Colégio ensino médio RJ

A cidade do Rio de Janeiro é muito afamada por causa do carnaval, das praias e do estilo de vida que o carioca possui e que acabou repercutindo no recebimento do título de Cidade Maravilhosa. Cartão Postal do Brasil no exterior, o Rio de Janeiro possui muitos atrativos, desde os centros culturais, financeiros e econômicos, aos inúmeros pontos turísticos e a sua paisagem urbana, considerada como Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO.

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, cidade maravilhosa.

Apesar de ser muito estimada, a cidade do Rio de Janeiro como as outras grandes capitais, possui fortes contrastes econômicos e sociais, onde se percebe claramente a diferença notável entre ricos e pobres. As favelas construídas em volta dos bairros é o sinal dessa disparidade, onde também se tem o maior foco de criminalidade da cidade. Embora tenha esse cenário conhecido mundialmente, mais um fator destaca-se da capital carioca, é a educação.

O setor educacional vem ganhando aprimoramentos, e a cidade dispõe de aproximadamente 1718 estabelecimentos de ensino fundamental, 1492 unidades pré-escolares, 566 escolas de nível médio e 66 instituições de nível superior, portanto é a segunda rede mais extensa do país. Já forma contabilizados cerca de 1.414,048 matrículas. No ano de 2000, a cidade alcançou a marca de 0,933 no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) dentro do fator educação.

RJ Colégios Do Rio de Janeiro
Estudantes do Ensino Médio

Podem ser encontrados diferentes colégios que lecionam o Ensino Médio. Tanto na rede pública quanto na rede particular. Para encontrar uma instituição de ensino mais específica, basta acessar o site da Secretaria do Estado de Educação – http://www.rj.gov.br/web/seeduc e fazer a pesquisa no campo “Escolas e Diretorias Regionais.” Outros colégios que oferecem o Ensino Médio são:

  • Centro Educacional Anísio Teixeira.
  • Centro Educacional da Lagoa.
  • Centro de Ensino Dinâmico.
  • Colégio Agrícola Nilo Peçanha.
  • Colégio Andrews.
  • Colégio Bahiense.
  • Colégio CEC .
  • Colégio Cen. Capitão Lemos Cunha.
  • Colégio Druídico do Brasil.
  • Colégio de São Bento.
  • Colégio e Curso Equipe Grau.
  • Colégio Israelita Brasileiro A. Liessin.
  • Colégio Maria Raythe.
  • Colégio Militar do Rio de Janeiro.
  • Colégio Nacional.
  • Colégio Notre Dame.
  • Colégio Padre Antônio Vieira.
  • Colégio Palas.
  • Colégio Paula Barros.
  • Colégio Pentágono.
  • Colégio Santa Marcelina.
  • Colégio São Paulo.
  • Colégio Sion.
  • Colégio St. Patrick’s.
  • Colégio Zaccaria.
  • Escola Municipal Centro Comunitário do Contorno.
  • Curso Tamandaré.
  • Escola Eliezer Steinbarg Max Nordau.
  • Escola Martim Pescador.

Dentro da história humana como podemos comprovar a teoria de Popper

O discurso científico a pouco tempo na humanidade foi inventado e ganhou a notoriedade enorme que tem hoje. Basicamente, essa espécie de discurso autorizado era baseada na utilização de métodos científicos para comprovação de qualquer conhecimento como verdadeiro. Obviamente, uma série de coisas tinham de ser levadas em consideração no método para que o conhecimento fosse aceito.

Essa nova forma de ver o mundo abriu os caminhos para muito desenvolvimento em todas as áreas do saber. Excluindo a maioria dos dogmas e mitos mágicos, os cientistas tentavam comprovar ou refutar todo o tipo de coisas por meio de métodos que podiam ser experimentados em qualquer laboratório. A empiria estava disposta como método universal para comprovação.

foto de karl popper
Karl Popper

As teorias científicas então surgiam de acordo com os experimentos que podiam teoricamente comprova-las. Apesar de trazes grandes avanços, algumas teorias científicas eram simplesmente aceitas e não muito questionada pela comunidade científica, justamente por estar dentro dos padrões do método e parecer cientificamente irrefutável.

