Desaparecimento dos dinossauros resumo

Os dinossauros viveram cerca de 144 milhões de anos atrás e desapareceram subitamente cerca de 65,5 milhões de anos atrás. Tais  criaturas gigantes e totalmente adaptadas ao ambiente em que viviam. Mas ainda não há concordância entre a comunidade cientifica sobre a causa desses animais que habitaram a terra. Apesar de grande parte aceitarem a teoria de que um meteoro gigante teria dizimado os dinossauros, há várias teorias sobre esse assunto.

extinção dos dinossauros
asteroide
foto: reprodução

Asteroide

A teoria mais aceita no mundo cientifico e de que a cerca de 65 milhões de anos, um asteroide gigante com cerca de 10 km de comprimento teria atingido a terra. O impacto do asteroide já teria matado grande parte das espécies, entretanto a principal morte teria sido por causas dos gases tóxicos e da poeira que teria encoberto toda a terra. Sem luz solar, as plantas deixaram de realizar fotossíntese e as criaturas, tanto herbívoras quanto carnívoras, morreram em pouco tempo. O que vai comprovar essa teoria é a descoberta de uma cratera de 180 km no México, no qual pode ter sido o asteroide que atingiu a terra.

Estrela da morte (Nêmeses)

Outra teoria aborda que, uma estrela pequena, provavelmente uma anã vermelha, tereia tido um impacto com a Nuvem de Oort o que ocasionou milhares de asteroides por todos os lados e alguns destes teriam atingido a terra causando varias mortes e um ambiente hostil.

Vulcanismo

Outra teoria seria que, com o passar do tempo, a grande quantidade de erupções dos milhares de vulcões na terra teriam causado impactos semelhantes a de asteroides, cada vez mais diminuído a incidência de luz e espalhando gases tóxicos. Isso teria quebrado a cadeia alimentar e em pouco tempo todos os dinossauros teriam morrido.

Cometas

A teoria diz que não necessariamente um asteroide provocaria tais efeitos devastadores, mas sim uma série de cometas de um asteroide destruído, explicaria a grande incidência de crateras de objetos espaciais nesses período.

cratera do asteroide
Cratera do México
foto: reprodução

Clima

Há teria também dos fatores climáticos que afetaram todo o ambiente fazendo com que milhares de espécies morressem. Entretanto essa teoria é bem difícil de ser aceita, pois teria de ter sido uma mudança muito brusca e rápida em todo o planeta. Caso contrario os dinossauros poderiam migrar e se adaptar as temperaturas.

Dupla catástrofe

Uma das teorias mais aceitas atualmente diz que o asteroide em si não teria matado todos os dinossauros mas, uma série de mudanças climáticas causadas pelo asteroide também teria levado a morte dos dinossauros.

Plantas do Pantanal ameaçadas de extinção

O Pantanal se localiza entre os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, sendo uma das áreas florestais que possui o bioma mais preservado do país. A maior parte da sua vegetação é composta por espécies raras, encontradas apenas nessa região, mas por diversas ações, algumas delas vem desaparecendo gradativamente, proporcionando ameaças á sua extinção.

Motivos

  • » Ciclo de transformação do Pantanal (inverno com ceca e verão com alagamentos);
  • » Formações de pastos para gados;
  • » Implantação de hidrelétricas;
  • » Assoreamento dos rios;
  • » Erosões;
  • » Exploração das indústrias;
  • » Retirada demasiada do seu habitat pela população;

Plantas em ameaça de extinção

Margarida

Essa planta belíssima é composta por um arbusto de folhas ásperas e duras, com uma brilhante tonalidade amarela, medindo entre um à quatro metros de altura. É uma das poucas espécies do pantanal que se adaptou ao excesso de ferro encontrado no solo local.

