Menstruar duas vezes no mês pode ser gravidez

A menstruação corresponde ao sangramento que acontece nas mulheres uma vez por mês, por causa da descamação do endométrio, que é o revestimento interno do útero. A sua primeira fase, chamada de menarca, que costuma acontecer entre 9 à 15 anos de idade, tendo fim somente na menopausa, após os 45 anos de idade (momentos que variam de acordo com o organismo de cada mulher).

Às mulheres que possuem um ciclo menstruação normal, esse sangramento se faz presente durante 4 à 7 dias corridos do mês, dando um intervalo médio de aproximadamente 28 dias para o processo se repetir novamente. Já para as que possuem o ciclo irregular, essa variação pode ser entre 25 à 45 dias.

2 menstruações mensais

Bom, se você menstruou duas vezes em um mesmo mês e ainda não possui um bom acompanhamento ginecológico, está na hora de procurar um. Isso porque qualquer tipo de alteração no ciclo pode indicar perigos à saúde da mulher e dos seus órgãos reprodutores.

A gravidez poderá ser considerada como uma possibilidade desse transtorno caso a mulher possua sua vida sexual ativa, esteja fértil e tenha feito relações com seu parceiro sem o uso de preservativos.

Menstruar duas vezes no mês pode ser gravidez
Menstruar duas vezes no mês pode ser um sinal remoto de gravidez.
(Foto: Divulgação)

 

Esse distúrbio representa um pequeno sinal de gravidez, pois geralmente costuma acontecer com mais frequência em adolescentes que estão tendo as suas primeiras menstruações e em mulheres adultas, tendo como as suas principais causas:

» Estresse;
» Alterações emocionais e hormonais;
» Uso de medicamentos;
» Miomas;
» Câncer;
» Ovários policísticos;
» Cisto no ovário;
» Laqueaduras;
» Cirurgia nos ovários.

Ajuda médica

Assim que esse ou demais transtornos surjam, procure imediatamente a ajuda do seu ginecologista. Assim, ele irá realizar algumas perguntas e exames para saber quais as causas desse distúrbio no seu ciclo menstrual e começar o tratamento.

Primeiros sintomas da gravidez

Os sinais que a gravidez pode manifestar são diversos, mas os primeiros a aparecerem são as dores de cabeça, cansaço, ganho de peso, dores no corpo, náuseas, vômitos, enjoos, aumento e endurecimento dos seios, cólicas leves, desejos alimentares, alterações nos sentidos, variações de humor e corrimento vaginal.

Planeta que chove diamante

Pesquisas recentes de uma equipe de cientistas planetários afirmou que Júpiter e Saturno, dois imensos planetas com características gasosas encontrados no sistema solar, podem estar produzindo tempestades de diamantes em sua extensão. Devido a isso, vários cientistas voltaram-se  as experiências para uma exploração futura que pode vir a gerar muitos ganhos financeiros.

Esse processo se dá através da mistura de metano, carbono e relâmpagos na atmosfera de Saturno. Isso porque a atmosfera desse planeta é formada, em sua observação geral, por metano e hidrogênio. Porém, durante a tempestade, os raios fritam o metano, fazendo com que surja carbono e hidrogênio queimado, denominado de fuligem.

Planetas que chove diamante
Representação do planeta Saturno.
(Foto: Divulgação)

Depois que as fuligens são produzidas, as nuvens descem em direção ao planeta, fazendo com que surja uma aglomeração desse material que posteriormente vira grafite, onde a pressão mais próxima ao núcleo do planeta comprime essa substância, transformando-a em diamante puro.

Por causa das aparências existentes na atmosfera de Júpiter e Saturno, os cientistas afirmam que esse processo vem acontecendo em ambos planetas. Eles sabem, ainda, que os diamantes sólidos podem existir nos núcleos relativamente frios de Urano e Netuno, mas que os de Júpiter e Saturno possuem altas temperaturas, o que não proporciona a mesma estabilidade, o que acaba derretendo as pedras preciosas.

