A crise do Império Romano: resumo completo

A Crise do Império Romano se deu logo no início do século III, onde foi influenciada pela desintegração do Império. Devido a forte expansão da época, o estado não estava mais conseguindo manter sua hegemonia político-administrativa com os povos que se encontravam em seu domínio. Nessa mesma fase, as riquezas cresciam com intensidade, assim como os problemas e gastos.

A crise se tornou ainda mais grave com os transtornos que aconteciam dentro do sistema escravista, onde a diminuição dos escravos fez com que acontecesse uma retração econômica, pois os proprietários das terras não conseguiam arcar com a sua exploração em relação as atividades agrícolas.

Crise do Império Romano: resumo.

Desde que a retração se iniciou, o estado romado obteve uma considerável diminuição de arrecadação de impostos, que era a sua principal fonte de sustento. Com a diminuição desses recursos, o exército recebia pouca demanda orçamentária, o que enfraqueceu seus contingentes militares que faziam a proteção de suas fronteiras. Com isso, os bárbaros avançavam para as terras romanas, realizando uma forte pressão sobre todo o povo.

Para tentar controlar suas finanças, os grandes proprietários da época começaram a arrendar suas terras, para que assim pudessem realizar a exploração econômica. Os principais indivíduos que participavam desse processo eram os escravos libertos,  pequenos agricultores e os plebeus que estavam vindo da cidade. Ao ceder uma parte dos seus terrenos para esses povos, os proprietários exigiam que em troca eles lhe dessem a mão de obra gratuita.

Dessa forma a economia conseguiu se reerguer de pouco a pouco, mas ainda assim o estado permanecia sem forças. Com isso, o governo romano permitiu a entrada dos bárbaros em seus domínios, assim como a soltura dos escravos da época, fazendo com que a massa plebeia perdesse quase todos os seus privilégios.

Podemos observar então que, dentro da crise, o Império Romano foi perdendo gradativamente as suas características fundamentais que estipularam a sua existência. Ao visualizar toda a história da época e seus acontecimentos, é possível destacar que as mudanças que aconteceram foram fundamentais para dar início a Idade Média local.

Democracia conceito e características

A democracia é dita como uma forma de governo, onde a soberania é exercida pelos cidadãos que compõe a nação. Nesse regime, todas as decisões políticas são do povo, que exerce o seu poder através do voto. Esse tipo de eleição pode se dar de forma presidencialista (quando o presidente é o maior representante da sociedade) ou parlamentarista (quando o presidente é eleito pelo povo, mas as decisões são tomadas pelo primeiro ministro).

Esse regime pode ser visto, ainda, em sua forma republicana ou no sistema monárquico, onde o primeiro ministro é quem governa. Ao observar a visão geral da democracia, podemos ver que ela possui bases fortes no governo da maioria, na liberdade da escolha dos candidatos, juntamente as minorias e os direitos individuais.

Democracia: conceito, características e funções.

Seu conceito vem evoluindo há vários séculos, mas somente no ano de 1688, surgiu a liberdade de discussão dentro do parlamento, na Inglaterra. A maioria dos filósofos da época afirmavam que dessa forma o povo tinha o poder de controlar o governo e a nação através dos seus atos democráticos.

A principal função da democracia é proporcionar a proteção dos Direitos Humanos, tal como a participação do povo na política, cultura, economia, sociedade, a proteção legal, liberdade de expressão, religião, sexo, cor, entre outros.

Alguns países obtiveram um rápido crescimento dentro do conceito democrático, como Espanha e Portugal, porém, outros não tiveram a mesma habilidade, como a França e a Inglaterra, que acabaram sofrendo alguns impactos, sendo o principal deles a evolução lenta do desenvolvimento das suas estruturas políticas.

No Brasil, o direito ao voto democrático se dá aos cidadãos maiores de 16 anos de idade (exceto aos prisioneiros). A formação política do povo é muito importante para que eles tenham consciência dos indivíduos que irão governar o país, para que assim o regime democrático mude para melhor, proporcionando benefícios á toda a sociedade.

