Quais os nutrientes que causam excesso de peso?

Quais os nutrientes que causam excesso de peso?

A alimentação se tornou um dos principais pontos de discussão da atualidade, sua dinamização interfere constantemente no desenvolvimento e desempenho corporal, possibilitando resultados variados em relação a estética e a saúde.

Cada alimento possui uma quantidade de nutrientes específica, sendo essas propriedades ditas como essenciais para um bom funcionamento do corpo (quando ministradas de maneira correta), contando com a presença de minerais, vitaminas, fibras, proteínas, carboidratos, etc.

O consumo excessivo ou a baixa ingestão deles causam prejuízos ao organismo, como o ganho de peso (com relevância quando os hábitos alimentares são articulados de forma inadequada, com a manipulação frequente e intensificada de gorduras, açúcares, frituras, sódio e produtos industrializados).

Quais os nutrientes que causam excesso de peso?
Consumir muitos doces promove ganho de peso.
(Foto: Reprodução)

Essa reação é consequência do acúmulo ou deficiência de nutrientes, produzindo mais gordura e deixando o metabolismo mais lento, caso que se torna ainda mais evidente em pessoas com hábito de jejuar, pular refeições, não mastigar direito, entre outros.

Por esses e outros motivos, é conveniente que o acompanhamento de um bom nutricionista seja executado desde criança, assim todos terão uma boa conduta alimentar.

Dentre as práticas aconselháveis por esses profissionais, podemos citar:

Organizar os horários das refeições, comendo pouco a cada três horas.

Sempre diversificar os alimentos, para que mais nutrientes sejam consumidos, deixando os pratos bem coloridos.

Beber bastante água no intervalo das refeições, evitando fazer essa ingestão enquanto come.

Comer devagar, mastigando bem os alimentos antes de engoli-los.

Investir no consumo de alimentos naturais, frutas, verduras, legumes, oleaginosas, proteínas, fibras, componentes integrais, etc.

Não se exceder na quantidade de nenhum tipo de alimento.

Procurar não manipular o uso de sal e temperos industrializados nas refeições.

Preparar os alimentos de maneira saudável (cozidos, assados ou grelhados, removendo as gorduras e pele).

Evite o uso de tabaco, bebidas alcoólicas, artificiais e gaseificadas.

Pratique exercícios físicos regularmente, podendo eles serem feitos em ambientes fechados e/ou abertos. Ter o acompanhamento de profissionais da área é sempre muito bom nessa modalidade, com relevância para os iniciantes que não possuem facilidade em dinamizar as atividades.

Dica

Perder peso comendo corretamente pode ser muito mais fácil do que muitos imaginam, além do mais, várias receitinhas saudáveis, super nutritivas e com pouquíssimas calorias estão disponibilizadas em diversificados locais da mídia, inclusive na internet. Basta pesquisar, colocar a mão na massa e proporcionar novos hábitos a rotina!

De quanto em quanto tempo é necessário trocar o colchão

De quanto em quanto tempo é necessário trocar o colchão

Seu colchão continua proporcionando boas noites de sono? Saiba que as condições em que sua estrutura se encontra influencia muito nisso, com o passar do tempo o seu atrito com o corpo promove muitos desgastes, o que pode vir a produzir desconfortos ao longo da noite.

Quando essas mercadorias são produzidas com materiais de baixa ou média qualidade, os desnivelamentos são ainda maiores, sem mencionar nos rangidos proporcionados sempre que mudamos de posição.

Além desses incômodos, as não alterações no colchão geralmente promovem prejuízos a saúde (podendo eles serem leves, moderados e até mesmo graves) como danos a coluna, insônia, dores corporais (principalmente nas costas), cansaço, preguiça, estresse, etc.

De quanto em quanto tempo é necessário trocar o colchão
Cama
(Foto: Reprodução)

De quanto em quanto tempo devo trocar?

Os ortopedistas indicam que a troca dos colchões devem ser articuladas assim que suas dimensões começarem a ceder. Não existe tempo mínimo ou máximo para isso, esse prazo vai depender da qualidade do produto, sua densidade, quantos quilos consegue suportar e o peso que está sendo adicionado a ele.

Recomendações para a compra de colchões

» Prefira fazer a aderência desse produto em uma loja especializada, ou seja, só de colchões.

» Não tenha medo de pagar caro por algo de qualidade, os melhores colchões possuem preços bem salgados.

» Analise toda a estrutura da mercadoria, informando ao vendedor quantas pessoas irão dormir em sua dimensão, média de peso, etc.

» Opte sempre por uma boa marca.

» Escolha o tipo de colchão de acordo com as suas necessidades corporais e com o seu gosto pessoal (e do cônjuge, caso possua).

» Deite no colchão e teste a sua qualidade mudando de posição, para saber se ele realmente proporciona o conforto que busca.

» Compre com garantia estendida para que as trocas sejam articuladas quando necessário.

Dicas para ter boas noites de sono

» Em alguns casos, virar o lado do colchão pode proporcionar o nivelamento da sua superfície, vale a pena testar.

» Evite consumir alimentos pesados, com cafeína ou bebidas alcoólicas durante a noite.

» Deixe o ambiente bem escuro, arejado, silencioso e sem nenhuma distração.

» Diminua os níveis de estresse antes de dormir.

» Procure manter a estrutura corporal bem relaxada ao se deitar.

Alimentos que produzem “queimação”

Alimentos que produzem “queimação”

Não existe nada pior do que comer e minutos depois ter aquela sensação de peso e queimação. Esse incômodo é denominado como azia e ataca milhares de pessoas diariamente em várias partes do mundo, podendo vir a desenvolver crises de refluxo em alguns casos, ainda mais desconfortante.

