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O que é Piripproxifeno?

Muitas pessoas não sabem o que é Piripproxifeno? Caso você seja uma dessas pessoas, acompanhe este artigo e entenda mais sobre esse pesticida, fique por dentro do seu efeito.

     

O piripproxifeno, tem sido um assunto muito comentado, dado que a Associação Brasileira de Saúde Coletiva, conhecida como Abrasco, anunciou a possibilidade do piripproxifeno ser um dos responsáveis pela microcefalia.

Mas o que é piripproxifeno? Compreenda que o piripproxifeno é um pesticida fundamentado na piridina e eficaz ao combater diversos artrópodes. Veja a seguir, a sua fabricação:

 Piripproxifeno

• O piripproxifeno é fabricado pelas empresas Sumitomo Chemical Co., Ltd, Syngenta e BePharm Ltd, nos Estados Unidos. O seu nome comercial é Nylar.
• Já na Europa, o nome comercial é Cyclio (Virbac) e Exil Flea Free TwinSpot (Emax).
• Aqui no Brasil, o produto é comercializado com nome deTiger 100 CE.

O piripproxifeno no Brasil, é usado principalmente em platações de algodão, agindo contra moscas da família Aleyrodidae, entre outros insetos. Posto isto, é usado também como larvicida no combate ao mosquito Aedes Aegypti, responsáveis pela dengue, chicungunha e febre Zika.

Ainda este ano, alguns médicos brasileiros e também médicos argentinos, colocaram em questão a possibilidade do piripproxifeno ser o grande causador de microcefalia no Brasil, dado que essa substância é inserida na água potável para combater o Aedes Aegypti.

No entanto, a Abrasco, não confirmou que os pesticidas, larvicidas ou qualquer outro produto químico sejam os incumbidos pela microcefalia, mas que todas suposições devem ser investigadas.

Desta maneira, a toxicidade do piripproxifeno, tem ganhado estudos tanto nos ratos como nos coelhos:

• Nos ratos, o piriproxifeno exibiu pouca toxicidade e não teratogênico, mas conforme o Pesticide Properties DataBase da Universidade de Hertfordshire o piriproxifeno está inserido na classe III.

Pelo sim ou pelo não, o uso de piripproxifeno na água potável ou em plantações, não é adequado para o uso humano, pois, a toxicidade do piriproxifeno e os efeitos teratogênicos e a desregulação endócrina em artrópode não trazem nenhuma segurança alimentar.

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