Café estimula o cérebro?

O café é um dos componentes indispensáveis na vida de muitos indivíduos.  As suas substâncias causam diversas reações no nosso organismo, principalmente dependendo da quantidade das porções que ingerimos diariamente. Devido a isso, várias pesquisas vem sendo realizadas, onde especialistas explicam quais são os maiores benefícios e malefícios da cafeína para nós, seres humanos.

O café estimula o cérebro?

Essa é uma das principais dúvidas das pessoas pois muitas afirmam que só conseguem começar a  realizar suas atividades diárias após tomar   primeira xícara de café pela manhã, outras intercalam seu trabalho e estudos com pequenos goles do produto.

O café é dito como um grande estimulante do nosso sistema nervoso central e do metabolismo do nosso corpo.  Devido a isso, consegue espantar a preguiça e a sonolência proporcionando mais energia ao organismo para desenvolver as atividades.

A cafeína é a principal responsável por esse estímulo. Ela pode ser encontrada não somente no café, mas também em bebidas energéticas, guaranás, chás, erva-mate, chocolate, refrigerantes à base de noz-de-cola, entre outros. Quando essa substância é ingerida com muita frequência e em grandes quantidades pode causar danos ao indivíduo e levá-lo á dependência. Pesquisas indicam que a dose da cafeína, por dia, seja de 250 miligramas.

Benefícios

» Deixa o cérebro mais ativo;

» Protege a mulher contra a depressão;

Café faz mau para o organismo?
Benefícios e malefícios do café.
(foto: Reprodução)

» Reduz os riscos de câncer de pele e de próstata;

» Aumenta a expectativa de vida;

» Diminui os riscos do câncer de mama reaparecer;

» Quando é tomado quente reduz os riscos de infecções por bactérias;

» Protege o fígado contra a cirrose e câncer.

Malefícios

» Aumento de peso;

» Aumenta o colesterol (principalmente se for muito espesso);

» Confusão mental;

» Tremores musculares;

» Nervosismo;

» Ansiedade;

» Taquicardia;

» Abstinência (quando retirada de um indivíduo dependente);

» Noites mal dormidas.

Dica: A forma mais indicada para consumir o café é com adoçante, de preferência misturado com leite ou descafeinado.

Alergia a lactose bebê

A alergia ou a intolerância a lactose se trata da incapacidade do organismo digerir ou absorver o açúcar presente no leite e em seus derivados. Alguns bebês e indivíduos tem essa enfermidade porque possuem porções insuficientes da enzima lactase (responsável por fazer a digestão dos componentes do leite) no corpo.

A maioria dos bebês que nascem prematuros possuem “alergia ao leite e seus derivados” porque demoram certo tempo para começarem a produzir as quantidades necessárias de lactase no organismo. No geral, essa intolerância se dá com mais frequência em crianças com mais de 5 anos de idade e raramente em bebês.

Diagnóstico

O diagnóstico do paciente é realizado através da sua observação, testes comprobatórios.

Sintomas e tratamento para a intolerância a lactose em crianças.
Bebê com intolerância a lactose.
(Foto: Reprodução)

Sintomas

Cólicas;

Gases;

Diarreia;

Náuseas;

Perda de peso visível;

Queda do crescimento;

Inchaço na região do abdômen;

Desenvolvimento mais lento que o normal.

Tratamento

É muito importante que a intolerância seja descoberta logo em seu estágio inicial, para que não sejam causados tantos danos ao organismo do bebê, que ainda é muito frágil.

O tratamento em bebês e crianças só deve começar quando a intolerância for constatada, pois somente o médico saberá quais serão as melhores formas de cuidar do paciente.  Nos casos em que a alergia é mais leve, o profissional costuma passar uma dieta com baixa lactose, já nos mais graves a dieta é restrita para essa substância.

AVISO: Lembre-se, sempre, de conferir o rótulo dos alimentos para saber se possuem ou não algum tipo de lacticínio. Nunca medique o bebê por conta própria, isso poderá agravar ainda mais sua saúde.

Câncer do endométrio: sintomas, tratamento e cura

O que é?