Essa característica de “descobrir e alcançar a verdade” é muito típica dos cientistas positivistas, algo que durou bastante nesse meio. Porém, alguns pensadores não concordavam com esse ideal e tentavam informar a comunidade acadêmica através de suas publicações, sobre a problemática dessas questões.

O pensador e filósofo austríaco Karl Popper foi um dos teóricos que abalaram a comunidade científica com suas idéias sobre a temática da comprovação empírica ou teórica das teorias ou hipóteses científicas. Seu pensamento denominado por ele de Racionalismo Crítico abrangia que as teorias científicas aceitas como “verdades” não deveriam ser simplesmente aceitas, mas que os outros cientistas sempre deveriam tentar derruba-las.

Admitindo que o conhecimento científico é algo mutável, Popper discorria em sua reflexão sobre a comprovação científica, onde uma teoria mesmo com muitos elementos funcionais que a tornem verdade não valeria em sua totalidade se apenas um argumento ou um elemento contrário pudesse ser comprovado.

Popper admitia que o conhecimento científico não deve ser fixo, pois a possibilidade de se chegar na verdade não nos uma realidade. Os conhecimentos sempre devem ser reformulados a fim de que cheguem cada vez mais próximo de uma verdade.

O pensamento de Popper, apesar de ter sido muito negativado por muitos cientistas teve sim suas influências justamente por problematizar uma espécie de “tradicionalismo científico”. É muito fácil hoje dizer que Popper tinha razão em muitas de suas teorias. O Racionalismo Crítico mostrou-se eficiente e praticamente mudou a maneira de pensar quanto ao pensamento científico.

É completamente notável que todo conhecimento autorizado possa ser derrubado, substituído, reformulado e repensado. Grande parte dos conhecimentos das ciências naturais tiveram de ser reformulados. Os átomos que antes eram como “bolas de sinuca indivisíveis” hoje são partículas que dispõe de carga negativa e positiva e podem ser divididos; Um objeto mais pesado e denso que o próprio ar pode ser passível de voo (vide aviões), entre outros teorias que tivera que sofrer modificações.

A teoria pode de Popper pode ser comprovada na história do próprio saber científico que tem a mutabilidade como característica por excelência.

Filosofia na Grécia Antiga

A Filosofia grega, desenvolvida a partir do século  VI a.C, é  a base para o pensamento ocidental, muito importante na consolidação política-social  principalmente da Europa e das Américas, só para se ter uma ideal amplitude do pensamento helênico, ideias como democracia, política, essenciais para entendermos as conjecturas da sociedade moderna, tem cerne no mundo grego.

O processo de transição da sociedade grega a Polis (cidades-estados) foi marcante para a mudança nas concepções filosóficas desse povo, a passagem do pensamento mítico aos poucos desmistificado para uma concepção do homem como ser social. A vida urbana foi o cenário para o desenvolvimento de novas questões e possibilidades, inaugurar teorias e visões de mundo mais pautadas na racionalidade.

Sócrates Filosofo Grego
Sócrates, considerado como um dos fundadores do pensamento ocidental

A mitologia Grega pode ser desenhada na leitura das epopeias Homéricas Ilíada e Odisseia, e da obra de Hesíodo, que nós mostrar os valores como morte gloriosa, a busca pela eternidade na memória, a heroicidade como padrão de conduta, submissão a vontade das divindades, conquistas da kléos, que eram o sustentáculo da Paideia da Grécia Antiga. Então o processo de desconstrução desses valores é paulatino dando lugar a uma conotação mais crítica na explicação dos acontecimentos, acabado por surgir a filosofia, assim como as bases para diversas outras ciências como História, Geografia e Matemática.

Os pensadores pré socráticos começaram a tecer as primeiras para o saber racional, ideias latentes até a atualidade, destes se destaca Heráclito, Pitágoras, Xenófanes, Parmênides, Empédocles e Demócrito. Em seguida surgem os grandes nomes da filosofia clássica Sócrates, Platão, Aristóteles e Zenão.

