias encontradas em cada produto. Essa é uma das modalidades trabalhadas durante o curso de farmácia, para que os alunos tenham noção de como executar esse processo.

Formas de expressão de concentrações na manipulação farmacêutica
Medicamentos em comprimidos e cápsulas.
(Foto: Reprodução)

Analisando a estrutura geral desse conceito, veremos abaixo uma breve explicação sobre as principais maneiras dessa representação.

Lembre-se sempre que:

  • O UI (Unidade Internacional) tem como finalidade principal denominar a atividade das vitaminas;
  • As massas de fármaco, estarão sempre simbolizadas em gramas, miligramas ou microgramas;
  • A concentração sempre irá fornecer a quantidade de fármaco presente na quantidade de preparação, que se manifestará em massa e volume;

 Porcentagem (%)

Essa particularidade é capaz de definir partes por 100 (cem), sendo bastante utilizada para compêndios oficiais, expressando faixa de aceitação de uma maneira de dosagem.

Proporção (:)

Se trata da quantidade em partes do fármaco no total e partes da sua separação, manifestando determinados pontos de diluição e mistura.

Potência

Indica-se para uso quando for necessário realizar a comparação de uma substância ativa para uma padrão. Costuma ser empregada em enzimas, proteínas, vacinas, antibióticos, hormônios e vitaminas, podendo vir expressas em:

  • » U: Unidade;
  • » UI: Unidade Internacional;
  • » UTR: Unidade de Turbidez;
  • » g: Grama;
  • » mg: Miligrama;

Volume (v), peso (p) e porcentagem (%)

  • » Sólidos em sólidos ? % p/p: g em 100 g.
  • » Sólidos em líquidos ? % p/v: g em 100 mL.
  • » Líquidos em líquidos ? % v/v: mL em 100 mL.

Miligramas (mg) por mililitro (mL)

Usadas geralmente para preparações líquidas, sendo uma das formas mais utilizadas para unidades de manipulação, quase não deixam nenhuma margem de dúvidas.

Miliequivalentes (Eq)

Corresponde a milésima parte do equivalente, onde as atividades químicas de eletrólito possuem bases em suas valências. Nesse caso, é necessário que o número de contra-íons univalentes sejam utilizados para reagir com uma molécula de uma substância.

  • mEq = mg x valência
    massa molar

Formas de trabalho escravo

Formas de trabalho escravo

O símbolo da escravidão no Brasil são os africanos, foram trazidos para o nosso país entre os séculos XVI e XIX, para exercer trabalhos forçados em grandes engenhos, principalmente nos de cana-de-açúcar, caracterizado na época como uma das mais relevantes atividades econômicas coloniais.

Nesse momento, existiam ainda os escravos que realizam outros tipos de serviços como os braçais, domésticos, aprendizes, vendedores, mestres em artesanato, barqueiros, entre outras funções.

Formas de trabalho escravo
Mãos acorrentadas.
(Foto: Reprodução)

Somente nos séculos XVIII e XIX, novas atividades foram atribuídas para esses indivíduos, com mais intensidade para os que habitavam próximo a região de Minas Gerais, pois era o início da ascensão da mineração, onde milhares deles exerciam procedimentos em minas e na agropecuária, além de se desempenharem em execuções de tropeirismo, criação de gado, cuidados e zelamentos com animais, principalmente os que eram responsáveis em fazer o transporte das mercadorias.

Já ao observar o contexto urbano, a dinamização escravista se faziam ainda maior que em âmbitos rurais, isso porque inúmeras formas de trabalho eram vistas, tanto para homens quanto para mulheres, crianças e até mesmo idosos, que desempenhavam no geral funções de carpinteiros, sapateiros, marceneiros, alfaiates, ferreiros, escravos de ganho, vendedores, amas de leite, doceiros, entre outros.

Escravidão moderna

Mesmo com tantas formas de trabalhos escravos vividas na antiguidade, após a abolição pela Lei Áurea, no ano de 1888, a democracia atual se faz como uma normatização frágil e mesmo com a proibição desse modelo de trabalho, ainda é possível constatar sua presença na sociedade moderna.

A escravidão contemporânea tem como suas principais formas de trabalho o tráfico de pessoas e os serviços prestados involuntariamente por crianças, jovens, adolescentes, presos e infratores. O que classifica esse modelo escravista atual é a obrigação da realização de atividades involuntárias, onde a liberdade e os direitos dos indivíduos não se fazem respeitados.

Qual as formas de uso do solo das Pradarias

Formas de uso do solo das pradarias

As pradarias ou estepes, são classificadas como vegetações herbáceas fechadas encontradas com relevância em regiões que possuem clima temperado, como nos Estados Unidos, Canadá, ( região sul do Brasil), Uruguai, Argentina – sendo denominadas nessas áreas por pampa.

Ao observar sua composição, percebe-se que trata de uma pastagem natural, com um território consideravelmente extenso, sendo muito utilizado para a criação de bovinos, equinos, ovinos e caprinos. Além dessas espécies, é comum encontrar cabras, lebres, antilocapras, ratos de campo, búfalos e raposas nesses locais.

Fomas de pradarias

Formas de uso do solo das pradarias
Representação de uma extensão de pradaria.
(Foto: Reprodução)

» Baixa: possui menor diversidade e gramíneas de pequeno porte;

» Mista: possuem solo muito fértil, principalmente por conter uma grande diversidade de espécies florísticas;

» Alta: estão presentes em locais mais úmidos, com gramíneas altas, chegando a ter até 2 metros de altura, com raízes profundas e espessas.

Diferentemente dos outros tipos de vegetação, que necessitam consideravelmente de água para sobreviver e desenvolver, as pradarias precisam do fogo. As queimadas (que acontecem de forma natural) são benéficas para as gramíneas existentes neste tipo de vegetação, possibilitando o brotamento de todas as espécies, uma reprodução completamente eficaz, a eliminação do excedente de matéria orgânica presente no solo e a renovação do substrato.

Os grandes males que acometem as pradarias são as queimadas ilegais, a monocultura e a atividade agropecuária mal conduzida, que proporcionam a degradação do solo, diminuindo suas condições de fertilidade e a não recuperação das gramíneas.

Curiosidade

As pradarias também podem ser encontradas em locais próximos a desertos e em regiões com climas tropicais.