Rastafári religião

O termo rastafári se refere ao príncipe (Ras) da paz (afári). A palavra se origina da expressão Rastafari Makomen, um título dado a um dos mais antigos imperadores da Etiópia, Hailê Selassiê I. Esse grande homem era considerado ( até hoje) pelos rastafáris como uma grande representação de Deus na terra, chamado pelos seus fiéis de Jah.

O Rastafári ou Rastafarianismo é considerado um movimento religioso que surgiu nos anos 20 na Jamaica. Os principais fundadores foram os camponeses e os trabalhadores negros que se basearam na interpretação bíblica, onde o único monarca africano merecia o título de rei dos reis por causa do seu status. A primeira igreja a dar esse título foi a Igreja Ortodoxa Etíope.

Bob Marley, um dos grandes símbolos do rastafarianismo.
Bob Marley, através de sua música, pregou a filosofia rastafári pelo mundo.

( Foto Reprodução)

O seu surgimento é  considerado como um dos grandes motivos do sofrimento que a população africana passava na época. Devido as diversas repressões e dificuldades, um grande espaço surgiu para para o aparecimento de novos líderes e religiões.

Características

» Utilização das cores vermelho, verde, amarelo e dourado como o símbolo da religião, tonalidades que podem ser encontradas na bandeira da Etiópia;

» A maior parte dos seguidores do rastafarianismo são vegetarianos, porque seguem as leis do Deuteronômio do velho testamento e do levítico;

» Quase todos os seguidores dessa religião fazem o uso da maconha, pois afirmam que ela purifica os seus rituais;

» A defensoria da cultura africana é um dos pontos fortes destacados pelos seguidores rastafarianos;

» Os rastas ou rastafáris vistos atualmente também fazem parte da cultura dessa religião, pois naquela época o costume dos povos proibia que as pessoas cortassem ou penteassem os seus cabelos.

Curiosidade

Os maiores símbolos até hoje dentro do rastafarismo é Marcus Grey considerado um dos profetas da religião e o cantor Bob Marley.

Um dos hit’s mais conhecidos do grande cantor e compositor Bob Marley é a música No Woman No Cry. Confira o seu vídeo clip abaixo.

Bob Marley & The Wailers  – No Woman No Cry ( Live)

Hooliganismo definição

O hooliganismo corresponde a toda e qualquer prática de vandalismo e violência dentro de competições esportivas e em alguns casos fora delas. Esse comportamento costuma ser realizado por fãs de adeptos de futebol, desportos universitários e em indivíduos com atitudes desordeiras, onde normalmente estão sob o uso de drogas ilícitas ou lícitas.

Hooliganismo: definição e características
Hooliganismo é crime.
( Foto Reprodução)

Esse comportamento surgiu na a idade média, onde aldeias e famílias se enfrentavam para conquistar seus próprios interesses, mas atualmente os atos de violência vem sendo cada vez mais praticados dentro de vários desportos, promovendo o aumento e a intensificação de todos os meios de segurança possíveis nesses locais.

Os grupos de hooliganismo são destaques em toda a Europa, com mais força na Rússia, Polônia, Alemanha e Croácia. Nessas regiões, a violência é utilizada como fator único, não pelo desporto como antigamente, mas pelo prazer que o vandalismo tem para cada indivíduo, acabando com diversos espetáculos e disputas.

No Brasil, é possível ver práticas de hooliganismos frequentemente entre gangues e equipes rivais, onde a violência e o vandalismo tomam conta de estádios, ruas, bairros, praias, etc. Na maioria dos casos, esses indivíduos estão sob o efeito de alguma droga e desejam por tudo defender os seus times.

A maior parte dessas gangues já conseguem ser identificadas pelos policiais, principalmente as torcidas organizadas, que a cada dia vem sendo repreendidas e punidas pelos atos agressivos que praticam.