Formas de comprovar renda

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Muitas pessoas encaram como algo difícil na hora de comprovar a renda, principalmente em relação a aquisição da casa própria, automóvel ou em outros casos de urgência. Acontece que muitos não possuem a carteira assinada e teoricamente não podem comprovar seus ganhos.

No entanto, é possível sim, comprovar a renda mesmo sem trabalhar sob o regime das leis trabalhistas (CLT), que prevê o contrato e a assinatura na carteira de trabalho.

A Declaração Comprovatória de Percepção de Rendimentos, ou seja, a DECORE, é um documento relacionado a profissionais liberais. Por exemplo: médicos, advogados, terapeutas, corretores, dentistas, etc. Incluindo também os autônomos como taxistas, pedreiros, feirantes, etc.

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Foi no ano de 2000, que a declaração tornou-se um documento oficial para comprovar a renda de autônomos, profissionais liberais e empresários, podendo suceder o holerite, o que permitirá o acesso ao crédito, financiamento e abertura de conta.

Compreenda que a DECORE é o documento oficial, que só poderá ser emitida pelos profissionais de contabilidade e deverá possuir o selo DHP, que é a Declaração de Habilitação Profissional, somente com esse selo será válido o documento.

O Conselho Regional de Contabilidade (CRC), também é responsável por fornecer e controlar esse selo, que serve para dar segurança as instituições financeiras, dado que somente profissionais habilitados poderão adquirir, da mesma forma o documento emitido poderá ser averiguado pelo código de controle.

Veja a seguir, documentos que podem ajudar a comprovar a renda:

• Contrato de prestação de serviços e recibos de comprovantes de depósitos
• Declaração do sindicato, cooperativa ou associação
• Decore com DARF (se o valor estiver acima do limite de isenção
• Recibo de Pagamento de Autônomo (RPA)
• Extrato do seu banco dos últimos três meses
• Declaração Anual do Imposto de Renda

Posto isto, alguns dos documentos podem solicitar mais detalhes, por exemplo:

• Guias de recolhimento de impostos RPA
• Informações que definam a natureza do trabalho prestado pelo empregador.

Entretanto, a maioria dos bancos poderá aceitar o Imposto de Renda como meio de declarar a renda. Pois, alguns bancos como a CAIXA, permite o Imposto de Renda como comprovação de renda, principalmente para financiamento de imóveis e aberturas de contas.

Os documentos exigidos em bancos, escolas ou imobiliárias, dependerá do trabalho prestado pelo empregador, ou seja, a natureza do trabalho. Por exemplo: Se ele é assalariado, profissional liberal, vive de renda (como alugueis) ou se é aposentado.

ATENÇÃO: Manter o nome limpo é essencial na hora de comprovar a renda, pois, por exemplo, na hora de contratar um empréstimo, não poderá ocorrer restrições ao CPF.

Taxa juros financiamento moto usada

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Para financiar uma moto usada é imprescindível verificar as taxas de juros solicitadas pelo banco, pois as taxas podem variar de acordo com o banco, sendo assim, é necessário pesquisar até encontrar o banco que ofereça o melhor valor.

É possível realizar simulações em praticamente quase todos os bancos para se ter uma ideia do valor e forma de pagamento. Posto isto, não dá para realizar um negócio ruim com todos esses procedimentos.

A seguir, você ficará por dentro de algumas comparações de taxas de juros de alguns bancos. Confira cada uma delas e fique por dentro do que é melhor para você no momento,

Financiamento de moto usada: comparação das taxas de juros:

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Caixa Econômica Federal:

Moto financiada: Motos novas de 150cc a 249cc. A partir de 250cc motos usadas ou novas.
Taxas de juros: A partir de 0,93% ao mês
Valor financiado: Até 90% do valor da moto
Prazo de pagamento: Até quatro anos

Banco do Brasil:

