Atualmente no Brasil e em grande parte dos países no mundo, o estudo é peça fundamental para se conseguir um bom emprego e estabilidade financeira, seja nos ramos privados industriais ou nos ramos públicos.
Para ambos, os pré requisitos para a ocupar os valiosos cargos vão desde formações específicas em nível superior, até provas para constatação de conhecimentos e habilidades de pesquisa. Para isso, os estudos são essenciais para que se consiga obter o nível esperado pelos empregadores.
O Desafio Universitário Empreendedor foi criado pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), com o intuito de desenvolver habilidades dos participantes inscritos, promovendo aprimoramentos as suas condições profissionais por meio de atividades de capacitação.
Desde a sua criação, vem sendo testada a capacidade dos indivíduos na gerência de empresas através de gincanas virtuais e presenciais, que trabalham conceitos de empreendedorismo, mercado, gestão, inovação, qualidade e atendimento, características essenciais para obter sucesso no ramo dos negócios.
Logo do Desafio Universitário Empreendedor (Créditos da foto: desafiouniversitarioempreendedor.sebrae.com.br)
Nesse desafio, poderão ser inscritos tanto os alunos quanto os professores dos cursos universitários, que deverão trabalhar juntos para obter vantagens durante todas as etapas do programa, isso porque as equipes que mais obtiverem sucesso perante essa dinamização, faturarão prêmios, viagens, troféus, além de conseguirem excelentes oportunidades no mercado de trabalho.
Inscrição
As inscrições podem ser realizadas no site do Desafio Universitário Empreendedor, processo que costuma acontecer entre o mês de Setembro ou Outubro.
Todo o projeto costuma ter uma duração de aproximadamente 3 meses, contendo em sua estrutura cursos, palestras, oficinas, desafios online, jogos, papo de negócios, entre outras demais particularidades que incentivam todos os participantes, dando a eles motivação, criatividade, inovação e uma capacidade mais ampla de raciocínio.
Aviso
Antes de efetuar o cadastro no programa, leia todo o seu regulamento para ficar por dentro das normativas exigidas pelo Sebrae.
A Educação Infantil é um dos pontos mais importantes de inserção do indivíduo no meio do ensino aprendizagem, se fazendo como parte da educação básica, mas não é caracterizada como um critério obrigatório, segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).
Desde o ano de 1999, o MEC (Ministério da Educação) determinou que as creches do país podem sim serem incluídas em sistemas educacionais, sendo os municípios responsáveis por esses credenciamentos, isso porque “A educação é direito de todos e dever do Estado“, como condiz uma das emendas descritas na Constituição Brasileira.
Giz de cera. (Foto: Reprodução)
Devido as grandes modificações e atribuições que vem sendo inseridas nessa particularidade de ensino, muitas dúvidas circundam as normativas gerais. Confira algumas delas abaixo e fique por dentro do funcionamento dessa modalidade:
Como solicitar uma vaga em instituições infantis ou creches públicas?
A petição de vagas são, geralmente, efetuadas nos centros educacionais (creches e pré-escolas). A criança será direcionada à turma correspondente com sua idade e habilidades. Caso não existam vagas, o aluno ficará na lista de espera. Se a solicitação de matrícula não for atendida, os pais ou responsáveis poderão procurar a Defensoria Pública ou o Ministério Público para que providências sejam tomadas sobre o assunto.
Com que idade os alunos ingressam em cada turma?
Infantil 1: 2 anos de idade;
Infantil 2: 4 anos de idade;
Infantil 3: 5 anos de idade;
1° ano (antigo pré-escolar): 6 anos de idade;
Qual é a formação dos professores da Educação Infantil?
Todos os professores da Educação Infantil devem ter em seu currículo o 3° grau completo. Já os auxiliares ou estagiários, devem possuir magistério ou estar cursando Pedagogia, segundo o MEC.
Quantos alunos e auxiliares são indicados para cada turma?
Infantil 1: até 15 alunos para 1 professor e um estagiário;
Infantil 2 e 3: até 20 alunos para 1 professor e um estagiário;
1° ano: até 23 alunos para 1 professor e um estagiário, quando se fizer necessário;
Observação: Na presença de alunos com necessidades especiais, mais auxiliares podem ser inseridos nas turmas.
Como são as atividades diárias da Educação Infantil?
A iniciação se dá com a recepção dos alunos pelo professor e estagiário. Brincadeiras e atividades correspondentes a idade das crianças são inseridas na grade horária, assim com o lanche coletivo, a ida ao pátio, aos banheiros, entre outros fatores. Rodas de cantigas, histórias, dramatizações, modelagens, desenhos, pinturas, dinâmicas e outras demais modalidades podem ser trabalhadas com os alunos, de acordo com o planejamento do professor responsável pela turma.
Como funciona o processo de adaptação?
Nesse momento se faz essencial a presença familiar no contexto escolar, isso porque os responsáveis, juntamente com a conjuntura da instituição, irão fazer com que a criança se sinta confiante e confortável na creche/pré-escola. Caso o aluno não se adapte tão facilmente, fique doente ou aconteça algum imprevisto, os pais poderão ser solicitados.