O câncer do endométrio é dito como uma enfermidade decorrente de células malignas localizadas na parede uterina do organismo. A médio e a longo prazo, essa doença pode desenvolver alguns tipos de metástases, tal como ovariana, a peritoneal  ou a vaginal.

Causas

Causas, diagnóstico, sintomas e tratamento do câncer no endométrio.
Endométrio com câncer.
(Foto: Reprodução)

As causas desse câncer são desconhecidas, mas pesquisas afirmam que acontece em mais frequência em mulheres entre 60 à 70 anos, principalmente nas que possuem altos níveis de estrogênio no organismo, que são obesas ou tem a síndrome dos ovários policísticos.

Observação: Existem alguns casos raros em que a doença foi constatada em mulheres com 40 anos.

Diagnóstico

O diagnóstico dessa enfermidade é realizado através de exames, podendo ser eles um papanicolau, uma curetagem, ressonância magnética, uma ultrassonografia endovaginal ou uma biópsia endometrial.

Sintomas

  • Sangramentos após a menopausa;
  • Corrimento com tonalidade branca ou transparente após a menopausa;
  • Cólicas;
  • Dores pélvicas;
  • Sangramentos nos intervalos menstruais (antes da menopausa);
  • Menstruação desregular e abundante após os 40 anos de idade.

Tratamento

O tratamento desse câncer normalmente se dá através de uma cirurgia que retira o útero, os gânglios linfáticos e os ovários da mulher. Após esse procedimento, são realizadas sessões de terapia, quimioterapia, radioterapia,braquiterapia e/ou hormonioterapia.

É muito importante que a paciente esteja atenta aos sintomas demonstrados pelo organismo. Quanto mais cedo o diagnóstico é realizado e a doença descoberta, menos danos ela causa a paciente.  Após a cirurgia, é importante que o acompanhamento ginecológico se torne frequente.

Tem cura?

O câncer do endométrio tem chances de cura quando descoberto em sua fase inicial e o seu tratamento é realizado de maneira correta durante todo o período estipulado pelo médico responsável pelo caso.

Sintomas de desidratação no idoso

A desidratação é caracterizada como a falta de água, líquidos orgânicos e sais minerais no organismo, fazendo com que o corpo não consiga realizar a suas funções vitais normais. Ela pode se manifestar em todas as idades, mas costuma ser mais frequente em crianças e idosos. Na sua forma secundária, pode aparecer também com diarreias agudas que degrada ainda mais a saúde do indivíduo.

Causas

Normalmente, essa enfermidade acontece devido a eliminação dos líquidos do organismo e a sua não reposição. Ela piora ainda mais em dias quentes, quando vem acompanhadas de vômitos, diarreias, febre, etc.

Sintomas

Idoso desidratado

  • Sede exagerada;
  • Boca e pele secas;
  • Olhos fundos;
  • Ausência ou pequena produção de lágrimas;
  • Diminuição da sudorese, da urina;
  • Lentidão nos movimentos;
  • Lábios rachados.

Nos casos graves:

  • Queda de pressão arterial;
  • Convulsões;
  • Coma;
  • Perda de consciência;
  • Falência de órgãos;
  • Óbito.

Diagnóstico

O médico poderá se basear na avaliação clínica do indivíduo e em exames de sangue, fezes e urina (testes responsáveis por indicar o grau da desidratação no organismo).

Tratamento

O primeiro passo para o tratamento é evitar que o indivíduo fique em ambientes quentes para que não perca tanto suor. A sua hidratação começará a ser realizada com o consumo de água durante todo o dia, onde ela deverá ser tomada em pequenos goles. Em casos graves, a reidratação é realizada com um soro oral, que pode ser encontrado em todas as farmácias e postos de saúde.

Aviso: Lembre-se que antes de tomar a água ela deve estar limpa e filtrada.

Prevenção

  • Beba dois litros ou mais de água por dia (lembre sempre de fazer com que os idosos e as crianças façam o mesmo);
  • Opte por utilizar roupas leves em  dias mais quentes;
  • Evite se expor ao sol entre às 10 horas da manhã até as 16 horas da tarde;
  • Procure não praticar exercícios ou atividades físicas quando as temperaturas estiverem altas;
  • Realize sempre uma boa higienização das mãos e dos alimentos (principalmente os que serão ingeridos crus).