Moto financiada: Com até quatro anos de fabricação motos novas ou usadas a partir de 250cc. Motos novas de 150cc a 249cc.
Taxas de juros: 0,97% ao mês
Valor financiado: Até 100% do valor da moto
Prazo de pagamento: Até três anos

Bradesco:

Moto financiada: Não financia motos usadas, apenas motos novas
Taxas de juros: 4,79% ao mês
Valor financiado: Até 70% do valor da moto
Prazo de pagamento: Até três anos

Itaú:

Moto financiada: Motos novas e usadas
Taxas de juros: O valor da taxa é informada somente pela agência
Valor financiado: Até 10º% do valor da moto
Prazo de pagamento: Até cinco anos

Banco Yamaha:

Moto financiada: Motos novas ou usadas
Taxas de juros: 2,74% ao mês. É cobrado também a tarifado do cadastro
Valor financiado: Dependerá do modelo escolhido
Prazo de pagamento: Dependerá do modelo escolhido

ATENÇÃO

Nunca deixe de pesquisar as taxas de juros dos bancos para confirmar. Compreenda que alguns bancos não financiam motos usadas por mais de quatro anos, existindo restrições para alguns modelos diante a contratação, sendo assim, pesquise as melhores alternativas para você.

Veja a seguir, os exemplos que mostram a diferença da taxa de juros no custo final da compra de uma moto.

Exemplo 1:

• Financiamento de moto no valor de dez mil reais na Caixa Econômica Federal.
• Menor taxa de juros: 0,93% ao mês
• Parcela no valor de R$ 328,15 com prazo de trinta e seis meses
• Gasto final: R$ 11.813,23

Exemplo 2:

• Financiamento de moto no banco Bradesco no valor de dez mil reias
• Taxa de juros: 4,79% ao mês
• Parcela no valor de R$ 588,13 com prazo de trinta e seis meses
• Gasto final: 21.1172

Percebe-se a diferença gritante que uma taxa de juros poderá causar no gasto final da compra. Logo, a diferença é de R$ 9.359,62 a mais no pagamento do Banco Bradesco, já que a sua taxa de juros é maior do que as taxas de juros da Caixa. Sendo assim, vale ressaltar para nunca deixar de comparar e pesquisar as taxas de juros antes de fechar qualquer negócio.

Como limpar o nome pela crefisa

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Hoje, muitas pessoas estão com o nome sujo e fazem de tudo para limpá-lo, pois assim, poderão voltar a usar o crédito e principalmente a fazer compras normalmente.

Nessas horas a Crefisa é um dos recursos mais procurados, pois disponibiliza crédito às pessoas que possuem o nome sujo, porém, é necessário saber bem o que é a crefisa e como ela poderá ajudar, para não confundir com o crédito consignado oferecido por outras financeiras.

Compreenda que a crefisa possui em seu histórico uma forma de empréstimo deveras semelhante a um consignado, no entanto, com taxas de juros e regras adequadas a de um empréstimo pessoal.

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O nome concedido ao banco de dados das associações comerciais estabelecidas em todos os estados do Brasil é o SPC ou SCPC (Serviço de Proteção ao Crédito), que tem o cadastro dos consumidores que não quitaram ou pagaram os seus débitos.

Sendo assim, quando uma pessoa descobre que o nome está sujo, em situações de cheque sem fundos protestado, deve imediatamente ir em busca de informações em relação ao número, valor e data do cheque em seu banco.

O intuito é investigar no canhoto para quem o cheque foi emitido e assim iniciar um processo para regularizar o débito e recuperar o cheque.

Veja a seguir o processo:

• Buscar pela pessoa ou empresa para normalizar o débito e resgatar o cheque.
• Com o cheque em mãos, será necessário a elaboração de uma carta com a ajuda do gerente do banco.
• A seguir, com a carta e o cheque recuperado, busque no banco as taxas precisas para a devolução do cheque, porém, protocolado e com as cópias dos documentos entregues pelo banco.
• Os dados no SPC serão regularizados, após o Banco do Brasil, incumbido de atualizar os arquivos do CCF, endereçar os documentos para o SPC.