Outras pesquisas realizadas por renomados astrônomos do mundo mostram que, um planeta à 4.000 anos luz e outro à 1.200 anos luz (Wasp 12-b) da Terra, possuem grandes massas continentais feitas de diamante, sendo que em Saturno calcula-se ter no mínimo 1.000 toneladas anualmente de diamantes.

Fibra ótica como funciona

A fibra ótica é uma das mais novas tecnologias utilizadas em cabos metálicos, criada pelo físico indiano Narinder Singh Kapany. Ela é produzida por filamentos de vidro ou por materiais feitos com polímero, que possui uma altíssima qualidade e capacidade de transmitir raios de luz.

Tipos de cabos

Os dois principais tipos de cabos de fibra ótica utilizados no mercado são:

» Monomodo: utilizado para a propagação de sinais em grandes distâncias. Além de ser mais difícil de manusear, seu custo é mais elevado que o cabo multimodo;
» Multimodo: usado para comunicações de redes locais. Possui baixo custo e é mais fácil de ser manuseado devido ao seu maior diâmetro.

Funcionamento

A principal substituição dos cabos de cobre pelos de fibra ótica se dão devido ao aumento da velocidade de transmissão em relação a informação digital. O seu funcionamento se dá pela sua fonte de luz que é ligada e desligada de forma rápida a uma extremidade do cabo de transmissão dos dados digitais.

Tira dúvidas sobre a fibra ótica

A luz passa pelos fios de maneira contínua, refletindo fora do interior dos seus revestimentos, processo chamado de reflexão total interna. Seus cabos são tão finos quanto os fios de cabelo humano e conseguem transmitir bilhões de bits de dados por segundo.

O feixe de luz sempre será lançado pela extremidade da fibra ótica que irá percorre-la através de reflexões sucessivas. Todas as fibras devem possuir, no mínimo, duas camadas sendo as principais delas o revestimento e o núcleo.

Vantagens

» Segurança e maior qualidade no sinal;
» Facilidade na instalação;
» Menores interferências;
» Pouca deterioração;
» Dimensões reduzidas;
» Maior capacidade em transportar grandes quantidades de informações;
» Grande quantidade de matéria prima;

Desvantagens

» Fragilidade;
» Custo elevado;
» Pouca padronização dos seus componentes;
» Dificuldade em ser ramificada;
» Impossibilidade de alimentação remota dos repetidores;

Plantas do Pantanal ameaçadas de extinção

O Pantanal se localiza entre os estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, sendo uma das áreas florestais que possui o bioma mais preservado do país. A maior parte da sua vegetação é composta por espécies raras, encontradas apenas nessa região, mas por diversas ações, algumas delas vem desaparecendo gradativamente, proporcionando ameaças á sua extinção.

Motivos

  • » Ciclo de transformação do Pantanal (inverno com ceca e verão com alagamentos);
  • » Formações de pastos para gados;
  • » Implantação de hidrelétricas;
  • » Assoreamento dos rios;
  • » Erosões;
  • » Exploração das indústrias;
  • » Retirada demasiada do seu habitat pela população;

Plantas em ameaça de extinção

Margarida

Essa planta belíssima é composta por um arbusto de folhas ásperas e duras, com uma brilhante tonalidade amarela, medindo entre um à quatro metros de altura. É uma das poucas espécies do pantanal que se adaptou ao excesso de ferro encontrado no solo local.

  • Nome científico: Aspília grazielae.
  • Família: Asteraceae.
  • Localização: Serra do Urucum – Corumbá (MG).
Plantas do Pantanal ameaçadas de extinção
Aspília grazielae.
(Foto: Divulgação)

Cacto

É uma planta muito apreciada pela população dos estados do MT e do MS. Suas flores são diurnas, onde suas pétalas permanecem quase sempre fechadas. Quando começam a crescer, tendem a se envergarem formando um emaranhado bem próximo ao solo. Pode chegar a medir aproximadamente um metro e meio de altura.

  • Nome científico: Cleistocactus sp.
  • Família: Cactaceae.
  • Localização: Morro do Aracá (MT) e Paredão do rio Paraguai – Corumbá (MS).
Plantas do Pantanal ameaçadas de extinção
Cleistocactus sp.
(Foto: Divulgação)