Como é realizada a avaliação de crianças na Educação Infantil?
As avaliações dessa categoria de alunos é efetivada por trimestres, onde os professores e auxiliares irão descrever como anda o desenvolvimento de aprendizagem de cada criança.
Quando iniciar a alfabetização das crianças?
Esse processo poderá ser iniciado desde a turma Infantil 1, porém, os métodos abordados irão variar, de acordo com a idade e o desempenho delas. O grau de dificuldade dos tipos de ensino será alterada com a elevação dos níveis de escolaridade e por isso é importante que todos se desempenhem para que os alunos consigam acompanhar o ritmo descrito pelo MEC e também pelos professores.
Expressar a quantidade dos componentes utilizados em medicações, assim como as concentrações, são papeis essenciais na manipulação farmacêutica, para que tenha noção das substâncias encontradas em cada produto. Essa é uma das modalidades trabalhadas durante o curso de farmácia, para que os alunos tenham noção de como executar esse processo.
Medicamentos em comprimidos e cápsulas. (Foto: Reprodução)
Analisando a estrutura geral desse conceito, veremos abaixo uma breve explicação sobre as principais maneiras dessa representação.
Lembre-se sempre que:
O UI (Unidade Internacional) tem como finalidade principal denominar a atividade das vitaminas;
As massas de fármaco, estarão sempre simbolizadas em gramas, miligramas ou microgramas;
A concentração sempre irá fornecer a quantidade de fármaco presente na quantidade de preparação, que se manifestará em massa e volume;
Porcentagem (%)
Essa particularidade é capaz de definir partes por 100 (cem), sendo bastante utilizada para compêndios oficiais, expressando faixa de aceitação de uma maneira de dosagem.
Proporção (:)
Se trata da quantidade em partes do fármaco no total e partes da sua separação, manifestando determinados pontos de diluição e mistura.
Potência
Indica-se para uso quando for necessário realizar a comparação de uma substância ativa para uma padrão. Costuma ser empregada em enzimas, proteínas, vacinas, antibióticos, hormônios e vitaminas, podendo vir expressas em:
»U: Unidade;
»UI: Unidade Internacional;
»UTR: Unidade de Turbidez;
»g: Grama;
» mg: Miligrama;
Volume (v), peso (p) e porcentagem (%)
»Sólidos em sólidos ? % p/p: g em 100 g.
»Sólidos em líquidos ? % p/v: g em 100 mL.
»Líquidos em líquidos ? % v/v: mL em 100 mL.
Miligramas (mg) por mililitro (mL)
Usadas geralmente para preparações líquidas, sendo uma das formas mais utilizadas para unidades de manipulação, quase não deixam nenhuma margem de dúvidas.
Miliequivalentes (Eq)
Corresponde a milésima parte do equivalente, onde as atividades químicas de eletrólito possuem bases em suas valências. Nesse caso, é necessário que o número de contra-íons univalentes sejam utilizados para reagir com uma molécula de uma substância.
O símbolo da escravidão no Brasil são os africanos, foram trazidos para o nosso país entre os séculos XVI e XIX, para exercer trabalhos forçados em grandes engenhos, principalmente nos de cana-de-açúcar, caracterizado na época como uma das mais relevantes atividades econômicas coloniais.
Nesse momento, existiam ainda os escravos que realizam outros tipos de serviços como os braçais, domésticos, aprendizes, vendedores, mestres em artesanato, barqueiros, entre outras funções.
Mãos acorrentadas. (Foto: Reprodução)
Somente nos séculos XVIII e XIX, novas atividades foram atribuídas para esses indivíduos, com mais intensidade para os que habitavam próximo a região de Minas Gerais, pois era o início da ascensão da mineração, onde milhares deles exerciam procedimentos em minas e na agropecuária, além de se desempenharem em execuções de tropeirismo, criação de gado, cuidados e zelamentos com animais, principalmente os que eram responsáveis em fazer o transporte das mercadorias.
Já ao observar o contexto urbano, a dinamização escravista se faziam ainda maior que em âmbitos rurais, isso porque inúmeras formas de trabalho eram vistas, tanto para homens quanto para mulheres, crianças e até mesmo idosos, que desempenhavam no geral funções de carpinteiros, sapateiros, marceneiros, alfaiates, ferreiros, escravos de ganho, vendedores, amas de leite, doceiros, entre outros.
Escravidão moderna
Mesmo com tantas formas de trabalhos escravos vividas na antiguidade, após a abolição pela Lei Áurea, no ano de 1888, a democracia atual se faz como uma normatização frágil e mesmo com a proibição desse modelo de trabalho, ainda é possível constatar sua presença na sociedade moderna.
A escravidão contemporânea tem como suas principais formas de trabalho o tráfico de pessoas e os serviços prestados involuntariamente por crianças, jovens, adolescentes, presos e infratores. O que classifica esse modelo escravista atual é a obrigação da realização de atividades involuntárias, onde a liberdade e os direitos dos indivíduos não se fazem respeitados.