Veja a seguir, dicas para limpar o nome pela crefisa:

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• Avalie as taxas de juros de outros bancos, caso tenha a oportunidade de ter um empréstimo consignado, pois as taxas de juros são mais em conta do que a de um crédito pessoal.
• Pessoas que possuem margem consignável e o nome negativado, precisam investigar o sistema de liberação de cada banco, dado que alguns bancos não verificam o crédito.
• Caso não exista margem consignável e o nome esteja sujo, uma opção é renegociar a dívida ou usar a portabilidade de crédito, que é quando o banco compra a dívida e renegocia, cobrando juros menores.
• Porém, se nenhuma das opções acima forem possíveis, será necessário procurar a crefisa e simular um empréstimo pessoal.

As taxas de crédito da crefisa tendem a ser maiores, logo, é importante verificar as taxas do Cheque Especial, pois, dependendo do valor da dívida, o limite aproveitado poderá equilibrar, facilitando o pagamento da mesma ao final do mês seguinte.

A crefisa, concede empréstimos especialmente aos servidores públicos, aposentados e pensionistas do INSS, porém não consulta ao SPC/SERASA, logo, não depende de margem consignável.

Sendo assim, compreenda que a crefisa não faz consignado e os pagamentos do empréstimos são débito em conta. O seu crédito é concedido às pessoas que tem empréstimo em outras instituições financeiras ou que possuem restrições no nome junto aos órgãos de proteção ao crédito.

Veja a seguir, mais exemplos de como limpar o nome no SPC e SERASA:

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• Prazo de cinco anos: O nome não ficará por mais de cinco anos nos registros de proteção ao crédito, por exemplo, SPC, SERASA, etc. Isso, segundo o Código de Defesa do Consumidor artigo 43.
• O nome será limpo da SERASA ou SPC, após três anos, das pessoas que possuem o nome sujo, por conta de um cheque sem fundo (tipos de título como cheque, nota promissória, duplicatas ou letras de câmbio), porém para que isso aconteça é necessário que as pessoas entrem com uma ação judicial.
• Ação judicial é uma opção para solicitar a remoção do nome nos cadastros da SERASA e SPC, porém essa ação judicial poderá levar anos.

Segurança de banco aposentadoria especial

Segurança de banco aposentadoria especial

A aposentadoria especial corresponde a um benefício concedido pelo INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) a todos os trabalhadores que desempenharam suas atividades profissionais em condições que prejudique de alguma maneira a sua integridade física de saúde, seja ela corporal, mental ou emocional.

Para que esse auxílio seja validado, é necessário que o empregado comprove o seu tempo de trabalho prestado e a exposição que teve em relação aos riscos do seu cargo empregatício. É importante que toda essa comprovação seja ministrada de maneira correta para que a instituição promova o privilégio.

Segurança de banco aposentadoria especial
Representação de um segurança.
(Foto: Reprodução)

Todos os vigilantes armados, como os seguranças que trabalham dentro das agências bancárias, possuem direito de receber a aposentadoria especial, isso porque seu desempenho compreende a uma forte exposição de perigos, onde é responsável por zelar dos clientes e funcionários, evitando furtos, sequestros e assaltos.

Quesitos

Para se enquadrar dentro dessa modalidade e receber esse benefício com apenas 25 anos de tempo de serviço, os vigilantes devem:

» Ser formados no curso profissionalizante de vigilante;
» Possuir autorização para o uso de armas de fogo;
» Estar portando o PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário).

É importante ressaltar que nem todos os perfis dos solicitantes se enquadram nas regulamentações do INSS e por essa razão, alguns deles podem vir a adquirir apenas a aposentadoria tradicional, com valores bem mais baixos que as viabilizadas pela especial.

Aviso!

Fique atento aos seus direitos e faça a solicitação da aposentadoria de acordo com o seu cargo de trabalho.