Como identificar a acentuação tônica de uma palavra

Como identificar a acentuação tônica de uma palavra

A língua portuguesa é regida de várias regras, que se articulam em relação a escrita e a oralidade das expressões. Uma das suas abordagens de estudo é a acentuação tônica, que compreende a ênfase viabilizada a determinadas sílabas de palavras durante a fala.

Essa tonicidade é dinamizada através de pronúncias mais fortes e altas, podendo elas serem principais ou secundárias, de acordo com a sua intensidade. Sua apresentação pode ser manifestada com a presença de acentos livres ou fixos (agudo, grave, til e circunflexo), de acordo com as normas ortográficas implantadas.

Como identificar?

Esse processo de discernimento vai depender do posicionamento da sílaba tônica nas palavras, que através dessas características poderão ser classificadas em:

Oxítonas ou agudas

Como identificar a acentuação tônica de uma palavra
Lápis e palavras.

⇒ Definição: São as palavras onde as sílabas tônicas se encontram no final do termo (última):

⇒ Exemplos: café, ninguém, jiló, você, ruim, carcará, alguém e anzol.

Paroxítonas ou graves

⇒ Definição: São as palavras onde as sílabas tônicas se encontram no meio do termo (penúltima):

⇒ Exemplos: caminho, amável, táxi, hífen, gente, planeta, dólar, álbum, pedra, vírus, homem e alto.

Proparoxítonas ou esdrúxulas

⇒ Definição: São as palavras onde as sílabas tônicas se encontram no início do termo (antepenúltima):

⇒ Exemplos: mágico, fanático, lágrima,lâmpada, xícara, trânsito, último, médico e ótimo.

Atenção!

Existem ainda a categoria dos termos monossílabos, onde as palavras são constituídas apenas com uma sílaba, sendo esta de origem tônica, como, por exemplo. Existem grandes divergências sobre o assunto devido a tonicidade, por isso sua análise deve ser abordada de forma distinta.

Transpiração vegetal

Transpiração vegetal

A flora é uma das particularidades presentes no ecossistema mundial, sendo uma das modalidades que mais apresentam variações de espécies no meio. Um dos processos mais relevantes do seu desempenho é a transpiração, onde sua estrutura perde água na forma de vapor através das folhas.

Essa exalação líquida sai da folha pelos estômatos, estando ela em contato com o solo por meio do seu sistema vascular. A quantidade de estômatos varia de acordo com cada vegetal e, mesmo quando eles se fecham, a transpiração acontece, sendo ela continuada pela cutícula.

Um bom exemplo explicativo para a transpiração vegetal é a umidade relativa do ar, pois quando se encontra em alta e com pouco vento, quer dizer que a transpiração está pequena e, ao contrário disto (umidade baixa com vento) que está elevada.

Transpiração vegetal
Transpiração folicular.
(Foto: Reprodução)

A composição desses elementos é dinamizada por duas células-guarda associadas ou não a células epidérmicas. Quanto mais as unidades celulares estão em pressão ideal e com a superfície retesada (túrgidas), maior será a abertura do ostíolo, ou seja, a fenda do tecido será cada vez mais superior.

A turgidez é responsável por determinar a presença de potássio nas células, a luz, o gás carbônico e outros elementos. Quando as luzes se encontram em condições ideais, os estômatos se abrem; quando constata-se altos teores de gás carbônico, eles se fecham; e quando existe potássio dentro da célula, eles aumentam a sua turgidez.

Sua abertura total compreende um período médio de uma hora, se abrem ao amanhecer do dia e se fecham ao anoitecer. Os principais fatores que podem alterar com intensidade essa transpiração são:

» Temperatura;
» Umidade relativa do ar;
» Iluminação;
» Vento;
» Água disponível no solo.

Nos ambientes desérticos, o desenvolvimento e a reação da transpiração foliar é fundamental para a fotossíntese, resfriamento das folhas e ascensão de água no corpo do vegetal. Seus níveis podem vir a ser comandados por mecanismos hidroativos e fotoativos e também a somatória da transpiração estomática e a transpiração cuticular.

