Como prevenir o câncer de próstata?

como se prevenir do câncer de próstata

A prevenção (de qualquer tipo de câncer) diminui muito as chances do desenvolvimento da doença. Normalmente, ela detecta fatores de risco, buscando principalmente por células desarranjadas no sistema de uma pessoa.

O câncer de próstata é um dos tipos que mais atingem os homens (que enfrentam diversos problemas), principalmente pelo preconceito com o exame de toque, que deve ser feito anualmente após os 40 anos.

Como me prevenir?

» Prevenção – A próstata é uma glândula localizada entre o reto e a bexiga, ela tem função na produção do sêmen, levando os espermatozoides para a ejaculação, é do tamanho de uma azeitona e seu funcionamento é regulado pela testosterona.

Além dos exames regulares necessários, também fique atento a quadros na família e fatores genéticos, que influenciam bastante na ocorrência de casos.

como se prevenir do câncer de próstata
Prevanção

» Fatores de risco – Algumas pesquisas indicam que existe uma elevação na ocorrência de câncer de próstata após os 50 anos.

Por isso a detecção precoce é tão importante nessa idade, os exames mais indicados para prevenção são:

  • Toque retal
  • Ultra-sonografia transretal
  • Exame de antígeno prostático-específico

Outros fatores ficam associados a:

  • Dieta
  • Histórico familiar
  • Raça (pesquisas indicam que homens negros tem mais chances de desenvolver a doença)

Tratamento com hormônios

Alguns tratamentos alternativos tem sido utilizados na prevenção desse tipo de câncer, o uso de hormônios diminuem a ação da testosterona e tem sido testados na esperança de diminuir as chances de desenvolvimento, até agora não se obteve um conclusão para saber se essa medida pode realmente ajudar.

Fatores que desencadeiam a calvice

Fatores que desencadeiam a calvice

Um dos incômodos que interferem esteticamente na vida de milhares de homens e algumas mulheres no mundo é a calvície ou alopecia androgenética, como denominada cientificamente. Essa alteração corresponde a perda dos fios capilares, deixando por vezes o indivíduo com falhas no couro cabeludo ou até mesmo careca.

Essa redução parcial ou total do cabelo acontece inicialmente com a perda de vida dos fios, seu afilamento e queda, conjunto que vai se tornando cada vez mais frequente e intenso com o passar dos anos. A parte frontal da cabeça (ou testa) é considerada a região que dá os primeiros indícios dessa disfunção.

De acordo com diversos levantamentos de profissionais estéticos e da área da saúde, as principais causas que promovem esse distúrbio são:

Fatores que desencadeiam a calvice
Jovem com sinais de calvície.
(Foto: Reprodução)

» Hereditariedade
» Hormônios
» Estresse
» Excesso de oleosidade no couro cabeludo
» Má alimentação
» Carência de nutrientes, como as vitaminas
» Partos
» Problemas na tireoide
» Uso de medicamentos
» Procedimentos cirúrgicos
» Sessões de quimioterapia
» Aplicações demasiadas de produtos químicos

Os sintomas começam a aparecer por volta dos 17 à 26 anos, chegando ao seu ápice por volta dos 50 anos e geralmente são diferenciados entre os gêneros, veja:

Mulheres

» Estresse
» Ansiedade
» Tensão
» Maneira de prender o cabelo
» Falta de nutrientes
» Permanentes
» Uso excessivo de produtos químicos
» Alisamentos
» Alteração nos níveis de estrogênio
» Menopausa

Homens

» Hereditariedade
» Predisposição da pele
» Variações hormonais, como da testosterona

O que fazer?

Se o indivíduo souber que possui predisposição genética para esse transtorno ou perceber a manifestação do sintoma, a ajuda médica deverá ser procurada o quanto antes. Na dinamização do diagnóstico, o especialista poderá executar exames clínicos, dermatoscopia, biospia, videodermatoscopia e tricograma para saber qual o grau do quadro e como irá articular a contenção da disfunção.

Tratamento

Posteriormente aos resultados dos testes, será possível desenvolver os melhores métodos para promover a prevenção ou o retardamento da calvície, podendo ser eles a mudança alimentar, o uso de medicamentos, afastamento dos fatores de risco e procedimentos cirúrgicos (em casos de implantes).

