Decomposição da luz branca

A decomposição da luz branca é um processo que pode ser explicado tanto na química quanto na física. E um dos fenômenos naturais mais belos  para melhor explicar a decomposição da luz é através do arco-íris. Esse fenômeno acontece devido o método da refração.

Arco íris e decomposição da luz branca (Foto: Reprodução)
Arco íris e decomposição da luz branca
(Foto: Reprodução)

Decomposição da luz branca

Essa luz pode ser proveniente de uma lâmpada incandescente (ditam também como econômicas) e do Sol. Em outro ambiente ou mesmo um meio de propagação diferenciada, acontece a refração e o seu significado é  uma mudança em sua velocidade de propagação. Esse processo faz com que  ela se decomponha em infinitos raios de luzes monocromáticas, conhecidas como o fenômeno do arco íris e assim se dá a decomposição da luz branca.

Decomposição da luz branca com um prisma. (Foto: Reprodução)
Decomposição da luz branca com um prisma.
(Foto: Reprodução)

As cores responsáveis pela formação da luz branca são ditas como espectros de luz. Somente a luz branca consegue realizar a refração, as demais apenas se aproximam dela, ficando na ordem os tons violeta, anil, azul, verde, amarelo, alaranjado e vermelho.

Exemplo de uma decomposição da luz branca. (Foto: Reprodução)
Exemplo de uma decomposição da luz branca.
(Foto: Reprodução)

Comportamento operante e respondente

O comportamento é um dos objetos de estudos mais desafiantes de toda a psicologia devido a riqueza de informações. Devido a isso, descreve-los completamente é um grande desafio, mas abaixo destacaremos duas de suas características principais, tendo base em criações e dados do escritor e psicólogo Burrhus Frederic Skinner.

Comportamento respondente

Esse tipo de comportamento pode, também, ser chamado de não voluntário ou reflexo. Nesse caso, o comportamento do organismo de um ser se dá de acordo com o estímulo do ambiente em que ele se encontra, independente de seus conhecimentos e aprendizagem.

A resposta somente pode ser caracterizada como um reflexo quando a reação proposta tiver 100% de probabilidade em fator de estímulo aplicado.

Esse processo é dito como incondicionado. Um exemplo fácil desse comportamento é quando nossos olhos piscam na presença de ciscos. Em alguns casos, os condicionamentos respondentes podem formalizar novas respostas, fazendo com que elas fiquem sobre o controle de novos estímulos, ação dita como um condicionamento clássico.

Comportamento respondente, onde cada vez que o martelinho é batido no joelho, o corpo responde a reação que se é proposta. (Foto: Reprodução)
Comportamento respondente, onde cada vez que o martelinho é batido no joelho, o corpo responde a reação que é proposta.
(Foto: Reprodução)

Comportamento operante

Esse tipo de comportamento é considerado por Skinner um conceito chave do pensamento humano em relação ao ser e o ambiente. Pode ser classificado como algo que influi diretamente ou indiretamente no mundo.

Para analisar esse tipo de comportamento, Skinner criou a seguinte representação:

Resposta → Reforço (onde a resposta leva ao reforço)

Observação:  0 reforço ainda pode ser chamado de estímulo reforçador.

Através do esquema acima, podemos afirmar que o ser age em função das consequências dos seus atos, onde nada mais é do que a sua interação com o meio ambiente, fazendo com que o seu organismo transmita qualquer resposta que cause alteração no meio, que posteriormente irá retroagir à si mesmo.

Podemos citar nesse caso um exemplo abordado por Skinner, o psicologo colocou um pombo em uma caixa com um botão e um recipiente com água e comida. O pombo só teria acesso à comida se demonstrasse determinado comportamento, se bicasse o botão iluminado. Antes do experimento, os comportamentos não existiam no animal. Com  o tempo, as respostas do animal foram ficando cada vez mais frequentes ao estímulo que lhe tinha sido dado e ao fim do experimento, o pombo já bicava o botão para obter o seu alimento.