Como a gramática é dividida

Como a gramática é dividida

A língua portuguesa é uma das mais ricas e complexas do mundo, tendo como uma das suas modalidades de estudo a gramática, correspondente a um agrupamento de normas que regem o sistema linguístico em sua totalidade, orientando as suas formas de uso através de padrões de escrita.

O estabelecimento dessas regulamentações é o que propicia a criação de um formato padrão e culto da fala e da grafia em toda a estrutura gramatical, particularidades que estão sempre em evolução, o que propicia a inserção de determinadas mudanças para que os conceitos consigam acompanhar a prática exercida.

As suas maneiras de abordagem mais utilizadas são:

Como a gramática é dividida
Diálogo.
(Foto: Reprodução)

⇒ Gramática comparativa: que faz comparações entre uma ou mais famílias de línguas;

⇒ Gramática descritiva: que ministra a descrição dos fatos da língua, tanto pelas suas variações, quanto pelo uso oral;

⇒ Gramática histórica: que estuda a origem e a evolução da língua;

⇒ Gramática normativa: que executa a padronização da língua.

Para facilitar o estudo e o entendimento de todos os indivíduos, em relação a esses fundamentos, uma importante divisão foi associada a esse sistema, sendo ela composta de três conceitos tradicionais:

⇒ Fonologia/Fonética: compreende toda a dinamização do sistema fônico, onde estuda a formação de sons através da prosódia (aprendizagem da acentuação tônica dos vocábulos) e da ortoepia (aprendizagem dos tipos de articulação e pronúncia dos vocábulos);

⇒ Morfologia: trata-se de todo o sistema mórfico, tendo como suas principais bases o estudo das palavras e os elementos que as constituem, analisando todas as suas dimensões e mecanismos de flexões dos substantivos, advérbios, pronomes, entre outras classes de expressões;

⇒ Sintaxe: aborda todo o entendimento do sistema sintático, que analisa todas as singularidades das orações e dos períodos, tendo como foco as relações que essas articulações estabelecem uma com a outra utilizando suas características essenciais, de acessórios e integração.

Outras áreas convencionais de classificação da gramática são a Comunicação, a Apêndice, a Etimologia, a Semântica, a Literatura e a Estilística.

Curiosidade

A primeira gramática da língua portuguesa foi a Grammatica da linguagem portuguesadescrita em 1536, na cidade de Lisboa por Fernão de Oliveira, homem conceituado como um dos maiores construtores renascentistas portugueses. 

Porque só o ser humano é um ser pensante

Porque só o ser humano é um ser pensante

Desde que começamos a aprender um pouco mais sobre a história dos humanos, podemos perceber que nos primórdios, todos esses seres eram parentes diretos dos macacos e somente com a evolução das espécies, conseguiram também se desenvolver, adquirindo características mais relevantes.

Mesmo tendo um forte contato com a natureza, os homens sempre se particularizaram como um ser superior, já que apresentavam (e ainda exprimem) o domínio do raciocínio lógico, dinamização que os classificam como racionais e os outros animais como irracionais.

Porque só o ser humano é um ser pensante
Troca de pensamentos e ideais.
(Foto: Reprodução)

Essa supremacia se finda com muita intensidade nas bases do pensamento, da razão e da reflexão, habilidades que somente os seres humanos conseguem articular e trabalhar com extrema eficiência, se acrescentando mentalmente, emocionalmente e fisicamente.

A necessidade de compreensão e aprendizagem são dois pontos que regem sua percepção, pois se fundamentam através de objetos que satisfazem seus desejos materiais e físicos, desenvolvendo sua cultura, ideais, entre outros aspectos que disponibilizam satisfações ao seu intelectual enquanto atua como um ser pensante.

A visibilidade dos homens perante a realidade e suas explicações, se diferenciam de acordo com a forma de apreensão individual que eles aprimoram durante a sua trajetória de vida, contato com o ambiente externo e os demais seres humanos que englobam o seu cotidiano.

A complexidade mental de todos esses indivíduos é muito interessante, já que se interligam com inúmeros tipos de pensamentos, envolvendo religião, historicidade, ciência, filosofia, sociologia, psicologia, educação e outros fatores especialmente relevantes para o seu crescimento e primoramento interno.