Isso não quer dizer que o mito cai perante uma nova ciência, não é esse o papel do saber filosófico, ele não pretende uma posse ou domínio do saber, sim o conhecimento, especulando sobre varias questões dos  acontecimentos a sua volta, inclusive a religiosidade, é importante entender que os pensamentos filosóficos não seguem uma linearidade, os pensadores tem sim opiniões divergentes e é o embate entre essas que permite a evolução do saber múltiplo.

Qual a melhor forma de aprender inglês

Aprender um outro idioma com certeza é algo muito útil tanto para a vida profissional como para a pessoal. Nunca se sabe quando irá precisar traduzir uma frase estrangeira seja ela escrita ou falada, ou mesmo saber identificá-las em manuais, na TV em logomarcas e etc.

A língua inglesa é mais evidente para ser aprendida, uma vez que o idioma faz parte do país que deteve o título de maior potência econômica, comercial, entre um série de atributos.

Como aprender em casa a falar inglês.
Falar inglês é possível!

Por causa desses detalhes e outros, muitas pessoas viram-se na condição de aprender o inglês, como necessidade de se comunicar. No Brasil, a disciplina é ministrada nas instituições de ensino padrão, mas o aprendizado não é tão perfeito, devido a formação dos professores, a forma como a grade escolar é montada e até mesmo as disponibilidade de materiais didáticos, impede um conhecimento maior sobre a disciplina.

O ideal, então seria cursar em escolas específicas de línguas, que oferecem cursos de acordo com o nível de conhecimento do aluno , distribuídos por fases e módulos.

O aprendizado é mais aprofundado por causa da exclusividade em lidar somente com a aquela determinada disciplina, que no caso é o inglês. Além de dispor a gramática e regras de escrita, o aluno ainda aprender melhor a falar o idioma através das aulas de conversação.

Embora os cursos de inglês sejam muito eficientes, dependendo do nível da instituição, há pessoas que não dispõe de tempo e tão pouco de condições financeiras para custear um módulo, por exemplo. Pois bem, nesses casos é impossível aprender o inglês de maneira pratica e eficiente , sem ter que gastar muito. O primeiro passo para aprender o idioma, é dispor de um tempo mesmo que mínimo para atualizar os conhecimentos. Cerca de 15 minutos por dia são suficientes, assim não cansa e ainda não atrapalha nas outras atividades que precisa realizar durante o dia ou a noite.

estudando inglês
O idioma fica mais fácil de aprender quando se tem força de vontade.

Em seguida organize uma listagem com as atividades que determinam o nível de conhecimento da língua. Inicie pelo básico e assim vai seguindo os demais de acordo com o ritmo que for adquirindo. A motivação será o carro-chefe dos estudos, pois sem vontade própria nada sairá como esperado. Para fomentá-la, assista programas que falem em inglês, para ir se acostumando com a pronúncia das palavras. Pode parecer bobagem, mas aos poucos sentirá mais confiança ao ouvir frases em inglês, podendo até identificá-.

Sempre escreva, fale e ouça palavras em inglês, o conhecimento se da tanto da visão, quanto da audição, e ambos auxiliam no entendimento do cérebro, assim nasce a sabedoria relacionado a algo. Para utilizar um idioma é preciso esmiuçar quatro habilidades – falar e escrever, ler e entender, portanto os estudos devem estar direcionados nesses pontos.

Tenha um dicionário sempre em mãos, pois na dúvida de uma palavra ele será de grande utilidade, além disso, muito tipos de dicionário possuem descrito a indicação de como pronunciar cada palavra. Por fim está a a satisfação em aprender inglês, o estudo deve incluir itens de prazerosos para que não se torne um estudo chato e sobrecarregado. O ideal é associar algo que goste, como textos relacionados a assuntos interessantes, letras das músicas, filmes com a legenda em inglês, séries e programas de e etc.