Os sintomas que se apresentam quando essa disfunção acomete o organismo são dores abdominais, náuseas, dor de cabeça, gosto amargo na boca, enjoo, vômitos, fraqueza e um mal-estar, já que atrapalha o desenvolvimento das atividades comuns.

Múltiplos fatores podem vir a promover esse transtorno, contudo os mais destacados pelos médicos são:

Alimentos que produzem “queimação”
Representação de uma mulher.
(Foto: Reprodução)

» Estresse
» Má alimentação
» Consumo excessivo de alimentos em uma única refeição
» Não mastigar direito
» Comer muito rápido
» Ingestão de bebidas alcoólicas
» Fumo
» Consumir cafeína após as refeições
» Ficar em jejum
» Beber leite gelado durante as crises
» Ficar se movimentando após as refeições

Existem alguns alimentos que devem ser evitados, eles pioram os sintomas da azia, causam irritações na parede do estômago e deixam o corpo propenso a manifestação de gastrites e úlceras, como:

» Carne vermelha
» Frituras
» Gorduras
» Fast foods
» Salsicha
» Mortadela
» Extrato de tomate
» Salame
» Gomas de mascar e balas
» Bolos
» Biscoitos recheados
» Pimenta
» Sorvete
» Bebidas alcoólicas
» Frutas ácidas, como limão, laranja, etc
» Alimentos com cafeína, como chocolate, café, chá preto, etc
» Produtos industrializados

Recomendações

Se você tem crises frequentes de azia, siga as dicas abaixo. Caso nenhuma delas funcione, procure o quanto antes o auxílio médico gastroenterologista.

» Diminua a quantidade de alimentos nas refeições.

» Evite beber qualquer tipo de líquido enquanto come, mastigue mais os alimentos e não coma tão rápido.

» Fracione as refeições, dando um intervalo de 2 ou 3 horas entre elas, evitando ao máximo permanecer em jejum.

» Procure não consumir alimentos e bebidas industrializadas, álcool e tente parar de fumar.

» Quando terminar de se alimentar, evite ao máximo movimentos bruscos ou deitar de barriga para baixo.

» Tente se manter no peso, praticar exercícios físicos regularmente e manter uma alimentação balanceada. Tais ações irão proporcionar benefícios tanto para a saúde, quanto para a estética.

Dica

Beba chá de hortelã durante as crises, isso trará alívio aos sintomas.

Fases do alcoolismo

Fases do alcoolismo

O alcoolismo é caracterizado pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como uma dependência, onde as pessoas ministram o uso exacerbado das bebidas e produtos que contém a presença do álcool, fazendo com que percam o controle sobre seus atos, além de depender dessas substâncias para o “bem-estar” do organismo, promovendo uma incrível sensação de prazer momentânea.

O grande problema nessa excessividade são os prejuízos que esses componentes produzem na estrutura corporal do seu usuário e também na sua rotina. Quando os indivíduos se encontram em estado de dependência, não conseguem mais controlar a quantidade de ingestão alcoólica, que tende a ficar cada vez mais elevada.

Fases do alcoolismo
Homem embriagado.
(Foto: Reprodução)

A principal propriedade encontrada nesses tipos de bebida é o etanol, que ao entrar em contato com o corpo pode vir a provocar uma gastrite, hepatite alcoólica, pancreatite, neurite, impotência, infertilidade, trombose, pelagra, demência, infarto e cirrose.

A dependência física e psíquica do álcool é subdividida em etapas, veja quais são elas a seguir:

1° fase – Adaptação

É o primeiro contato que o usuário estabelece com o álcool, onde utiliza a sua manipulação para viabilizar um maior contato social, descarregar níveis de estresse, ansiedade, angústias, tristezas, etc.

2° fase – Tolerância

Nesse momento, os indivíduos já conseguem fazer maiores ingestões da droga e no outro dia após o consumo geralmente se encontram de “ressaca”. Muitos tomam verdadeiros “porres” e sofrem de apagões, ou seja, não conseguem se lembrar do seu comportamento em alguns momentos do dia anterior.

O grande mal desse transtorno é que as pessoas agem sem pensar e quase nunca conseguem recordar o que fizeram. Por esses e outros fatores, muitos dos usuários dão um certo tempo na bebida, tentando se manter mais controlado em relação a ingestão.

3° fase – Síndrome de Abstinência

Ao chegar nesse estágio, o corpo já se encontra completamente refém das substâncias químicas da droga e entra em abstinência quando seu consumo não é promovido. É nessa etapa que as pessoas não se importam mais com a qualidade da bebida, visando apenas a sua quantidade e satisfação.

Os prejuízos sociais, familiares, trabalhistas, mentais e físicos são vistos claramente nesses enfermos, que costumam apresentar os seguintes sintomas:

» Alucinações
» Febre
» Dores de cabeça
» Distúrbios alimentares
» Agitação ou insônia
» Alterações de humor
» Fadiga
» Depressão
» Falta de clareza de raciocínio
» Náuseas
» Vômito
» Nervosismo
» Diarreia
» Confusão mental
» Pupilas dilatadas
» Tremores
» Convulsão
» Taquicardia
» Hipertensão
» Ataques de pânico
» Ansiedade, medo e insegurança

O que fazer?

O primeiro passo é procurar ajuda médica, seja de um clínico geral, neurologista, psicólogo ou psiquiatra. Assim que o diagnóstico do profissional for concluído sobre o quadro, o tratamento será dinamizado com a intenção de diminuir os sintomas da abstinência, prevenir complicações e fazer com que o usuário abandone o vício por conta própria (fase mais difícil, longa e que pode vir a ocorrer recaídas).