Preocupação com o meio ambiente nas empresas

O meio ambiente é um dos fatores mais preocupantes mundialmente devido a uma série de fatores que estão levando a degradação e destruição do planeta. Por causa disso, muitas pessoas, órgãos e empresas estão se manifestando cada vez mais em relação a estratégias de preservação, realizando ainda a conscientização de todos que estão a sua volta.

Empresas e degradação ?

A principal causa da degradação de toda a natureza é a sua modificação e destruição do homem, das indústrias e empresas, que somente agora começaram a ver as consequências de seus atos em relação ao ecossistema.

Preocupação com o meio ambiente nas empresas

Os fatores responsáveis por esse processo na maior parte dos casos são o desmatamento, as queimadas e a poluição do ar, que vem causando o aquecimento global, o derretimento das geleiras, desastres ambientais e a extinção de diversos animais.

Como era antigamente ?

Antigamente, as empresas se preocupavam apenas com a geração de riqueza para si mesmas, mas após visualizar os desastres causados, começaram a realizar processos em relação à preservação de recursos naturais gerando resultados mais favoráveis não somente para a sociedade e para as gerações futuras, mas para as próprias companhias, inclusive com ganhos financeiros.

Todas as companhias estão preocupadas não somente com seus fatores de produção, mas também pelas busca de substituição dos seus insumos, fazendo ainda com que a conscientização desse processo chegue até os consumidores.

Pelo alto crescimento de instituições privadas, diversas iniciativas e discussões são realizadas por todas as empresas para que os recursos naturais sejam menos explorados, para que todos os benefícios retirados da natureza sejam repostos, para que não aconteça a sua degradação de maneira tão intensa como veio acontecendo nos últimos anos. Tudo isso ajuda não somente na preservação do meio ambiente, mas também na preservação da vida.

Mesmo com tantas práticas sendo realizadas pelo Ministério do Meio Ambiente, ONG’s, por diversos cidadãos e empresas, a precarização da biodiversidade se torna cada vez mais visível pelo desrespeito de outros.

As novas iniciativas para o planeta

A iniciativas mais vistas pelas empresas são: a preservação das matas, dos rios, a redução de gases emitidos para a atmosfera, a contenção das atividades exploratórias e a reposição dos recursos retirados da natureza – como por exemplo o plantio de novas árvores em áreas desmatadas.

Formação da Lua resumo

A Lua, além de ser muito bela, desde muitos anos produz uma grande curiosidade e misticismo a todos. Ela é o único astro que gira em torno da Terra e suas proximidades são bem relevantes, tendo ainda suas rotações em torno dos seus eixos de maneira igual. O primeiro homem a pisar nela foi o Neil Armstrong, em 1969.

Sua formação não possui fontes completamente concretas, mas algumas teorias do Big Splash faz essa descrição. Diz-se que no período Hadeano, cerca de 4,57 a 3,85 bilhões de anos atrás, um objeto com o tamanho aproximado de Marte (chamado de Theia) se colidiu com a Terra. Dessa maneira se deu a explicação do momento angular orbital do sistema Terra-Lua e também a semelhança entre os dois corpos.

Lua

Esse grande impacto fez com que Theia fosse vaporizada e a superfície da Terra também, com isso, toda a água e as rochas fundidas foram  lançadas para a atmosfera formando um anel que se condensou e formou a Lua, astro que acabou ficando preso no campo gravitacional terrestre.

Após a sua formação, a distância com a Terra obteve alguns aumentos devido a perda da energia rotacional terrestre que foi ganhada pela Lua. Através desse processo podemos observar que anteriormente suas distâncias eram muito próximas, fazendo com que efeitos de maré fossem muito mais elevados, proporcionando mares primitivos com alta concentração de materiais orgânicos que pode ter ajudado a formação, a existência e a sobrevivência de vida na Terra.

Eixo de inclinação da Terra

eixo de inclinação da Terra é o principal fator para a classificação das estações do ano juntamente com a órbita eclíptica que faz com que a distância entre a terra e o Sol varie durante o ano.

Sua inclinação é de 23,5°, sendo a Terra não perpendicular ao plano da órbita eclíptica. Esse processo faz com que a sua orientação em relação ao Sol mude enquanto ela gira em torno dele. Nas épocas mais quentes do ano o Hemisfério Sul fica mais inclinado para longe do Sol, tendo alturas maiores, com dias mais longos e mais radiação, diferentemente dos períodos mais frios, onde os dias são mais curtos, com menos radiação solar.

A altura do sol influencia a interação da radiação solar com atmosfera. Do dia 21 ao dia 22 de Dezembro, os raios solares se incidem verticalmente em 23°27’S no Trópico de Capricórnio, onde se dá o verão; do dia 21 ao dia 22 de Junho, eles incidem verticalmente em 23°27’N no Trópico de Câncer, onde se dá o inverno; no meio dessas duas estações possuem os equinócios (dias e noites iguais), onde os raios solares atingem o equador com uma latitude de 0°, dessa maneira se da a primavera em dia 22 ou 23 de Setembro e o outono em 21, 22 ou 23 de Março.

Rotação da Terra e seus solstícios. (Foto Reprodução)
Rotação da Terra e seus solstícios.
(Foto Reprodução)

Através da interpretação descrita acima das estações do ano, é possível saber que as incidências dos raios verticais do sol se dão entre 23°27’S e 23°27’N.

Eixos de inclinação de outras órbitas

• Mercúrio: 300,408°;

• Vênus: 272,069°;

• Marte: 302,177°;

• Júpiter: 248,247°;

• Saturno: 235,096°;

• Urano: 274,749°;

• Netuno: 216,945°.

Depreciação acumulada é ativo circulante

A depreciação é dita como a perda de valor de um ativo imobilizado, tal como automóveis, máquinas, instalações, móveis e/ou qualquer bem que se deteriore através da sua própria natureza. Esse processo é correspondente de técnicas contábeis que visa atender às exigências do Fisco quanto à dedução do Imposto sobre a Renda das empresas em percentuais fixados, independente de qualquer influência administrativa.

A depreciação acumulada é dita como a que deprecia o ativo imobilizado, que se acumula com o tempo, e por esse motivo não faz parte do ativo circulante e acaba sempre tendo o valor contrário ao ativo.

• Ativos circulantes: correspondem a todas as atividades normais de uma empresa, onde existem uma circulação a todo o tempo.

Exemplos: o dinheiro que entra e sai da empresa, a entrada e saída de mercadorias onde todo o estique é modificado, entre outros.

• Ativos não circulantes: diz respeito a tudo o que fica parado, que não circula o tempo todo e acaba se acumulando e se tornando imobilizados, não fazendo parte do negócio e nem das atividades da empresa.

Exemplos: carros, máquinas, equipamentos, entre outros.

A razão de todas as depreciações é promover a capitalização das empresas, visando sempre o lucro contábil da entidade.