Comportamento operante, exemplo para a obtenção de seu alimento com um rato de laboratório. (Foto: Reprodução)
Comportamento operante: o rato de laboratório tem determinado comportamento para obter o seu alimento. (Foto: Reprodução)

Volume de uma circunferência fórmula

Uma esfera ou circunferência, ambas podem ser classificadas como objetos tridimensionais que, em algum momento, resultaram em um círculo em torno do seu próprio diâmetro. A mesma pode ser obtida a partir da evolução de uma semicircunferência sobre o seu eixo.

Esfera

Exemplo de uma esfera. (Foto: Reprodução)
Exemplo de uma esfera.
(Foto: Reprodução)

Elementos básicos de uma esfera

Elementos de uma esfera/circunferência. (Foto: Reprodução)
Elementos de uma esfera/circunferência.
(Foto: Reprodução)

Área de uma esfera

A área de uma superfície esférica, onde seu raio é o r, temos:

A=4*π*r²

Volume de uma esfera

A esfera pode ser (em alguns casos) um sólido geométrico:

V=4/3*π*r³

Posição relativa entre o plano e a esfera

Tangente

Aquele que tangencia a esfera em apenas um ponto, formando assim um ângulo de 90°:

Tangente
Plano Tangente
(Foto: Reprodução)

Secante

É o plano que intersecciona a esfera, transformando-a em duas partes:

Secante
Plano Secante
(Foto: Reprodução)

Externo

Quando o plano e a esfera não possuem nenhum tipo de ponto em comum:

Plano Externo (Foto: Reprodução)
Plano Externo
(Foto: Reprodução)

Como calcular o seu volume?

V=4/3*π*r³

Onde:

V = volume.

r³ = radius: 1in (raio da esfera).

π = aproximadamente 3,14.

1°) Se a lição pedir o raio:

* Se você já possui o diâmetro, basta que o divida por 2 para obter o raio.

* Se você possuir somente a área da superfície da esfera, terá que encontrar a raiz quadrada da área da superfície dividida por 4π.

2°) Eleve sempre o raio a 3° potência (ou cubo):

Suponhamos que o raio seja 3:

3 x 3 x 3 = 27.

Exemplo na equação:

V=4/3*π* → V=4/3*π*27

3°) Faça a multiplicação do raio com 4/3:

Nesse caso, o raio 27 irá multiplicar 4/3:

4/3*27 = 36

Exemplo na equação:

V=4/3*π*27 → V=36π

4°) Realize a multiplicação do resultado obtido no passo acima pelo π:

No caso, o número 36 irá multiplicar o π, que possui o seu valor aproximado em 3,14:

36*3,14 = 113,04

Sendo assim, o volume da esfera com raio 3 será de: 

113,14 cm³

Observação: A unidade de medida nos resultados será sempre cm³.

Competência absoluta e relativa

A competência pode ser caracterizada de três maneiras, tal como em sua forma geral, absoluta e relativa. Cada uma dessas singularidades apresentam seus detalhes e seus poréns.

Competência

Diz-se como o critério entre órgãos do Poder Judiciário que possuem a competência para realizarem as medidas de jurisdição. Todos os juízes possuem a jurisdição, mas é importante lembrar que elas só podem ser exercidas em determinadas áreas e matérias, segundo a competência destinada.

Competência absoluta

É dita em razão da matéria, da pessoa ou do critério funcional, que ela é inderrogável e não pode ser modificada. Deve ser por ofício e pode ser alegada em qualquer grau ou tempo de sua jurisdição, independentemente de qualquer exceção (CPC, atg. 113).

Competência relativa

É dita em razão do valor da causa ou do critério territorial. Ela pode ser modificada caso haja acordo entre as partes, por continência ou conexão. Esta competência, no direito processual, pode vir ocasionar a perda do direito de agir nos autos em face da perda da oportunidade, conferida por certo prazo destinado pela justiça.

Comparação entre as competências

Singularidades da competência absoluta e relativa. (Foto: Reprodução)
Singularidades da competência absoluta e relativa.
(Foto: Reprodução)