Aviso

Os dados contidos nesse artigo se tratam apenas de um informativo. Para saber mais sobre o assunto, procure o auxílio de um dermatologista.

Vacina contra a dengue

Vacina contra a dengue

A dengue é uma das enfermidades mais preocupantes do mundo, principalmente nos países com climas tropicais e subtropicais, onde seus agentes transmissores (Aedes aegypti) conseguem se reproduzir em grande escala, o que proporciona ainda mais chances de uma possível epidemia.

Segundo especialistas, essa doença promove estado febril e possui quatro sorotipos, que podem ser fatais para as pessoas que não recebem tratamento ou que o articulam de maneira incorreta. Estima-se que entre 50 à 100 milhões de indivíduos são contaminados por essa disfunção anualmente, números que preocupam muito a OMS (Organização Mundial de Saúde).

Vacina contra a dengue
Representação de um Aedes aegypti.
(Foto: Reprodução)

Para tentar conter esse transtorno viral e prevenir suas crises hemorrágicas, laboratórios de várias partes do planeta estão tentando criar soluções para evitar essa transmissão, sendo uma delas a vacina, que deve começar a chegar ao mercado em 2015.

As doses desse medicamento foram produzidas pela empresa francesa Sanofi Pasteur e vem se mostrando eficaz aos 4 tipos de dengue, prova disso foram os testes dinamizados em vários países que apresentaram uma redução global de aproximadamente 80% das hospitalizações e 60% dos quadros desse distúrbio em jovens de 9 à 16 anos de idade.

Outros dados revelam que essa vacina vem conseguindo reduzir cerca de 85% os casos de dengue hemorrágica e afirma que em média 95% dos enfermos não chegam a alcançar o estágio mais grave da doença, o que por consequência diminui constantemente o número de óbitos.

Como funciona?

Através de um vírus atenuado da dengue, os cientistas inventaram a vacina, sendo ela composta por 3 doses, que devem ser manipuladas de 6 em 6 meses. Esse remédio injetável produz o desenvolvimento de anticorpos contra o vírus da dengue e por isso consegue prevenir o seu contágio.

Observação

Ainda não se sabe quanto será cobrado pelo preço de cada dose, mas em regiões onde há grande possibilidade de contrair a enfermidade, o sistema público de saúde deve articular suas aplicações gratuitamente, com relevância para aqueles que possuem baixa renda financeira.

Perigos da inflamação na orelha por perfuração de brincos

Perigos da inflamação na orelha por perfuração de brincos

A perfuração de orelhas é uma ação bastante comum em crianças do sexo feminino dias após o seu nascimento, sendo essa prática aderida por muitos meninos quando esses estão em sua fase jovial, para fins estéticos. Os brincos são os adornos mais utilizados para a promoção desse processo, mas os piercings e alargadores também estão presentes nessa modalidade.

É essencial que profissionais especializados dinamizem a colocação das peças, sendo estes encontrados em farmácias, estúdios de tatuagem e body piercing. Antes de furar, é necessário que o indivíduo cheque a higienização do local, do profissional e dos seus aparelhos, para prevenir infecções posteriormente.

Perigos da inflamação na orelha por perfuração de brincos
Orelha furada com brinco.
(Foto: Reprodução)

Todas as recomendações de limpeza e outros fins devem ser promovidos nos dias seguintes, para que a cicatrização do local aconteça rapidamente, evitando dores e outros diversos probleminhas como inflamações, queloides e alterações estéticas da região.

As áreas da orelha que costumam ser furadas são:

Lobe
Tragus
Industrial
Rook
Conch
Snug
Forward Helix

Cuidados

Os adornos iniciais devem ser de aço inoxidável ou de ouro, para que os riscos de irritação e rejeição sejam diminuídos.

Limpar as mãos antes de encostar nos adornos.

Evitar ficar mexendo na região nos primeiros dias, salvo no período de higienização.

Começar a limpeza do local no banho, para facilitar a retirada das secreções.

Atenção!

Se nos dias posteriores a colocação de um ou mais adornos, a orelha começa a apresentar sintomas como coceira, dor, vermelhidão, febre, odor, pus, expulsão de líquido amarelado ou esverdeado, a ajuda médica ou do profissional deverá ser procurada para que seja executado o tratamento específico de acordo com a disfunção manifestada.