  • Nome científico: Aspília grazielae.
  • Família: Asteraceae.
  • Localização: Serra do Urucum – Corumbá (MG).
Plantas do Pantanal ameaçadas de extinção
Aspília grazielae.
(Foto: Divulgação)

Cacto

É uma planta muito apreciada pela população dos estados do MT e do MS. Suas flores são diurnas, onde suas pétalas permanecem quase sempre fechadas. Quando começam a crescer, tendem a se envergarem formando um emaranhado bem próximo ao solo. Pode chegar a medir aproximadamente um metro e meio de altura.

  • Nome científico: Cleistocactus sp.
  • Família: Cactaceae.
  • Localização: Morro do Aracá (MT) e Paredão do rio Paraguai – Corumbá (MS).
Plantas do Pantanal ameaçadas de extinção
Cleistocactus sp.
(Foto: Divulgação)

Beija-flor das costas violetas habitat

O beija-flor é uma ave belíssima, que encanta os olhos de todos que as veem. Eles possuem seus próprios hábitos e se diferenciam por vezes devido ao seu habitat e as características das suas espécies. Os que possuem as costas com tons de violeta já são considerados animais raros, pois correm um grande risco de extinção.

Classificação científica

Beija flor, classificação, características, habitat, riscos de extinção.
Thalurania watertonii – Beija-flor das costas violetas.
(Foto: Reprodução)

* Reino: Animalia.

* Filo: Chordata.

* Ordem: Apodiformes.

* Família: Trochilinae.

* Espécie: T. watertonii.

* Nome científico: Thalurania watertonii.

Características

* Dimorfismo no bico;

* Os machos possuem mais luminosidade em sua plumagem e seus bicos são mais curtos;

* As fêmeas possuem sua plumagem mais avulsa e seus bicos são maiores;

* Os machos costumam reivindicam acesso a aglomerados que são ricos em néctar, desfavorecendo em partes as fêmeas;

* Seu período reprodutivo vai do mês de Outubro até o mês de Março.

Habitat

O beija-flor das costas violetas eram bastante endêmicos na região Nordeste do Brasil e em toda a Mata Atlântica. Os locais mais fáceis de serem encontrados são em matas mais fechadas, em grotas úmidas e com muita sombra.

Risco de extinção

Essa pequena ave está correndo risco de extinção devido a destruição, a perda do seu habitat natural e sua caça ilegal. Devido a isso, diversas unidades de conservação vem sendo criadas para proteger essa espécie tão importante para a polinização de várias plantas, principalmente das bromélias.

Leopardus pardalis – Jaguatirica – completo

A Jaguatirica, também chamada de ocelote ou gato do mato é num felino com porte pequeno-médio, encontrado na maior parte das vezes na Mata Atlântica e em matas úmidas, com muita vegetação, sua espécie fica distribuída na América Latina e no sul dos EUA.

Esse animal tem hábitos noturnos, passa quase todo o dia dormindo, escondido na vegetação. Costuma ser solitário, andando acompanhado apernas em seu período de acasalamento. A reprodução das fêmeas se da aproximadamente a cada dois anos.

Classificação

• Reino: Animalia;

• Filo: Chordata;

Fotos da Jaguatirica
(Foto: Reprodução)

• Classe: Mammalia;

• Ordem: Carnívora;

• Família: Felidae;

• Gênero: Leopardus;

• Nome científico: Leopardus pardalis;

• Nome popular: Jaguatirica, Ocelote, Gato do mato.

Características

• Comprimento: cerca de 65 centímetros;

• Cauda: aproximadamente 45 centímetros;

• Peso: entre 8 a 16 quilos;

• Gestação de 70 a 95 dias;

• Bioma: Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata atlântica e Pantanal;

• Idade adulta: machos 2 anos, fêmeas 1 ano e meio;

• Estimativa de vida: 20 anos em cativeiro – menos anos na floresta;

• Alimentação: mamíferos pequenos e/ou médios, tal como os roedores e os macacos;

• São bons caçadores.

Esse felino já é considerado pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais como uma espécie em risco de extinção devido a destruição e a alteração do seu habitat e pela sua caça ilegal.